PARANÁ
Foz do Iguaçu ganha conexão aérea direta com Montevidéu, no Uruguai
Publicado em
20 de dezembro de 2022por
Itajuba TadeuO governador Carlos Massa Ratinho Junior acompanhou nesta terça-feira (20) a decolagem do primeiro voo saindo de Foz do Iguaçu, no Oeste do Estado, até Montevidéu, no Uruguai. Operada pela Azul Linhas Aéreas, com voos duas vezes por semana, a nova ligação entre os dois países vai fortalecer ainda mais o turismo em Foz do Iguaçu, principal destino paranaense e um dos principais atrativos do País.
Ratinho Junior ressaltou os investimentos em Foz do Iguaçu, que contribuíram com a expansão da malha viária no município. Além da rota da Azul, no início do mês também foi iniciado o voo direto entre Foz e Santiago, no Chile, operado pela JetSmart.
“Foz do Iguaçu é um dos principais destinos de turistas estrangeiros, mas não tinha mais voos para fora nos últimos anos. Com muito planejamento, estamos mudando essa realidade e damos agora um grande passo nessa retomada das rotas internacionais”, afirmou o governador. “A nossa Terra das Cataratas está cada vez mais conectada com outros países a América do Sul e de outros continentes”.
Ele citou a construção da Ponte da Integração Brasil-Paraguai e a duplicação da Rodovia das Cataratas, além de outras obras em Foz. “Estamos investindo em infraestrutura para fortalecer o potencial da cidade, que tem o turismo como vocação. Também tivemos a obra expansão da pista do aeroporto, que foi feita justamente para atrair voos internacionais e trazer cada vez mais turistas estrangeiros a Foz do Iguaçu e a outras cidades do Paraná”, disse.
O ministro de Minas Energia, Alfredo Saschida, também acompanhou o início da rota e destacou a parceria entre o Governo do Estado e o governo federal para melhorar a infraestrutura da região. “Esse trabalho conjunto, que está tirando do papel a segunda ponte de Foz e regulamentando a ampliação da pista do aeroporto faz com que o Paraná tenha a melhor infraestrutura rodoviária e aeroportuária do Brasil”, salientou.
Essas e outras obras fazem parte de um pacote de cerca de R$ 1 bilhão investidos pela Itaipu Binacional no Estado. “Isso é fruto de uma grande parceria feita com o governo nos últimos quatro anos”, afirmou o diretor-geral da Itaipu, Anatalício Risden. “E não vão faltar recursos para que todas as obras prossigam. Além de produzir energia limpa e renovável com menor custo, a empresa não vai descuidar de tudo que está sendo feito no Paraná”.
ROTAS AÉREAS – O diretor de Relações Institucionais da Azul, Fábio Campos, lembrou que a parceria entre a companhia aérea e o Governo do Estado ampliou o número de voos da empresa no Estado. A empresa começará, em março de 2023, a ofertar voos diretos do aeroporto de Congonhas, em São Paulo, a Curitiba. Até então, todos os voos da companhia saindo de Congonhas com destino ao Aeroporto Internacional Afonso Pena, em São José dos Pinhais, Região Metropolitana de Curitiba, faziam conexão com o Rio de Janeiro.
“O voo entre Foz do Iguaçu e Montevidéu é muito importante para a companhia. Nós começamos essa operação internacional justamente por causa da parceria com o Governo do Estado e a concessionária, que viabilizaram a infraestrutura e o apoio necessário”, ressaltou. “O potencial da cidade é tão grande que colocamos outros quatro voos para o Nordeste partindo de Foz, até Recife, Natal, Porto Seguro e Maceió. Eles começaram no sábado”.
Concessionária responsável pela operação de quatro aeroportos no Estado (Afonso Pena, Foz do Iguaçu, Londrina e Bacacheri, em Curitiba), a CCR prevê que mais de mil pousos e decolagens devem ser operados somente no aeroporto de Foz neste final de ano, num total de mais de 160 mil pessoas. “Estamos trazendo mais desenvolvimento para o Estado e para Foz do Iguaçu, cidade que tem um potencial turístico ímpar”, afirmou o CEO da CCR, Fábio Russo.
“O nosso esforço para ampliar as operações aéreas no Paraná conta com a parceria com Governo do Estado, o governo federal e as companhias aéreas. Teremos mil voos no período de Natal e Ano Novo aqui em Foz, mas queremos mais porque o Paraná tem potencial para isso”, ressaltou.
HORÁRIOS – A operação será realizada duas vezes por semana. Às terças-feiras, o voo AD8784 partirá de Foz do Iguaçu às 13h35, com chegada na capital uruguaia às 15h35. Aos sábados, o mesmo voo decola às 12h55 do aeroporto paranaense e chega em Montevidéu às 14h55. No sentido inverso, o voo AD8783 decola às terças-feiras de Montevidéu, às 16h35, pousando em Foz do Iguaçu às 18h35. Aos sábados, o mesmo voo decola às 15h55, chegando em Foz do Iguaçu às 17h55.
Para a nova rota foram escalados os jatos da Embraer, com 118 assentos e comodidades como TV com conteúdo on demand, tomadas individuais, snacks e espaço interno ampliado e com a redução de ruído, proporcionada pelos novos motores, para dar mais conforto aos passageiros. As passagens para a nova rota estão disponíveis em todos os canais oficiais da companhia.
LONDRINA/PORTO SEGURO – Outro município paranaense a ganhar uma nova rota aérea foi Londrina, no Norte do Estado, que contará com um voo direto inédito até Porto Seguro, na Bahia, também operado pela Azul Linhas Aéreas. A rota regular iniciou no último domingo (18) no Aeroporto de Londrina (LDB), administrado pela CCR Aeroportos.
A rota vai ser operada pela aeronave 320, com capacidade para 174 passageiros. Os voos sairão de Londrina às 17h10 e chegarão em Porto Seguro às 19h30. No sentido inverso, partirá da cidade baiana, às 10h, chegando ao Paraná às 12h30 Com duração prevista de 2h20, o voo será realizado todos os domingos. Com essa opção de ligação direta entre as duas cidades é possível contribuir para a promoção de negócios a partir do Paraná. Seja no turismo de passeios ou no turismo de negócios, a rota se torna estratégica e alavanca as economias dessas regiões.
PRESENÇAS – Participaram da solenidade o secretário estadual da Infraestrutura e Logística, Fernando Furiatti; o presidente da Copel, Daniel Pimentel Slaviero; o diretor-presidente da Invest Paraná, Eduardo Bekin; e os assessores de Relações Institucionais da Azul Linhas Aéreas, Gustavo Navarro e Ronaldo Veras.
Fonte: Governo do Paraná
PARANÁ
Estado licenciou 102 projetos de hidrelétricas desde 2021; Paraná tem 2ª maior potência do Brasil
Published
19 minutos agoon
4 de abril de 2025By

Com a entrada em funcionamento da Pequena Central Hidrelétrica (PCH) Lúcia Cherobim, na quinta-feira (03), no Rio Iguaçu, região entre Porto Amazonas e Lapa, nas proximidades de Curitiba, o Paraná avança como um dos principais polos do País na produção deste tipo de energia limpa. De acordo com dados da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), o Estado abriga atualmente 126 complexos deste tipo em operação, com potência outorgada total de 15.668 Megawatts (MW), atrás apenas para o Pará, com 22.393 MW.
Cerca de 80% dessas usinas foram viabilizadas a partir de 2021, com o lançamento do projeto Paraná Energia Sustentável, ação determinada pelo governador Carlos Massa Ratinho Junior que estabeleceu uma nova dinâmica para a emissão de licenciamento ambiental, reduzindo o tempo de espera pela permissão.
Desde então, o Instituto Água e Terra (IAT), órgão licenciador, emitiu 102 licenças ambientais, entre Prévias, de Instalação, de Operação e modalidades de licenciamento simplificadas, para o estabelecimento hidroelétricas. O IAT é vinculado à Secretaria de Estado do Desenvolvimento Sustentável (Sedest).
Esses empreendimentos estão em diferentes fases de implantação, sendo que os 42 já entraram em funcionamento e produzem, juntos, 312 MW de energia para o sistema elétrico brasileiro, o suficiente para abastecer cerca de 124 mil residências. Além disso, durante o período foram emitidas 18 renovações para hidrelétricas já existentes. São complexos importantes, responsáveis por grande parte da energia elétrica gerada no Estado.
“A PCH Lúcia Cherobim é um ótimo modelo da política sustentável em vigor no Paraná. Não interfere no fluxo do rio e não faz mal ao Salto do Caiacanga, que é uma beleza da Lapa e de Porto Amazonas. Ela canaliza a água, sem alterar a vazão e sem grande reservação, para gerar energia elétrica. É um exemplo de inteligência ambiental, de avanço energético e de sustentabilidade”, afirmou o secretário de Estado do Desenvolvimento Sustentável, Rafael Greca.
“Criamos todos os caminhos para que o empreendedor pudesse ter segurança para receber a licença num prazo mais rápido, desde que cumprisse os requisitos técnicos-ambientais necessários, com segurança ambiental e jurídica”, acrescentou o diretor-presidente do IAT, Everton Souza.
Diretor de Licenciamento e Outorga do Instituto, José Volnei Bisognin ressaltou que essa energia produzida não beneficia apenas o Paraná, mas que também é fornecida e disponibilizada para outras regiões do País por meio do Sistema Interligado Nacional (SIN).
“Por causa da geografia do Estado e da grande quantidade de bacias e sub-bacias hidrográficas, o Paraná possui um grande potencial hidrelétrico. O processo de licenciamento para a construção de hidrelétricas é bastante complexo, por envolver florestas, água, fauna e a população. Buscamos, no IAT, mitigar ao máximo qualquer tipo de complicação ou prejuízo ao meio ambiente”, disse.
HIDRELÉTRICAS – Em relação à classificação das novas usinas, 51 licenças são para Centrais Geradoras Hidrelétricas (CGHs), que possuem uma potência entre 0,5 e 5 MW; 28 licenças são para Pequenas Centrais Geradoras Hidrelétricas (PCHs), com potência entre 5 e 30 MW; e três licenças são de Usinas Hidrelétricas (UHE), com potências acima de 30 MW.
Fecham a lista de licenças 11 para Microcentrais Hidrelétricas (MCHs), com produção de até 0,075 MW e 9 licenças para Minigeradoras Hidrelétricas (MGHs), com potência entre 0,075 e 0,5 MW, ambos tipos de complexos de menor porte que produzem energia para venda no mercado privado.
Pinhão, no Centro-Sul do Estado, foi o município paranaense que mais recebeu licenças no período, com nove emissões. Em seguida, com oito documentos, figura Guarapuava, na região Central, além de quatro municípios com seis emissões cada: Clevelândia e Mangueirinha, no Sudoeste; Pitanga e Turvo, ambos na área central do Paraná.
Já em relação aos corpos hídricos, o destaque vai para o Rio Chopim, com 11 licenças, seguido pelos Rios Cavernoso e Marrecas, com cinco cada um, e o Jordão, com quatro documentos. “A construção dessas usinas traz um impacto extremamente positivo para a cobertura vegetal da região, já que uma das obrigações do procedimento licenciatório é a reposição em média de quatro vezes da área de vegetação nativa suprimida durante a construção. Além disso, há a geração de empregos para mão de obra local, aumento na arrecadação de impostos dos municípios afetados e benefícios para a ictiofauna, estabilizando o habitat dos rios”, destacou José Bisognin.
LEILÕES – A geração de energia hidrelétrica em todo o País é delimitada por regras do governo federal, seguindo critérios específicos para atender às necessidades da população. Por meio de leilões de compra de energia elétrica realizados de forma periódica, a União estabelece demandas energéticas que devem ser cumpridas em cada trecho de rio em um determinado período, que depois são atendidas pelas empresas concessionárias vencedoras dos certames por meio da construção de novos empreendimentos ou pela ampliação de estruturas existentes.
“Nesse sistema, os governos estaduais são responsáveis por acompanhar a execução desses empreendimentos por meio do processo de licenciamento, garantindo que tudo seja feito de forma legal. E nesse quesito o Estado do Paraná se destaca, cumprindo sempre as metas estabelecidas de geração e transmissão de energia por parte do governo federal”, afirmou o chefe da Divisão de Licenciamento Estratégico do órgão ambiental, Jean Carlos Helferich.
PRÓXIMO – O próximo leilão já tem data marcada: o Energia Nova A-5 ocorre no dia 22 de agosto de 2025 e prevê a construção de novas PCHs, CGHs e UHEs até o dia 1º de janeiro de 2030, para o fornecimento de energia para os próximos 20 anos.
Nesta edição, o número de empreendimentos cadastrados foi o maior da história dessa modalidade de leilão, com 241 projetos, atendendo a uma potência total de 2.999 MW. No Paraná, estão cadastrados 27 projetos de PCHs, com potência outorgada total de 268 MW, e 3 CGHs, com potência outorgada total de 4 MW. Para a participação, as empresas têm até o dia 3 de junho para apresentar as licenças ambientais requisitadas.
Fonte: Governo PR

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