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Estado vai apresentar atrativos turísticos de três regiões a 100 agentes de viagens

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Os atrativos turísticos da Capital, Litoral e Campos Gerais serão apresentados, a partir deste sábado (02) e até o dia 08 de março, para mais de 100 agentes de viagens durante o 2º Integra BWT. A ação é organizada pela BWT Operadora, com apoio do Governo do Paraná, através da Secretaria do Turismo e do Viaje Paraná. Ao todo, serão sete dias de imersão por pontos turísticos. Os participantes terão acesso aos atrativos e também informações sobre a gastronomia para que ofereçam pacotes mais qualificados. 

Os 100 agentes e profissionais trabalham em Ribeirão Preto (SP), São Paulo (SP), Porto Alegre (RS), Rio de Janeiro (RJ), Brasília (DF), Vitória (ES), Campinas (SP), Campo Grande (MS) e Belo Horizonte (MG).

Na segunda-feira (04), o secretário do Turismo, Márcio Nunes, participa da capacitação em Matinhos, no Litoral. O dia será de troca de experiências e rodada de negócios entre os participantes. “Estamos apresentando nossos produtos estruturados para o turismo em diversas feiras e eventos nacionais e internacionais. Nosso foco é contar ao mundo que temos potencial e que podemos fazer parte, ainda mais, do roteiro dos turistas de todas as origens”, afirma.

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2º INTEGRA BWT – Este é segundo ano em que a Operadora BWT oferece um circuito a profissionais do setor. No ano passado, o destino foi a região de Bonito, no Mato Grosso do Sul. A programação começa com o passeio dentro do trem da empresa Serra Verde Express, em um curto trajeto pela Capital com jantar personalizado. No domingo (03), o grupo se concentra em Morretes para um tour pela cidade, com hospedagem na região. Na segunda-feira (04), todos participam de um dia de capacitações e rodadas de negócios no Sesc Caiobá. 

Também estão previstas visitas à Ilha do Mel, Buraco do Padre, Parque Vila Velha e Colônia Witmarsun. Em Curitiba, o grupo vai ao tradicional Restaurante Madalosso, no bairro Santa Felicidade, e o Bar do Alemão, no Largo da Ordem

Adonai Arruda Filho, CEO da BWT Operadora, explica que a ideia da imersão é despertar nas agências de turismo o potencial de vendas no Paraná. “Toda essa movimentação gera um grande fluxo de comunicação, especialmente nas redes sociais. Essa mídia espontânea, no ano passado, promoveu muitas vendas para o Mato Grosso do Sul em função desse grande compartilhamento de conteúdo e capacitação”, afirma.

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“Reunimos parceiros, governos, prefeituras e o trade turístico para treinar esses profissionais responsáveis por divulgar e comercializar os destinos no Brasil inteiro”, complementa Gabriel Cordeiro, diretor-geral da BWT. 

A programação completa pode ser consultada AQUI.

Fonte: Governo PR

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Sanepar resgata animais e faz replantio de vegetação na Barragem Miringuava

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A Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) realiza desde janeiro o resgate da flora e fauna na Barragem Miringuava, em São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba. Mais de 300 animais foram resgatados, realocados ou afugentados. São cerca de 30 profissionais atuando no resgate, entre veterinários, biólogos, engenheiros florestais e técnicos.

Com capacidade para 38,2 bilhões de litros, o reservatório teve a desocupação da área verde autorizada em setembro de 2024 pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e licença emitida pelo IAT (Instituto Água e Terra). Estudos prévios à obra identificaram as principais espécies de vegetação e animais da região para preservar a fauna e a flora. 

Até agora, cerca de 30 hectares da área a ser inundada já tiveram a vegetação suprimida. Além disso, também está em andamento a execução dos novos acessos no entorno do futuro reservatório.

PROTEÇÃO E COMPENSAÇÃO AMBIENTAL – No entorno da futura represa são realizadas ações de recuperação e enriquecimento ambiental. As áreas antes usadas para pastagens e agricultura são restauradas com mudas de árvores nativas da região. No interior do reservatório são resgatados outros animais e plantas e realocados para áreas mais vegetadas. 

Com o trabalho, além de recuperar a área, a Sanepar possibilita uma compensação ambiental superior ao que será suprimido pela barragem. Com a medida, a Companhia compensará em torno de 700 hectares. Isso corresponde a uma área 62,6% maior à que será utilizada para a reserva de água. Ao todo, o reservatório ocupará 430,6 hectares.

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O engenheiro florestal da Sanepar Aurélio Lourenço Rodrigues explica que a região é rica em vegetação e abriga desde espécies comuns, como variações de orquídeas, até raras, como os xaxins. Essas espécies são fixadas em outras árvores ou no próprio solo, o que garante a manutenção da biodiversidade destes grupos.

Rodrigues destaca que a prioridade é a preservação das espécies em risco de extinção. “O trabalho precisa ser minucioso. Embora o abastecimento de água seja de grande interesse público, ele causa impacto. Nosso papel é minimizá-lo, garantindo proteção e sobrevida às espécies mais raras após a implantação do reservatório.”

CUIDADO DE ANIMAIS SILVESTRES –  Além dos animais realocados para as áreas de soltura, foram 75 animais afugentados, quando é feito o acompanhamento daqueles que se deslocam naturalmente, e 62 atendimentos veterinários no Centro de Triagem de Animais Silvestres (CETAS) e na base de atendimento móvel. Outros 12 animais foram destinados ao Museu de História Natural para fins científicos. Os principais animais resgatados são anfíbios e répteis, como cobras e sapos.

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A bióloga e gestora socioambiental da Sanepar, Ana Cristina Rego Barros, explica que a equipe avalia a condição dos animais resgatados. “Se ele está em condição física e a comportamental íntegra, retorna para as áreas de soltura. Quando se observa algum ferimento, ele é atendido pela equipe de veterinários, avaliado, tratado e depois realocado.” 

Ana Cristina explica que as cobras peçonhentas, sobretudo as jararacas, abundantes na região, são encaminhadas ao Centro de Produção de Imunobiológicos (CPPI), instituição ligada à secretaria estadual da Saúde, para a produção de soro antiofídico. Isso porque a sua soltura na região pode oferecer risco aos moradores.

Antes do corte das árvores, as equipes também fazem a coleta de colmeias de abelhas nativas sem ferrão e as realocam para o Núcleo de Conservação de Abelhas Nativas. Atualmente, são monitoradas nove colmeias.

“Todo o trabalho é feito em conjunto e simultaneamente com o trabalho de supressão da flora. A área que será suprimida em um determinado momento, passa por vistoria prévia pelas equipes de resgate, que atuam buscando as plantas de interesse para a realocação, como as ameaçadas de extinção e vestígios da fauna para afugentamento e resgate”, destaca a especialista.

Relembre o início das obras da última etapa da Barragem do Miringuava AQUI.

Fonte: Governo PR

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