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Estado realiza workshops sobre inovação no Summit Iguassu Valley, em Foz do Iguaçu

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O Governo do Paraná, através da Secretaria da Inovação, Modernização e Transformação Digital (SEI), realizou workshops práticos e painéis teóricos no Summit Iguassu Valley, evento de inovação e tecnologia voltado para negócios, realizado entre 14 e 15 de junho, em Foz do Iguaçu.

A feira é uma iniciativa do Ecossistema Iguassu Valley, vencedor em 2022 do Prêmio Nacional de Inovação como melhor ecossistema do Brasil. Através do evento, empresas e startups possibilitam conexões para desenvolvimento de projetos que contemplam diferentes áreas, como educação, segurança, agronegócio, entre outros. O encontro reuniu entidades do setor privado, universidades, municípios e o Estado.

O secretário da Inovação, Modernização e Transformação Digital, Marcelo Rangel, realizou um painel com o subsecretário da Inovação do Espírito Santo, Marcelo Vivacqua, voltado para inovações no setor público e governo digital. “Os eventos de ecossistemas são importantes justamente para as entidades se conectarem. Desta forma surgem soluções e ideias tanto para o governo quanto pra as empresas. Os países mais digitais e tecnológicos do mundo atuam desta forma e investem pesado em inovação”, afirmou.

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Em uma das palestras realizadas pelo governo, o assessor técnico da SEI, Márcio Hauagge, ministrou um workshop para os alunos do Colégio Estadual Paulo Freire sobre impressões em 3D. “É importante levar para os jovens a experiência da tecnologia na prática, justamente para eles verem e entenderem como funciona. Conseguimos imprimir em tempo real um objeto simples de plástico durante a palestra”, explicou.

O Estado também participou de um painel com representantes do setor público para explicar as novas leis do setor, como o Marco Legal das Startups (lei complementar nº 182/21), e a Lei de Inovação do Paraná (lei estadual nº 20.541/21), regulamentada em abril deste ano pelo governador Carlos Massa Ratinho Junior. Na última semana, a SEI também promoveu um seminário para capacitar servidores sobre as leis de contratação de inovação.

“Estamos ressaltando a importância de os gestores entenderem melhor essas leis, justamente por ainda ser uma novidade no Brasil. O objetivo é aumentar as contratações de tecnologia para implementação de utilidades públicas essenciais”, afirmou o coordenador técnico da SEI, Gustavo Laroca, que ministrou esse painel sobre as leis de inovação.

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Fonte: Governo PR

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Sanepar resgata animais e faz replantio de vegetação na Barragem Miringuava

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A Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) realiza desde janeiro o resgate da flora e fauna na Barragem Miringuava, em São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba. Mais de 300 animais foram resgatados, realocados ou afugentados. São cerca de 30 profissionais atuando no resgate, entre veterinários, biólogos, engenheiros florestais e técnicos.

Com capacidade para 38,2 bilhões de litros, o reservatório teve a desocupação da área verde autorizada em setembro de 2024 pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e licença emitida pelo IAT (Instituto Água e Terra). Estudos prévios à obra identificaram as principais espécies de vegetação e animais da região para preservar a fauna e a flora. 

Até agora, cerca de 30 hectares da área a ser inundada já tiveram a vegetação suprimida. Além disso, também está em andamento a execução dos novos acessos no entorno do futuro reservatório.

PROTEÇÃO E COMPENSAÇÃO AMBIENTAL – No entorno da futura represa são realizadas ações de recuperação e enriquecimento ambiental. As áreas antes usadas para pastagens e agricultura são restauradas com mudas de árvores nativas da região. No interior do reservatório são resgatados outros animais e plantas e realocados para áreas mais vegetadas. 

Com o trabalho, além de recuperar a área, a Sanepar possibilita uma compensação ambiental superior ao que será suprimido pela barragem. Com a medida, a Companhia compensará em torno de 700 hectares. Isso corresponde a uma área 62,6% maior à que será utilizada para a reserva de água. Ao todo, o reservatório ocupará 430,6 hectares.

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O engenheiro florestal da Sanepar Aurélio Lourenço Rodrigues explica que a região é rica em vegetação e abriga desde espécies comuns, como variações de orquídeas, até raras, como os xaxins. Essas espécies são fixadas em outras árvores ou no próprio solo, o que garante a manutenção da biodiversidade destes grupos.

Rodrigues destaca que a prioridade é a preservação das espécies em risco de extinção. “O trabalho precisa ser minucioso. Embora o abastecimento de água seja de grande interesse público, ele causa impacto. Nosso papel é minimizá-lo, garantindo proteção e sobrevida às espécies mais raras após a implantação do reservatório.”

CUIDADO DE ANIMAIS SILVESTRES –  Além dos animais realocados para as áreas de soltura, foram 75 animais afugentados, quando é feito o acompanhamento daqueles que se deslocam naturalmente, e 62 atendimentos veterinários no Centro de Triagem de Animais Silvestres (CETAS) e na base de atendimento móvel. Outros 12 animais foram destinados ao Museu de História Natural para fins científicos. Os principais animais resgatados são anfíbios e répteis, como cobras e sapos.

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A bióloga e gestora socioambiental da Sanepar, Ana Cristina Rego Barros, explica que a equipe avalia a condição dos animais resgatados. “Se ele está em condição física e a comportamental íntegra, retorna para as áreas de soltura. Quando se observa algum ferimento, ele é atendido pela equipe de veterinários, avaliado, tratado e depois realocado.” 

Ana Cristina explica que as cobras peçonhentas, sobretudo as jararacas, abundantes na região, são encaminhadas ao Centro de Produção de Imunobiológicos (CPPI), instituição ligada à secretaria estadual da Saúde, para a produção de soro antiofídico. Isso porque a sua soltura na região pode oferecer risco aos moradores.

Antes do corte das árvores, as equipes também fazem a coleta de colmeias de abelhas nativas sem ferrão e as realocam para o Núcleo de Conservação de Abelhas Nativas. Atualmente, são monitoradas nove colmeias.

“Todo o trabalho é feito em conjunto e simultaneamente com o trabalho de supressão da flora. A área que será suprimida em um determinado momento, passa por vistoria prévia pelas equipes de resgate, que atuam buscando as plantas de interesse para a realocação, como as ameaçadas de extinção e vestígios da fauna para afugentamento e resgate”, destaca a especialista.

Relembre o início das obras da última etapa da Barragem do Miringuava AQUI.

Fonte: Governo PR

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