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Estado libera R$ 12 milhões para pavimentação de vias rurais em São José dos Pinhais

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O governador Carlos Massa Ratinho Junior anunciou nesta terça-feira (12) a liberação de R$ 12 milhões para a pavimentação de duas importantes vias de São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba. Os recursos são financiados pela Secretaria de Estado das Cidades e serão utilizados para melhoria da estrutura da Estrada da Roseira, na região da Borda do Campo, e da Rua Zancheta Filho, na Cachoeira de São José.

“Este convênio de praticamente R$ 12 milhões vai beneficiar especialmente a Borda do Campo, que é uma região que cresceu muito em São José dos Pinhais, além de outros moradores que transitam pelas áreas rurais do município diariamente”, afirmou Ratinho Junior durante o anúncio, feito ao lado da prefeita Nina Singer.

“Este é mais um investimento, que soma a outros feitos em São José dos Pinhais, como o Viaduto do Bradesco, o Ambulatório Médico de Especialidades (AME) e o novo terminal de ônibus metropolitano Afonso Pena”, acrescentou o governador.

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O trecho a ser pavimentado na Estrada da Roseira terá cerca de 3,1 quilômetros, iniciando a partir da Rua Manoel Pires Cordeiro. A intenção da Prefeitura é estabelecer novos convênios com o Governo do Estado assim que a obra seja concluída para pavimentar todos os trechos da estrada.

“Vamos dividir essa obra em três etapas, totalizando nove quilômetros de pavimento, começando com o trecho que liga a Borda do Campo, onde já residem quase 40 mil pessoas, ao Pinheiro Seco, que é uma área mais rural”, disse a prefeita.

No caso da Rua José Zancheta Filho, serão 2,5 quilômetros de novos pavimentos instalados a partir do cruzamento com a Rua Benjamim Negosek. A região é repleta de chácaras, que serão beneficiadas com o maior fluxo de turistas, e de famílias de pequenos agricultores, que terão mais facilidade para o transporte da produção.

Segundo a prefeita, as obras das estradas eram aguardadas pela população de ambas as regiões há muitos anos. “São intervenções que vão dar mobilidade para os nossos agricultores, mas a nossa intenção também é promover o desenvolvimento econômico da região estimulando o turismo rural em São José dos Pinhais”, explicou.

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APOIO TÉCNICO – De acordo com a superintendente executiva do Paranacidade, Camila Mileke Scucato, o órgão, que atua como agente técnico-operacional da Secretaria de Estado das Cidades, dá suporte técnico e jurídico aos municípios durante todas as etapas do processo. “O Paranacidade conta com engenheiros e advogados para fazer toda a análise técnica dos projetos, das licitações, além do acompanhamento e supervisão das obras”, disse.

“Na última semana, batemos a meta de R$ 1 bilhão em recursos do Tesouro e repassados pela Assembleia Legislativa (Alep) e que foram efetivamente direcionados aos municípios para obras e equipamentos públicos, beneficiando a população das cidades, que é o objetivo de existência do órgão”, acrescentou a superintende do Paranacidade.

PRESENÇAS – Além do governador e da prefeita, os deputados estaduais Thiago Bührer e Samuel Dantas também participaram do anúncio.

Fonte: Governo PR

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Sanepar resgata animais e faz replantio de vegetação na Barragem Miringuava

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A Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) realiza desde janeiro o resgate da flora e fauna na Barragem Miringuava, em São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba. Mais de 300 animais foram resgatados, realocados ou afugentados. São cerca de 30 profissionais atuando no resgate, entre veterinários, biólogos, engenheiros florestais e técnicos.

Com capacidade para 38,2 bilhões de litros, o reservatório teve a desocupação da área verde autorizada em setembro de 2024 pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e licença emitida pelo IAT (Instituto Água e Terra). Estudos prévios à obra identificaram as principais espécies de vegetação e animais da região para preservar a fauna e a flora. 

Até agora, cerca de 30 hectares da área a ser inundada já tiveram a vegetação suprimida. Além disso, também está em andamento a execução dos novos acessos no entorno do futuro reservatório.

PROTEÇÃO E COMPENSAÇÃO AMBIENTAL – No entorno da futura represa são realizadas ações de recuperação e enriquecimento ambiental. As áreas antes usadas para pastagens e agricultura são restauradas com mudas de árvores nativas da região. No interior do reservatório são resgatados outros animais e plantas e realocados para áreas mais vegetadas. 

Com o trabalho, além de recuperar a área, a Sanepar possibilita uma compensação ambiental superior ao que será suprimido pela barragem. Com a medida, a Companhia compensará em torno de 700 hectares. Isso corresponde a uma área 62,6% maior à que será utilizada para a reserva de água. Ao todo, o reservatório ocupará 430,6 hectares.

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O engenheiro florestal da Sanepar Aurélio Lourenço Rodrigues explica que a região é rica em vegetação e abriga desde espécies comuns, como variações de orquídeas, até raras, como os xaxins. Essas espécies são fixadas em outras árvores ou no próprio solo, o que garante a manutenção da biodiversidade destes grupos.

Rodrigues destaca que a prioridade é a preservação das espécies em risco de extinção. “O trabalho precisa ser minucioso. Embora o abastecimento de água seja de grande interesse público, ele causa impacto. Nosso papel é minimizá-lo, garantindo proteção e sobrevida às espécies mais raras após a implantação do reservatório.”

CUIDADO DE ANIMAIS SILVESTRES –  Além dos animais realocados para as áreas de soltura, foram 75 animais afugentados, quando é feito o acompanhamento daqueles que se deslocam naturalmente, e 62 atendimentos veterinários no Centro de Triagem de Animais Silvestres (CETAS) e na base de atendimento móvel. Outros 12 animais foram destinados ao Museu de História Natural para fins científicos. Os principais animais resgatados são anfíbios e répteis, como cobras e sapos.

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A bióloga e gestora socioambiental da Sanepar, Ana Cristina Rego Barros, explica que a equipe avalia a condição dos animais resgatados. “Se ele está em condição física e a comportamental íntegra, retorna para as áreas de soltura. Quando se observa algum ferimento, ele é atendido pela equipe de veterinários, avaliado, tratado e depois realocado.” 

Ana Cristina explica que as cobras peçonhentas, sobretudo as jararacas, abundantes na região, são encaminhadas ao Centro de Produção de Imunobiológicos (CPPI), instituição ligada à secretaria estadual da Saúde, para a produção de soro antiofídico. Isso porque a sua soltura na região pode oferecer risco aos moradores.

Antes do corte das árvores, as equipes também fazem a coleta de colmeias de abelhas nativas sem ferrão e as realocam para o Núcleo de Conservação de Abelhas Nativas. Atualmente, são monitoradas nove colmeias.

“Todo o trabalho é feito em conjunto e simultaneamente com o trabalho de supressão da flora. A área que será suprimida em um determinado momento, passa por vistoria prévia pelas equipes de resgate, que atuam buscando as plantas de interesse para a realocação, como as ameaçadas de extinção e vestígios da fauna para afugentamento e resgate”, destaca a especialista.

Relembre o início das obras da última etapa da Barragem do Miringuava AQUI.

Fonte: Governo PR

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