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Estado lança programa “Trilhando pelo Paraná”, que levará arte circense a pequenos municípios

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O Governo do Estado, por meio da Secretaria da Cultura, lançou nesta quarta-feira (31) no Teatro Zé Maria, em Curitiba, o programa Trilhando pelo Paraná, iniciativa em parceria com o governo federal. O programa promoverá a circulação de espetáculos circenses voltados para o público de 100 municípios de todo o Estado. O cronograma com as cidades será divulgado em breve.

Dez companhias que atuam nas artes circenses foram selecionadas pelo edital e a partir do mês de agosto levarão a alegria e a fantasia do circo gratuitamente para as famílias, fomentando a circulação de bens culturais e reforçando a importância das artes circenses para o desenvolvimento da confiança, da escuta, do conhecimento de si e do outro e da superação de limites.

A iniciativa atende aos objetivos de democratização e descentralização da cultura descritos no Plano Estadual de Cultura pactuado pela atual gestão. O lançamento contou com a participação da primeira-dama do Estado e presidente do Conselho de Ação Solidária, Luciana Saito Massa, da secretária da Cultura, Luciana Casagrande Pereira Ferreira, prefeitos e gestores de cultura de municípios com menos de 5 mil habitantes que receberão o programa.

A secretária da Cultura lembrou que a experiência do circo passa de geração em geração e conclamou os gestores municipais ao envolvimento para receber e divulgar o projeto em suas localidades. “Abraçamos a missão de proporcionar aos municípios do Paraná atrações culturais que levam entretenimento e educação por meio da arte para crianças, jovens e adultos. Para citar os mais recentes: Cinema na Praça e Crianças no Teatro, dois projetos de extremo êxito e dos quais muito nos orgulhamos”, disse Luciana.

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O circo contribui para uma educação mais lúdica, gerando sujeitos mais críticos, propositivos, criativos, sensíveis e expressivos. A primeira-dama do Estado lembrou que o circo também é capaz de deixar a vida mais leve e destacou a iniciativa, que vai ao encontro das políticas públicas da gestão.

“Tenho andado e conversado com muitos gestores, vejo que as políticas públicas culturais realmente estão chegando. O que o governador idealizou está sendo concretizado. O Trilhando pelo Paraná será mais um desses momentos prazerosos com arte para as famílias”, afirmou Luciana.

Secretária de Educação, Cultura, Esporte e Turismo de Iracema do Oeste, Izabella Castro Guelfi afirmou que o programa terá grande importância para o seu município, que tem quase 3 mil habitantes. “Muitas vezes, com recurso próprio a gente não consegue proporcionar tantas oportunidades de cultura aos nossos moradoes”, afirmou.

Chamada para representar os municípios no palco, a prefeita de Iracema do Oeste, Elza Haase, também comemorou o que chamou de “surpresa” vinda do Governo do Estado. “É muito lindo saber desse projeto que vai se estender por muitos municípios”, acrescentou

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ESPETÁCULOS – Os espetáculos participantes são: “Isaac Newton e o Enigma da Floresta”, de Gilberto Bastos Pereira; “Lendas Ciganas – Sopa de Pedras – Uma lenda da tradição oral cigana”, de Neiva Camargo da Silva Iovanovitch Promoções Artísticas; “Piska Piska 30 anos transportando cultura”, de Gilson Marcos Pereira de Oliveira; “Cia. Os Palhaços de Rua Apresenta: Números”, de Edvaldo Manoel dos Santos Junior  Produções; “Karingana ua Karingana! Histórias de Áfricas”, da Baquetá Produções Artísticas; “O Melhor Show do Mundo”, de Tiago Marques da Silva; “O show não pode parar”, de Aspart – Associação dos Profissionais da Área Artística do Paraná; “Gran Circo Stopim”, do Espaço Cultural dos Palhaços; “O Fabuloso Circo Acessível”, de Flaviana Nunes da Silva Zanoni; e “Triolé Fora da Estrada”, da Triolé.

Fonte: Governo PR

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Sanepar resgata animais e faz replantio de vegetação na Barragem Miringuava

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A Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) realiza desde janeiro o resgate da flora e fauna na Barragem Miringuava, em São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba. Mais de 300 animais foram resgatados, realocados ou afugentados. São cerca de 30 profissionais atuando no resgate, entre veterinários, biólogos, engenheiros florestais e técnicos.

Com capacidade para 38,2 bilhões de litros, o reservatório teve a desocupação da área verde autorizada em setembro de 2024 pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e licença emitida pelo IAT (Instituto Água e Terra). Estudos prévios à obra identificaram as principais espécies de vegetação e animais da região para preservar a fauna e a flora. 

Até agora, cerca de 30 hectares da área a ser inundada já tiveram a vegetação suprimida. Além disso, também está em andamento a execução dos novos acessos no entorno do futuro reservatório.

PROTEÇÃO E COMPENSAÇÃO AMBIENTAL – No entorno da futura represa são realizadas ações de recuperação e enriquecimento ambiental. As áreas antes usadas para pastagens e agricultura são restauradas com mudas de árvores nativas da região. No interior do reservatório são resgatados outros animais e plantas e realocados para áreas mais vegetadas. 

Com o trabalho, além de recuperar a área, a Sanepar possibilita uma compensação ambiental superior ao que será suprimido pela barragem. Com a medida, a Companhia compensará em torno de 700 hectares. Isso corresponde a uma área 62,6% maior à que será utilizada para a reserva de água. Ao todo, o reservatório ocupará 430,6 hectares.

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O engenheiro florestal da Sanepar Aurélio Lourenço Rodrigues explica que a região é rica em vegetação e abriga desde espécies comuns, como variações de orquídeas, até raras, como os xaxins. Essas espécies são fixadas em outras árvores ou no próprio solo, o que garante a manutenção da biodiversidade destes grupos.

Rodrigues destaca que a prioridade é a preservação das espécies em risco de extinção. “O trabalho precisa ser minucioso. Embora o abastecimento de água seja de grande interesse público, ele causa impacto. Nosso papel é minimizá-lo, garantindo proteção e sobrevida às espécies mais raras após a implantação do reservatório.”

CUIDADO DE ANIMAIS SILVESTRES –  Além dos animais realocados para as áreas de soltura, foram 75 animais afugentados, quando é feito o acompanhamento daqueles que se deslocam naturalmente, e 62 atendimentos veterinários no Centro de Triagem de Animais Silvestres (CETAS) e na base de atendimento móvel. Outros 12 animais foram destinados ao Museu de História Natural para fins científicos. Os principais animais resgatados são anfíbios e répteis, como cobras e sapos.

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A bióloga e gestora socioambiental da Sanepar, Ana Cristina Rego Barros, explica que a equipe avalia a condição dos animais resgatados. “Se ele está em condição física e a comportamental íntegra, retorna para as áreas de soltura. Quando se observa algum ferimento, ele é atendido pela equipe de veterinários, avaliado, tratado e depois realocado.” 

Ana Cristina explica que as cobras peçonhentas, sobretudo as jararacas, abundantes na região, são encaminhadas ao Centro de Produção de Imunobiológicos (CPPI), instituição ligada à secretaria estadual da Saúde, para a produção de soro antiofídico. Isso porque a sua soltura na região pode oferecer risco aos moradores.

Antes do corte das árvores, as equipes também fazem a coleta de colmeias de abelhas nativas sem ferrão e as realocam para o Núcleo de Conservação de Abelhas Nativas. Atualmente, são monitoradas nove colmeias.

“Todo o trabalho é feito em conjunto e simultaneamente com o trabalho de supressão da flora. A área que será suprimida em um determinado momento, passa por vistoria prévia pelas equipes de resgate, que atuam buscando as plantas de interesse para a realocação, como as ameaçadas de extinção e vestígios da fauna para afugentamento e resgate”, destaca a especialista.

Relembre o início das obras da última etapa da Barragem do Miringuava AQUI.

Fonte: Governo PR

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