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Estado inicia curso de aperfeiçoamento em auditoria do SUS para servidores municipais

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A Secretaria de Estado da Saúde (Sesa), por meio da Escola de Saúde Pública do Paraná (ESPP), iniciou nesta segunda-feira (28) o Curso de Aperfeiçoamento em Auditoria do Sistema Único de Saúde (SUS) para servidores municipais. A capacitação também já foi realizada para servidores da Sesa.

O objetivo é formar auditores para garantir a qualidade assistencial dos serviços com custo real, dado o crescente avanço tecnológico, que exige dos profissionais uma nova dinâmica na avaliação da prestação de serviços, voltada para a defesa da assistência e redução dos custos sem comprometimento da qualidade.

“A auditoria é um processo de auxílio e identificação de eventuais riscos no processo de gestão que protege tanto o recurso público quanto a execução do serviço que é prestado ao paciente”, afirmou o secretário de Estado da Saúde, Beto Preto. “Trabalhar em parceria com os municípios é uma das bandeiras do governador Ratinho Junior e esse curso é mais uma ação que reforça a necessidade de inovação e educação permanente em prol dos nossos paranaenses”.

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Ao todo, 106 profissionais se inscreveram, sendo 103 servidores públicos com formação em nível superior, que atuam nas secretarias municipais de Saúde nas áreas de regulação, controle, avaliação e auditoria do SUS e três apoiadores do Conselho de Secretarias Municipais de Saúde do Paraná (Cosems).

“Sou defensor do auditor porque entendo que é necessário termos esse profissional junto à gestão municipal, trabalhando em parceria com o Estado, e por isso gostaria de enaltecer a sensibilidade da Sesa em proporcionar essa capacitação tão necessária para os municípios”, disse o presidente do Cosems e secretário municipal de Saúde de Mangueirinha, Ivoliciano Leonarchik.

O curso é dividido em três módulos: auditoria baseada em riscos, operacionalização dos processos de trabalho e auditoria e módulo complementar. A carga horária é de 200 horas, com previsão de término em maio de 2023, e a modalidade é a distância com tutoria e encontros presenciais.

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PRESENÇAS – Participaram do evento virtual a diretora interina da ESPP, Solange Rothbarth Bara; o diretor de Gestão em Saúde da Sesa, Vinícius Filipak; o diretor-presidente da Fundação Estatal de Atenção em Saúde do Estado do Paraná (Funeas), Marcello Augusto Machado; a coordenadora de Auditoria, Avaliação e Monitoramento da Sesa, Maria Lourdes Krolikovski; a chefe de Divisão de Ensino Superior da ESPP, Priscila Meyenberg Cunha Sade, e alunos do curso.

Fonte: Governo do Paraná

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Sanepar resgata animais e faz replantio de vegetação na Barragem Miringuava

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A Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) realiza desde janeiro o resgate da flora e fauna na Barragem Miringuava, em São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba. Mais de 300 animais foram resgatados, realocados ou afugentados. São cerca de 30 profissionais atuando no resgate, entre veterinários, biólogos, engenheiros florestais e técnicos.

Com capacidade para 38,2 bilhões de litros, o reservatório teve a desocupação da área verde autorizada em setembro de 2024 pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e licença emitida pelo IAT (Instituto Água e Terra). Estudos prévios à obra identificaram as principais espécies de vegetação e animais da região para preservar a fauna e a flora. 

Até agora, cerca de 30 hectares da área a ser inundada já tiveram a vegetação suprimida. Além disso, também está em andamento a execução dos novos acessos no entorno do futuro reservatório.

PROTEÇÃO E COMPENSAÇÃO AMBIENTAL – No entorno da futura represa são realizadas ações de recuperação e enriquecimento ambiental. As áreas antes usadas para pastagens e agricultura são restauradas com mudas de árvores nativas da região. No interior do reservatório são resgatados outros animais e plantas e realocados para áreas mais vegetadas. 

Com o trabalho, além de recuperar a área, a Sanepar possibilita uma compensação ambiental superior ao que será suprimido pela barragem. Com a medida, a Companhia compensará em torno de 700 hectares. Isso corresponde a uma área 62,6% maior à que será utilizada para a reserva de água. Ao todo, o reservatório ocupará 430,6 hectares.

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O engenheiro florestal da Sanepar Aurélio Lourenço Rodrigues explica que a região é rica em vegetação e abriga desde espécies comuns, como variações de orquídeas, até raras, como os xaxins. Essas espécies são fixadas em outras árvores ou no próprio solo, o que garante a manutenção da biodiversidade destes grupos.

Rodrigues destaca que a prioridade é a preservação das espécies em risco de extinção. “O trabalho precisa ser minucioso. Embora o abastecimento de água seja de grande interesse público, ele causa impacto. Nosso papel é minimizá-lo, garantindo proteção e sobrevida às espécies mais raras após a implantação do reservatório.”

CUIDADO DE ANIMAIS SILVESTRES –  Além dos animais realocados para as áreas de soltura, foram 75 animais afugentados, quando é feito o acompanhamento daqueles que se deslocam naturalmente, e 62 atendimentos veterinários no Centro de Triagem de Animais Silvestres (CETAS) e na base de atendimento móvel. Outros 12 animais foram destinados ao Museu de História Natural para fins científicos. Os principais animais resgatados são anfíbios e répteis, como cobras e sapos.

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A bióloga e gestora socioambiental da Sanepar, Ana Cristina Rego Barros, explica que a equipe avalia a condição dos animais resgatados. “Se ele está em condição física e a comportamental íntegra, retorna para as áreas de soltura. Quando se observa algum ferimento, ele é atendido pela equipe de veterinários, avaliado, tratado e depois realocado.” 

Ana Cristina explica que as cobras peçonhentas, sobretudo as jararacas, abundantes na região, são encaminhadas ao Centro de Produção de Imunobiológicos (CPPI), instituição ligada à secretaria estadual da Saúde, para a produção de soro antiofídico. Isso porque a sua soltura na região pode oferecer risco aos moradores.

Antes do corte das árvores, as equipes também fazem a coleta de colmeias de abelhas nativas sem ferrão e as realocam para o Núcleo de Conservação de Abelhas Nativas. Atualmente, são monitoradas nove colmeias.

“Todo o trabalho é feito em conjunto e simultaneamente com o trabalho de supressão da flora. A área que será suprimida em um determinado momento, passa por vistoria prévia pelas equipes de resgate, que atuam buscando as plantas de interesse para a realocação, como as ameaçadas de extinção e vestígios da fauna para afugentamento e resgate”, destaca a especialista.

Relembre o início das obras da última etapa da Barragem do Miringuava AQUI.

Fonte: Governo PR

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