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Estado disponibiliza novos espaços de atendimento do SAS para servidores públicos

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Com o objetivo de acolher dúvidas e eventuais reclamações sobre o Sistema de Assistência à Saúde (SAS), o Departamento de Saúde do Servidor, da Secretaria estadual da Administração e da Previdência, lançou, em 2023, as Centrais de Atendimento Presenciais do SAS. Os espaços funcionam nos hospitais de referência para o atendimento dos servidores públicos estaduais.

Segundo a chefe do departamento, Fercea Maciel, o objetivo é orientar o servidor que busca atendimento de saúde nos hospitais conveniados de maneira mais próxima e humanizada. “Entendemos que tudo o que envolve saúde é sensível e urgente. As salas presenciais serão um amparo imediato que o servidor encontrará para fazer os encaminhamentos necessários. É um trabalho de orientação e cuidado”, explica.

O atendimento do SAS é dividido em 15 macrorregiões do Paraná. A Central de Atendimento já está funcionando em oito delas (Curitiba, Londrina, Guarapuava, Foz do Iguaçu, Pato Branco, Jacarezinho, Maringá e Campo Mourão). Até junho, as macrorregiões de Ponta Grossa, União da Vitória e Umuarama também contarão com o espaço de atendimento.

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As salas presenciais funcionam de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h. Além do apoio aos servidores que buscam atendimento e orientação para formalização de dúvidas e reclamações no sistema eletrônico da ouvidoria do SAS, o atendimento local também será responsável pela fiscalização periódica (funcionamento e qualidade do atendimento) do prestador de serviço contratado pelo Estado.

OUVIDORIA ONLINE – O Sistema de Assistência à Saúde é um benefício do servidor paranaense e seus dependentes legais, sem nenhuma contrapartida financeira do funcionário. Para registrar queixas, sugestões de melhorias e elogios, é importante que o servidor faça um registro oficial por meio da Ouvidoria online do SAS.

As solicitações são direcionadas à equipe do Departamento da Saúde do Servidor e são fundamentais para o registro das ocorrências e a garantia do cumprimento dos contratos com os fornecedores de serviço. O servidor recebe o primeiro retorno em um dia útil, e o hospital também é acionado.

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O SAS atendeu mais de 150 mil pessoas em 2022, e o número de procedimentos realizados por meio do benefício ultrapassou os dois 2 milhões no período. De janeiro a março de 2023, já foram cerca de 89.697 atendimentos e 492.813 procedimentos.

Fonte: Governo PR

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PARANÁ

Sanepar resgata animais e faz replantio de vegetação na Barragem Miringuava

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A Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) realiza desde janeiro o resgate da flora e fauna na Barragem Miringuava, em São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba. Mais de 300 animais foram resgatados, realocados ou afugentados. São cerca de 30 profissionais atuando no resgate, entre veterinários, biólogos, engenheiros florestais e técnicos.

Com capacidade para 38,2 bilhões de litros, o reservatório teve a desocupação da área verde autorizada em setembro de 2024 pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e licença emitida pelo IAT (Instituto Água e Terra). Estudos prévios à obra identificaram as principais espécies de vegetação e animais da região para preservar a fauna e a flora. 

Até agora, cerca de 30 hectares da área a ser inundada já tiveram a vegetação suprimida. Além disso, também está em andamento a execução dos novos acessos no entorno do futuro reservatório.

PROTEÇÃO E COMPENSAÇÃO AMBIENTAL – No entorno da futura represa são realizadas ações de recuperação e enriquecimento ambiental. As áreas antes usadas para pastagens e agricultura são restauradas com mudas de árvores nativas da região. No interior do reservatório são resgatados outros animais e plantas e realocados para áreas mais vegetadas. 

Com o trabalho, além de recuperar a área, a Sanepar possibilita uma compensação ambiental superior ao que será suprimido pela barragem. Com a medida, a Companhia compensará em torno de 700 hectares. Isso corresponde a uma área 62,6% maior à que será utilizada para a reserva de água. Ao todo, o reservatório ocupará 430,6 hectares.

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O engenheiro florestal da Sanepar Aurélio Lourenço Rodrigues explica que a região é rica em vegetação e abriga desde espécies comuns, como variações de orquídeas, até raras, como os xaxins. Essas espécies são fixadas em outras árvores ou no próprio solo, o que garante a manutenção da biodiversidade destes grupos.

Rodrigues destaca que a prioridade é a preservação das espécies em risco de extinção. “O trabalho precisa ser minucioso. Embora o abastecimento de água seja de grande interesse público, ele causa impacto. Nosso papel é minimizá-lo, garantindo proteção e sobrevida às espécies mais raras após a implantação do reservatório.”

CUIDADO DE ANIMAIS SILVESTRES –  Além dos animais realocados para as áreas de soltura, foram 75 animais afugentados, quando é feito o acompanhamento daqueles que se deslocam naturalmente, e 62 atendimentos veterinários no Centro de Triagem de Animais Silvestres (CETAS) e na base de atendimento móvel. Outros 12 animais foram destinados ao Museu de História Natural para fins científicos. Os principais animais resgatados são anfíbios e répteis, como cobras e sapos.

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A bióloga e gestora socioambiental da Sanepar, Ana Cristina Rego Barros, explica que a equipe avalia a condição dos animais resgatados. “Se ele está em condição física e a comportamental íntegra, retorna para as áreas de soltura. Quando se observa algum ferimento, ele é atendido pela equipe de veterinários, avaliado, tratado e depois realocado.” 

Ana Cristina explica que as cobras peçonhentas, sobretudo as jararacas, abundantes na região, são encaminhadas ao Centro de Produção de Imunobiológicos (CPPI), instituição ligada à secretaria estadual da Saúde, para a produção de soro antiofídico. Isso porque a sua soltura na região pode oferecer risco aos moradores.

Antes do corte das árvores, as equipes também fazem a coleta de colmeias de abelhas nativas sem ferrão e as realocam para o Núcleo de Conservação de Abelhas Nativas. Atualmente, são monitoradas nove colmeias.

“Todo o trabalho é feito em conjunto e simultaneamente com o trabalho de supressão da flora. A área que será suprimida em um determinado momento, passa por vistoria prévia pelas equipes de resgate, que atuam buscando as plantas de interesse para a realocação, como as ameaçadas de extinção e vestígios da fauna para afugentamento e resgate”, destaca a especialista.

Relembre o início das obras da última etapa da Barragem do Miringuava AQUI.

Fonte: Governo PR

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