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Em Matinhos, Polícia Militar reúne comandantes para preparatório da Operação Verão

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A Polícia Militar do Paraná realizou, na manhã deste sábado (10), uma reunião preparatória para o início da Operação Verão 2022/2023. O encontro aconteceu no Fórum de Matinhos e reuniu os comandantes das Unidades Policiais e Comandantes das Unidades Especializadas envolvidas na operação.

Ao todo, 50 oficiais estiveram reunidos para elaboração das estratégias que serão adotadas durante toda a temporada de verão e também dos procedimentos adotados em caso de ocorrências que demandem atenção maior da corporação. Além do efetivo que já atua nos municípios do litoral paranaense e na Ilha do Mel, a Operação Verão 2022/2023 receberá o reforço de 267 policiais militares que atuarão a partir do dia 17 de dezembro de 2022, na abertura da temporada, e seguirão até o dia 23 de fevereiro de 2023.

O comandante-geral da PMPR, coronel Hudson Leôncio Teixeira, lembrou que toda a Operação Verão é pensada e planejada já ao final da anterior. “Sempre que acaba uma, já iniciamos os estudos para a realização da próxima. Ao longo do ano, alinhamos todas as estratégias, conversamos com todas as unidades e especializadas envolvidas para que tudo ocorra da melhor forma possível. Essa reunião nos ajuda a identificar todas as necessidades dos policiais antes do início da temporada de verão”, disse.

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Para o tenente-coronel Durval Tavares Junior, comandante do 9º Batalhão da Polícia Militar no Litoral e responsável pela coordenação da Operação Verão pela PMPR, o alinhamento de estratégias e informações repassadas para os comandantes das unidades envolvidas é fundamental para o sucesso da operação.

“Reunir todos os oficiais aqui no Litoral para traçarmos as estratégias que serão adotadas foi de grande relevância para que todos tenhamos o mesmo objetivo que é o sucesso da Operação Verão 2022/2023. Tenho certeza que todos saem daqui sabendo de sua responsabilidade e importância para a corporação para que tenhamos êxito total na temporada, levando segurança para os moradores do litoral e para os turistas que vão passar os próximos meses nas praias paranaenses”, destacou.

Fonte: Governo do Paraná

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Sanepar resgata animais e faz replantio de vegetação na Barragem Miringuava

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A Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) realiza desde janeiro o resgate da flora e fauna na Barragem Miringuava, em São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba. Mais de 300 animais foram resgatados, realocados ou afugentados. São cerca de 30 profissionais atuando no resgate, entre veterinários, biólogos, engenheiros florestais e técnicos.

Com capacidade para 38,2 bilhões de litros, o reservatório teve a desocupação da área verde autorizada em setembro de 2024 pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e licença emitida pelo IAT (Instituto Água e Terra). Estudos prévios à obra identificaram as principais espécies de vegetação e animais da região para preservar a fauna e a flora. 

Até agora, cerca de 30 hectares da área a ser inundada já tiveram a vegetação suprimida. Além disso, também está em andamento a execução dos novos acessos no entorno do futuro reservatório.

PROTEÇÃO E COMPENSAÇÃO AMBIENTAL – No entorno da futura represa são realizadas ações de recuperação e enriquecimento ambiental. As áreas antes usadas para pastagens e agricultura são restauradas com mudas de árvores nativas da região. No interior do reservatório são resgatados outros animais e plantas e realocados para áreas mais vegetadas. 

Com o trabalho, além de recuperar a área, a Sanepar possibilita uma compensação ambiental superior ao que será suprimido pela barragem. Com a medida, a Companhia compensará em torno de 700 hectares. Isso corresponde a uma área 62,6% maior à que será utilizada para a reserva de água. Ao todo, o reservatório ocupará 430,6 hectares.

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O engenheiro florestal da Sanepar Aurélio Lourenço Rodrigues explica que a região é rica em vegetação e abriga desde espécies comuns, como variações de orquídeas, até raras, como os xaxins. Essas espécies são fixadas em outras árvores ou no próprio solo, o que garante a manutenção da biodiversidade destes grupos.

Rodrigues destaca que a prioridade é a preservação das espécies em risco de extinção. “O trabalho precisa ser minucioso. Embora o abastecimento de água seja de grande interesse público, ele causa impacto. Nosso papel é minimizá-lo, garantindo proteção e sobrevida às espécies mais raras após a implantação do reservatório.”

CUIDADO DE ANIMAIS SILVESTRES –  Além dos animais realocados para as áreas de soltura, foram 75 animais afugentados, quando é feito o acompanhamento daqueles que se deslocam naturalmente, e 62 atendimentos veterinários no Centro de Triagem de Animais Silvestres (CETAS) e na base de atendimento móvel. Outros 12 animais foram destinados ao Museu de História Natural para fins científicos. Os principais animais resgatados são anfíbios e répteis, como cobras e sapos.

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A bióloga e gestora socioambiental da Sanepar, Ana Cristina Rego Barros, explica que a equipe avalia a condição dos animais resgatados. “Se ele está em condição física e a comportamental íntegra, retorna para as áreas de soltura. Quando se observa algum ferimento, ele é atendido pela equipe de veterinários, avaliado, tratado e depois realocado.” 

Ana Cristina explica que as cobras peçonhentas, sobretudo as jararacas, abundantes na região, são encaminhadas ao Centro de Produção de Imunobiológicos (CPPI), instituição ligada à secretaria estadual da Saúde, para a produção de soro antiofídico. Isso porque a sua soltura na região pode oferecer risco aos moradores.

Antes do corte das árvores, as equipes também fazem a coleta de colmeias de abelhas nativas sem ferrão e as realocam para o Núcleo de Conservação de Abelhas Nativas. Atualmente, são monitoradas nove colmeias.

“Todo o trabalho é feito em conjunto e simultaneamente com o trabalho de supressão da flora. A área que será suprimida em um determinado momento, passa por vistoria prévia pelas equipes de resgate, que atuam buscando as plantas de interesse para a realocação, como as ameaçadas de extinção e vestígios da fauna para afugentamento e resgate”, destaca a especialista.

Relembre o início das obras da última etapa da Barragem do Miringuava AQUI.

Fonte: Governo PR

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