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Curitiba sedia Circuito Brasileiro de Skateboarding no fim de semana

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A primeira etapa do Circuito Brasileiro de Skateboarding Profissional de 2024 acontece na Curitiba Skate Park, na capital paranaense, reunindo homens e mulheres da categoria Pro. Esta sexta-feira (1º) será dedicada aos treinos oficiais, com as classificatórias no sábado (02) e as semifinais e finais no domingo (03). O público pode acompanhar no fim de semana com entrada gratuita.

O campeonato conta com realização da Confederação Brasileira de Skateboarding (CBSk), promoção do Governo do Paraná, por meio da Secretaria de Estado do Esporte (SEES), e homologação da Federação de Skate do Paraná (FSP).

As etapas paranaenses marcam os primeiros eventos apoiados por meio do Fundo Estadual do Esporte, criado em 2023, através de um termo de fomento com a CBSk, que já tem a parceria com o Estado para utilização do Centro Nacional de Treinamento de Skateboarding (CNSK8), no Complexo Esportivo do Tarumã, em Curitiba.

“A gente já teve alguns recursos repassados para municípios, mas o maior exemplo é a Confederação Brasileira de Skate, que é a primeira entidade a receber recurso direto do Governo do Estado, outra vez em termos de fomento, para a realização de grandes eventos no Paraná”, explica o diretor de Fomento, Promoção e Incentivo ao Esporte da SEES, Clésio Prado.

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Segundo ele, os próximos dez dias serão intensos para o skate paranaense e brasileiro, com expectativa de ter grandes estrelas na plateia. “Ainda na esteira dos resultados obtidos na Olimpíada, principalmente com os atletas incentivados pelo Governo do Estado, como é o caso do Luigi Cini, hoje um dos líderes do ranking mundial do skate e do medalhista olímpico Japinha, que treina na pista do ginásio Tarumã. Isso é motivo de muito orgulho, de muita alegria”, afirma.

NOVIDADE – Em 2024, a 14ª edição do campeonato marcará também um feito histórico para o skate feminino. Pela primeira vez o Circuito Brasileiro Profissional contará com a categoria Feminino Pro em todas as etapas.

O circuito ainda terá mais uma etapa em Curitiba, voltada ao Park (entre 8 e 10 de novembro), e passará também por Cascavel, Florianópolis (SC) e Santos (SP).

Cronograma:

Sexta-feira (01)

9h às 19h – Credenciamento

9h às 13h – Treinos oficiais – Masculino Profissional – Baterias 1, 2, 3 e 4

13h30 às 17h30 – Treinos oficiais – Masculino Profissional – Baterias 5, 6, 7 e 8

17h30 às 18h30 – Treinos oficiais – Feminino Profissional

18h30 às 20h – Treinos oficiais – Todos

Sábado (02)

9h às 13h – Classificatórias – Masculino Profissional – Baterias 1, 2, 3 e 4

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13h15 às 14h – Treino livre – Feminino Profissional

14h às 18h – Classificatórias – Masculino Profissional – Baterias 5, 6, 7 e 8

18h às 19h – Classificatória – Feminino Profissional

Domingo (03)

10h às 11h – Treinos oficiais – Feminino Profissional

11h às 13h – Treinos oficiais – Masculino Profissional

13h às 15h – Semifinal – Masculino Profissional – Baterias 1 e 2

15h às 16h30 – Final – Feminino Profissional

16h30 às 17h45 – Final – Masculino Profissional

17h45 às 18h45 – Best Trick Qix

18h45 às 19h – Premiação

Calendário

1ª etapa – Drop Dead Skate Pro – Street – Curitiba, de 1 a 3 de novembro

2ª etapa – Paraná Skate Pro – Park – Curitiba, de 8 a 10 de novembro

3ª etapa – Cascavel Skate Pro – Park e Street – Cascavel (PR), de 14 a 17 de novembro

4ª etapa – Trinda Times Pro – Street – Florianópolis (SC), de 28 a 30 de novembro

5ª etapa – Park e Street – Santos (SP), de 4 a 8 de dezembro

Serviço:

Circuito Brasileiro de Skateboarding Profissional de 2024

Local: Curitiba Skate Park (Travessa da Lapa, 231 – Centro, Curitiba)

Data: 2 e 3 de novembro

Horário: a partir de 9h no sábado e das 10h no domingo

Entrada gratuita

Fonte: Governo PR

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PARANÁ

Estado licenciou 102 projetos de hidrelétricas desde 2021; Paraná tem 2ª maior potência do Brasil

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Com a entrada em funcionamento da Pequena Central Hidrelétrica (PCH) Lúcia Cherobim, na quinta-feira (03), no Rio Iguaçu, região entre Porto Amazonas e Lapa, nas proximidades de Curitiba, o Paraná avança como um dos principais polos do País na produção deste tipo de energia limpa. De acordo com dados da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), o Estado abriga atualmente 126 complexos deste tipo em operação, com potência outorgada total de 15.668 Megawatts (MW), atrás apenas para o Pará, com 22.393 MW.

Cerca de 80% dessas usinas foram viabilizadas a partir de 2021, com o lançamento do projeto Paraná Energia Sustentável, ação determinada pelo governador Carlos Massa Ratinho Junior que estabeleceu uma nova dinâmica para a emissão de licenciamento ambiental, reduzindo o tempo de espera pela permissão.

Desde então, o Instituto Água e Terra (IAT), órgão licenciador, emitiu 102 licenças ambientais, entre Prévias, de Instalação, de Operação e modalidades de licenciamento simplificadas, para o estabelecimento hidroelétricas. O IAT é vinculado à Secretaria de Estado do Desenvolvimento Sustentável (Sedest).

Esses empreendimentos estão em diferentes fases de implantação, sendo que os 42 já entraram em funcionamento e produzem, juntos, 312 MW de energia para o sistema elétrico brasileiro, o suficiente para abastecer cerca de 124 mil residências. Além disso, durante o período foram emitidas 18 renovações para hidrelétricas já existentes. São complexos importantes, responsáveis por grande parte da energia elétrica gerada no Estado.

“A PCH Lúcia Cherobim é um ótimo modelo da política sustentável em vigor no Paraná. Não interfere no fluxo do rio e não faz mal ao Salto do Caiacanga, que é uma beleza da Lapa e de Porto Amazonas. Ela canaliza a água, sem alterar a vazão e sem grande reservação, para gerar energia elétrica. É um exemplo de inteligência ambiental, de avanço energético e de sustentabilidade”, afirmou o secretário de Estado do Desenvolvimento Sustentável, Rafael Greca.

“Criamos todos os caminhos para que o empreendedor pudesse ter segurança para receber a licença num prazo mais rápido, desde que cumprisse os requisitos técnicos-ambientais necessários, com segurança ambiental e jurídica”, acrescentou o diretor-presidente do IAT, Everton Souza.

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Diretor de Licenciamento e Outorga do Instituto, José Volnei Bisognin ressaltou que essa energia produzida não beneficia apenas o Paraná, mas que também é fornecida e disponibilizada para outras regiões do País por meio do Sistema Interligado Nacional (SIN).

“Por causa da geografia do Estado e da grande quantidade de bacias e sub-bacias hidrográficas, o Paraná possui um grande potencial hidrelétrico. O processo de licenciamento para a construção de hidrelétricas é bastante complexo, por envolver florestas, água, fauna e a população. Buscamos, no IAT, mitigar ao máximo qualquer tipo de complicação ou prejuízo ao meio ambiente”, disse.

HIDRELÉTRICAS – Em relação à classificação das novas usinas, 51 licenças são para Centrais Geradoras Hidrelétricas (CGHs), que possuem uma potência entre 0,5 e 5 MW; 28 licenças são para Pequenas Centrais Geradoras Hidrelétricas (PCHs), com potência entre 5 e 30 MW; e três licenças são de Usinas Hidrelétricas (UHE), com potências acima de 30 MW.

Fecham a lista de licenças 11 para Microcentrais Hidrelétricas (MCHs), com produção de até 0,075 MW e 9 licenças para Minigeradoras Hidrelétricas (MGHs), com potência entre 0,075 e 0,5 MW, ambos tipos de complexos de menor porte que produzem energia para venda no mercado privado.

Pinhão, no Centro-Sul do Estado, foi o município paranaense que mais recebeu licenças no período, com nove emissões. Em seguida, com oito documentos, figura Guarapuava, na região Central, além de quatro municípios com seis emissões cada: Clevelândia e Mangueirinha, no Sudoeste; Pitanga e Turvo, ambos na área central do Paraná.

Já em relação aos corpos hídricos, o destaque vai para o Rio Chopim, com 11 licenças, seguido pelos Rios Cavernoso e Marrecas, com cinco cada um, e o Jordão, com quatro documentos. “A construção dessas usinas traz um impacto extremamente positivo para a cobertura vegetal da região, já que uma das obrigações do procedimento licenciatório é a reposição em média de quatro vezes da área de vegetação nativa suprimida durante a construção. Além disso, há a geração de empregos para mão de obra local, aumento na arrecadação de impostos dos municípios afetados e benefícios para a ictiofauna, estabilizando o habitat dos rios”, destacou José Bisognin.

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LEILÕES – A geração de energia hidrelétrica em todo o País é delimitada por regras do governo federal, seguindo critérios específicos para atender às necessidades da população. Por meio de leilões de compra de energia elétrica realizados de forma periódica, a União estabelece demandas energéticas que devem ser cumpridas em cada trecho de rio em um determinado período, que depois são atendidas pelas empresas concessionárias vencedoras dos certames por meio da construção de novos empreendimentos ou pela ampliação de estruturas existentes.

“Nesse sistema, os governos estaduais são responsáveis por acompanhar a execução desses empreendimentos por meio do processo de licenciamento, garantindo que tudo seja feito de forma legal. E nesse quesito o Estado do Paraná se destaca, cumprindo sempre as metas estabelecidas de geração e transmissão de energia por parte do governo federal”, afirmou o chefe da Divisão de Licenciamento Estratégico do órgão ambiental, Jean Carlos Helferich.

PRÓXIMO – O próximo leilão já tem data marcada: o Energia Nova A-5 ocorre no dia 22 de agosto de 2025 e prevê a construção de novas PCHs, CGHs e UHEs até o dia 1º de janeiro de 2030, para o fornecimento de energia para os próximos 20 anos.

Nesta edição, o número de empreendimentos cadastrados foi o maior da história dessa modalidade de leilão, com 241 projetos, atendendo a uma potência total de 2.999 MW. No Paraná, estão cadastrados 27 projetos de PCHs, com potência outorgada total de 268 MW, e 3 CGHs, com potência outorgada total de 4 MW. Para a participação, as empresas têm até o dia 3 de junho para apresentar as licenças ambientais requisitadas.

Fonte: Governo PR

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