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Complexos sociais da Polícia Penal do Paraná recebem 93 novos residentes

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Os Complexos Sociais da Polícia Penal do Paraná receberam o reforço de 93 novos residentes sexta-feira (16). A solenidade de chegada deles ocorreu em reunião online. Os novos contratados serão distribuídos pelos 14 Complexos Sociais do Estado para fazer parte das equipes nas áreas de serviço social, direito, psicologia, administração e pedagogia.

Criados para dar apoio psicossocial e de integração social por meio de projetos e ações a pessoas que já saíram do Sistema Penitenciário, sejam elas egressas ou monitoradas pela Polícia Penal, os Complexos Sociais estão estabelecidos nas principais cidades do Estado. A iniciativa foi implantada em 2019 e, atualmente, atende mais de 76 mil pessoas. Nos locais, estão centralizados serviços de diferentes áreas, que visam o suporte necessário para resgatar a cidadania do preso durante seu retorno social.

O projeto tem apoio da Polícia Penal do Paraná (PPPR), em conjunto com o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e o Grupo de Monitoramento e Fiscalização do Sistema Carcerário do Tribunal de Justiça do Estado do Paraná (GMF/TJPR). O objetivo é implementar políticas consistentes no Núcleo de Atenção a Pessoas Monitoradas (Nupem).

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EVOLUÇÃO – O diretor-geral da Polícia Penal do Paraná, Osvaldo Messias Machado, afirma que o Sistema Penitenciário do Paraná está sempre em constante evolução e que essa é uma construção que depende de todos que fazem parte do sistema. “Afinal, nosso foco é reconstruir vidas através do tratamento penal de qualidade e individualizado”, disse. “Por isso, precisamos ter pessoas competentes em todas as áreas para conseguir avançar na construção de um sistema que ofereça uma ressocialização digna aos apenados”, ressaltou.

O diretor de Tratamento Penal, Blacito Sampaio, destaca o esforço da equipe da PPPR em construir um trabalho íntegro. “Além dos nossos trabalhos de classificação de perfil do sistema prisional, acabamos enxergando a necessidade de fazer um trabalho pós cumprimento de pena, através dos Complexos Sociais, visando tornar possível a reinserção social e diminuição da reincidência penal. Precisamos ter esse trabalho antes que o apenado deixe o sistema, mas também depois que ele cumpre a sua pena”, esclarece.

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Ruy Muggiati, desembargador do Tribunal de Justiça e supervisor do Grupo de Monitoramento e Fiscalização do Sistema Carcerário e do Sistema de Medidas Socioeducativas do Paraná, fala sobre a abordagem necessária aos atendimentos. “Acreditar no projeto é importantíssimo para que ele flua, pois quando acreditamos que serão cidadãos responsáveis e autônomos no caminho da legalidade, traz consequentemente autoconfiança para eles. É preciso que trabalhemos em conjunto e com empatia para tratar os casos de forma individual, atendendo suas particularidades. É nosso papel entender essa individualidade e prestar a assistência que necessitam”, finaliza.

Fonte: Governo do Paraná

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Estado incentiva inscrições para 2ª Olimpíada Brasileira de Inovação, Ciência e Tecnologia

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Estão abertas as inscrições para a 2ª edição da Olimpíada Brasileira de Inovação, Ciência e Tecnologia (Obict), competição de conhecimentos específicos na área voltada para alunos desde o primeiro ano do Ensino Fundamental até o Ensino Médio ou Ensino Médio Técnico das redes públicas e privadas de todo o País.

As inscrições são gratuitas e podem ser feitas de forma online pelo site www.obict.com.br/ ou pelo aplicativo Olímpico, disponível para os sistemas iOS e Android, até o dia 14 de abril, às 22h. As inscrições podem ser feitas pelos professores responsáveis das instituições de ensino, quanto de forma avulsa pelos alunos interessados.

Na primeira edição da Obict, o Paraná já demonstrou ser uma potência na competição. Além de ser o Estado com mais inscritos em todo o País (3.118 de 36.500 alunos), três estudantes do município de Borrazópolis, no Vale do Ivaí, conquistaram medalhas de ouro.

Para o secretário estadual da Inovação e Inteligência Artificial, Alex Canziani, o Paraná tem todos os recursos para se destacar novamente na segunda edição da Olimpíada. “Vamos fazer um trabalho muito forte em conjunto com outras secretarias, principalmente a de Educação, para que nossos alunos participem ativamente da competição e que neste ano possam ter ainda mais alunos sendo premiados”.

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Os medalhistas de ouro, Gabriel Telles, João Paulo Machado Filho e Kauê dos Santos, cursam o 1º ano do Ensino Médio no Colégio Estadual José de Anchieta, mas foram premiados na categoria Ensino Fundamental, pelo desempenho nas provas aplicadas em 2024, quando então estavam matriculados na Escola Estadual Humberto de Alencar Castelo Branco, também em Borrazópolis.

“Os estudantes paranaenses têm se destacado em competições como a Olimpíada Brasileira de Inovação, Ciência e Tecnologia, e isso é fruto de um trabalho contínuo direcionado à inovação e à inclusão de componentes curriculares como programação e robótica nas escolas paranaenses. Você que é estudante da rede estadual, inscreva-se na olimpíada, e você, professor, incentive seus estudantes a participarem. Vamos, juntos, mostrar a qualidade da educação paranaense para todo o Brasil”, afirmou o secretário de Estado da Educação, Roni Miranda.

COMO FUNCIONA – A Olimpíada Brasileira de Inovação, Ciência e Tecnologia será dividida em quatro fases, sendo as duas primeiras de forma online e as duas últimas, presenciais. A primeira fase é a online e acontece entre os dias 2 e 14 de abril, com uma prova que utiliza recursos multimídia e com possibilidade de consulta. A segunda está prevista para entre os dias 21 e 27 de abril, também no formato online, mas sem possibilidade de consulta.

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A terceira etapa, marcada para 30 de maio, será presencial e aplicada em diversos polos ao redor do Brasil. A quarta e última fase também acontece de forma presencial, com data e local a serem divulgados pela organização da competição.

São quatro categorias: Júnior, para alunos do 6º ao 9º ano do Ensino Fundamental; Sênior, para alunos do Ensino Médio e Técnico; a categoria livre, aberta para adultos e familiares acompanharem e incentivarem os jovens, e por fim a categoria para estudantes de 1º ao 5º ano do Ensino Fundamental, novidade da segunda edição da Obict.

A inclusão da nova categoria visa estimular desde cedo o interesse de crianças pelos estudos em ciência, tecnologia e inovação, além do espírito competitivo. Todos os alunos inscritos recebem certificados de participação, e os melhores colocados recebem uma medalha exclusiva ao final da competição.

Fonte: Governo PR

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