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Com subestação em Francisco Beltrão, Copel vai investir R$ 178 milhões no Sudoeste em 2024

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A Copel já começou a executar seu plano de investimentos de R$ 178,6 milhões para o Sudoeste do Paraná em 2024. As obras, que incluem a construção e ampliação de subestações, construção de novas linhas, redes, e a aplicação de recursos principais programas da companhia, foram apresentadas a empresários e representantes da região em reunião realizada na sede da empresa, em Curitiba, nesta quinta-feira (22). Um dos principais destaques é a subestação Petrópolis, em construção em Francisco Beltrão e que vai entrar em operação em maio deste ano.

A Copel está investindo, desde o início da construção, R$ 39,5 milhões na nova unidade, que vai operar em 138 mil volts, com dois transformadores de 41 MVA, e contribuirá para reforçar o fornecimento de energia ao município e à região, além de prover infraestrutura para o desenvolvimento da cidade. Para adicioná-la ao sistema, foi construída uma linha de distribuição de 20 quilômetros que a conectará à subestação Realeza.

“Nós estamos cientes que o Sudoeste é uma das regiões que mais crescem no Paraná”, afirmou o presidente da Copel, Daniel Slaviero. “Por isso, nosso plano de investimentos inclui obras estruturantes, como subestações, linhas e novas redes, que vão fortalecer a infraestrutura elétrica na região e contribuir para o desenvolvimento dos setores produtivos”.

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A companhia também está construindo uma nova subestação no município de Capanema, que ficará pronta em 2025. Ao todo, o empreendimento da SE Barão de Capanema vai receber R$ 59,9 milhões em investimentos, que também incluem novas linhas para conectá-la ao sistema.

Além das novas unidades, outras subestações serão ampliadas e modernizadas. É o caso das subestações Chopinzinho e Santo Antônio do Sudoeste, nos municípios homônimos. Ambas operam em 138 mil volts. Subestações menores, que operam em 34,5 mil volts, também serão modernizadas pela companhia em Ampère e Planalto.

PARANÁ TRIFÁSICO – Além das subestações, a Copel está investindo R$ 155 milhões em obras de média e baixa tensão, que abrangem expansão de redes, instalação de equipamentos de automação e obras para atendimento a clientes. Grande parte desse valor é destinado ao Paraná Trifásico, que vai aplicar R$ 143 milhões na construção de redes trifaseadas no Sudoeste ainda este ano.

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Com o programa, a Copel está ampliando a estrutura trifásicas no campo. As novas redes são mais resistentes e dispõem de equipamentos interligados e automatizados que, em caso de desligamentos, são capazes de restabelecer o fornecimento de energia em poucos segundos. Até agora, a iniciativa já entregou 2.250 km de novas redes na região. Francisco Beltrão, com 184 km de novas redes, Capanema, com 113 km, e Coronel Domingos Soares, com 105 km de novas redes trifásicas, são os principais beneficiados.

Os investimentos da companhia no Sudoeste compreendem, ainda, R$ 58,6 milhões para obras solicitadas por clientes. Outros R$ 5,3 milhões estão sendo destinados para a construção de redes urbanas, e R$ 7,1 milhões à instalação de equipamentos de automação e substituição de transformadores.

Fonte: Governo PR

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Sanepar resgata animais e faz replantio de vegetação na Barragem Miringuava

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A Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) realiza desde janeiro o resgate da flora e fauna na Barragem Miringuava, em São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba. Mais de 300 animais foram resgatados, realocados ou afugentados. São cerca de 30 profissionais atuando no resgate, entre veterinários, biólogos, engenheiros florestais e técnicos.

Com capacidade para 38,2 bilhões de litros, o reservatório teve a desocupação da área verde autorizada em setembro de 2024 pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e licença emitida pelo IAT (Instituto Água e Terra). Estudos prévios à obra identificaram as principais espécies de vegetação e animais da região para preservar a fauna e a flora. 

Até agora, cerca de 30 hectares da área a ser inundada já tiveram a vegetação suprimida. Além disso, também está em andamento a execução dos novos acessos no entorno do futuro reservatório.

PROTEÇÃO E COMPENSAÇÃO AMBIENTAL – No entorno da futura represa são realizadas ações de recuperação e enriquecimento ambiental. As áreas antes usadas para pastagens e agricultura são restauradas com mudas de árvores nativas da região. No interior do reservatório são resgatados outros animais e plantas e realocados para áreas mais vegetadas. 

Com o trabalho, além de recuperar a área, a Sanepar possibilita uma compensação ambiental superior ao que será suprimido pela barragem. Com a medida, a Companhia compensará em torno de 700 hectares. Isso corresponde a uma área 62,6% maior à que será utilizada para a reserva de água. Ao todo, o reservatório ocupará 430,6 hectares.

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O engenheiro florestal da Sanepar Aurélio Lourenço Rodrigues explica que a região é rica em vegetação e abriga desde espécies comuns, como variações de orquídeas, até raras, como os xaxins. Essas espécies são fixadas em outras árvores ou no próprio solo, o que garante a manutenção da biodiversidade destes grupos.

Rodrigues destaca que a prioridade é a preservação das espécies em risco de extinção. “O trabalho precisa ser minucioso. Embora o abastecimento de água seja de grande interesse público, ele causa impacto. Nosso papel é minimizá-lo, garantindo proteção e sobrevida às espécies mais raras após a implantação do reservatório.”

CUIDADO DE ANIMAIS SILVESTRES –  Além dos animais realocados para as áreas de soltura, foram 75 animais afugentados, quando é feito o acompanhamento daqueles que se deslocam naturalmente, e 62 atendimentos veterinários no Centro de Triagem de Animais Silvestres (CETAS) e na base de atendimento móvel. Outros 12 animais foram destinados ao Museu de História Natural para fins científicos. Os principais animais resgatados são anfíbios e répteis, como cobras e sapos.

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A bióloga e gestora socioambiental da Sanepar, Ana Cristina Rego Barros, explica que a equipe avalia a condição dos animais resgatados. “Se ele está em condição física e a comportamental íntegra, retorna para as áreas de soltura. Quando se observa algum ferimento, ele é atendido pela equipe de veterinários, avaliado, tratado e depois realocado.” 

Ana Cristina explica que as cobras peçonhentas, sobretudo as jararacas, abundantes na região, são encaminhadas ao Centro de Produção de Imunobiológicos (CPPI), instituição ligada à secretaria estadual da Saúde, para a produção de soro antiofídico. Isso porque a sua soltura na região pode oferecer risco aos moradores.

Antes do corte das árvores, as equipes também fazem a coleta de colmeias de abelhas nativas sem ferrão e as realocam para o Núcleo de Conservação de Abelhas Nativas. Atualmente, são monitoradas nove colmeias.

“Todo o trabalho é feito em conjunto e simultaneamente com o trabalho de supressão da flora. A área que será suprimida em um determinado momento, passa por vistoria prévia pelas equipes de resgate, que atuam buscando as plantas de interesse para a realocação, como as ameaçadas de extinção e vestígios da fauna para afugentamento e resgate”, destaca a especialista.

Relembre o início das obras da última etapa da Barragem do Miringuava AQUI.

Fonte: Governo PR

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