NOVA AURORA

PARANÁ

Com sede em Londrina, 2º Comando Regional da Polícia Militar tem novo comandante

Publicado em

O tenente-coronel Jeferson Luís de Souza, da Polícia Militar do Paraná, é o novo comandante do 2º Comando Regional da Polícia Militar (2ºCRPM). O grupamento, com sede em Londrina, é responsável por coordenar os trabalhos da corporação em todo o Norte do Paraná. Ele substitui o agora oficial da reserva coronel Cesar Kister, que estava à frente do 2ºCRPM desde dezembro de 2021.

O evento contou com a presença do comandante-geral da PMPR, coronel Hudson Leôncio Teixeira, que enalteceu a troca do comando entre dois oficiais que são referência para a corporação. “Uma transição tranquila e que mostra que o Estado está sempre atento ao que acontece na região Norte do Paraná. Temos 300 policiais em formação que vão incorporar a segurança pública a região”, disse.

“É uma honra dar sequência ao trabalho do coronel Kister em Londrina e ter a confiança do Comando-Geral para assumir esse novo desafio. Londrina é uma cidade importante para a atuação da PMPR e para o Estado como um todo. Espero seguir com o projeto de colocar a cidade como destaque na segurança pública”, destacou Souza.

Leia Também:  Polícia Militar do Paraná registra aumento de 338% nas apreensões de embarcações no 1º quadrimestre

A solenidade de troca de comando teve a presença dos oficiais e praças atuantes no 2ºCRPM, além de familiares e autoridades da sociedade civil e militar.

JEFERSON LUÍS DE SOUZA – Nascido em maio de 1972, na cidade de Paranavaí (Noroeste), Jeferson Luís de Souza ingressou na corporação em 1991. Após a conclusão do Curso de Formação de Oficiais na Academia Policial do Guatupê foi declarado aspirante a oficial, em 1993. Antes de assumir o 2ºCRPM, o tenente-coronel estava no comando do 4º Batalhão da Polícia Militar, em Maringá.

Fonte: Governo do Paraná

COMENTE ABAIXO:
Advertisement

PARANÁ

Sanepar resgata animais e faz replantio de vegetação na Barragem Miringuava

Published

on

By

A Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) realiza desde janeiro o resgate da flora e fauna na Barragem Miringuava, em São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba. Mais de 300 animais foram resgatados, realocados ou afugentados. São cerca de 30 profissionais atuando no resgate, entre veterinários, biólogos, engenheiros florestais e técnicos.

Com capacidade para 38,2 bilhões de litros, o reservatório teve a desocupação da área verde autorizada em setembro de 2024 pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e licença emitida pelo IAT (Instituto Água e Terra). Estudos prévios à obra identificaram as principais espécies de vegetação e animais da região para preservar a fauna e a flora. 

Até agora, cerca de 30 hectares da área a ser inundada já tiveram a vegetação suprimida. Além disso, também está em andamento a execução dos novos acessos no entorno do futuro reservatório.

PROTEÇÃO E COMPENSAÇÃO AMBIENTAL – No entorno da futura represa são realizadas ações de recuperação e enriquecimento ambiental. As áreas antes usadas para pastagens e agricultura são restauradas com mudas de árvores nativas da região. No interior do reservatório são resgatados outros animais e plantas e realocados para áreas mais vegetadas. 

Com o trabalho, além de recuperar a área, a Sanepar possibilita uma compensação ambiental superior ao que será suprimido pela barragem. Com a medida, a Companhia compensará em torno de 700 hectares. Isso corresponde a uma área 62,6% maior à que será utilizada para a reserva de água. Ao todo, o reservatório ocupará 430,6 hectares.

Leia Também:  Polícia Penal inaugura posto de atendimento de monitoração eletrônica em Guaratuba

O engenheiro florestal da Sanepar Aurélio Lourenço Rodrigues explica que a região é rica em vegetação e abriga desde espécies comuns, como variações de orquídeas, até raras, como os xaxins. Essas espécies são fixadas em outras árvores ou no próprio solo, o que garante a manutenção da biodiversidade destes grupos.

Rodrigues destaca que a prioridade é a preservação das espécies em risco de extinção. “O trabalho precisa ser minucioso. Embora o abastecimento de água seja de grande interesse público, ele causa impacto. Nosso papel é minimizá-lo, garantindo proteção e sobrevida às espécies mais raras após a implantação do reservatório.”

CUIDADO DE ANIMAIS SILVESTRES –  Além dos animais realocados para as áreas de soltura, foram 75 animais afugentados, quando é feito o acompanhamento daqueles que se deslocam naturalmente, e 62 atendimentos veterinários no Centro de Triagem de Animais Silvestres (CETAS) e na base de atendimento móvel. Outros 12 animais foram destinados ao Museu de História Natural para fins científicos. Os principais animais resgatados são anfíbios e répteis, como cobras e sapos.

Leia Também:  Parceria UEL e Polícia Militar oferece curso de extensão para policiais do 30º Batalhão

A bióloga e gestora socioambiental da Sanepar, Ana Cristina Rego Barros, explica que a equipe avalia a condição dos animais resgatados. “Se ele está em condição física e a comportamental íntegra, retorna para as áreas de soltura. Quando se observa algum ferimento, ele é atendido pela equipe de veterinários, avaliado, tratado e depois realocado.” 

Ana Cristina explica que as cobras peçonhentas, sobretudo as jararacas, abundantes na região, são encaminhadas ao Centro de Produção de Imunobiológicos (CPPI), instituição ligada à secretaria estadual da Saúde, para a produção de soro antiofídico. Isso porque a sua soltura na região pode oferecer risco aos moradores.

Antes do corte das árvores, as equipes também fazem a coleta de colmeias de abelhas nativas sem ferrão e as realocam para o Núcleo de Conservação de Abelhas Nativas. Atualmente, são monitoradas nove colmeias.

“Todo o trabalho é feito em conjunto e simultaneamente com o trabalho de supressão da flora. A área que será suprimida em um determinado momento, passa por vistoria prévia pelas equipes de resgate, que atuam buscando as plantas de interesse para a realocação, como as ameaçadas de extinção e vestígios da fauna para afugentamento e resgate”, destaca a especialista.

Relembre o início das obras da última etapa da Barragem do Miringuava AQUI.

Fonte: Governo PR

COMENTE ABAIXO:
Continuar lendo

PARANÁ

POLÍCIA

ENTRETENIMENTO

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA