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Com investimentos de R$ 19,44 milhões, Missal terá mais de 90% de índice de coleta de esgoto

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Tem início nesta semana em Missal a implantação do serviço de esgotamento sanitário na cidade, localizada na região Oeste do Paraná. O anúncio das obras e o detalhamento do projeto foi feito pela Sanepar segunda-feira (8), em audiência pública com a participação de moradores, comerciantes, representantes da Prefeitura, Câmara de Vereadores e da Itaipu Binacional, além de engenheiros e técnicos da Sanepar.

As obras vão permitir que a cidade alcance, ainda no ano que vem, um índice superior a 90% com coleta e tratamento de esgoto. “Este é um passo importante em antecipar para 2027 a meta do Marco Legal do Saneamento.  Estes empreendimentos refletem o compromisso da Sanepar com a universalização do saneamento no Paraná, lembrando sempre que água de qualidade e esgoto coletado e tratado é saúde, bem-estar e qualidade de vida”, diz o presidente da Sanepar, Wilson Bley.

Até meados de 2025, serão implantados mais de 52 quilômetros de rede coletora, duas unidades de bombeamento e 12 quilômetros de tubulações que levarão o esgoto coletado até a estação de tratamento. Para essas obras, serão investidos R$ 19,44 milhões, que irão beneficiar mais de 2.500 famílias que moram na região urbana de Missal.

“Investir em saneamento básico é investir na saúde e no futuro de nossa comunidade. Com o programa Itaipu Mais que Energia, nós da Itaipu Binacional, em parceria com a Sanepar, estamos não apenas ampliando a infraestrutura de esgoto em Missal, mas também reforçando nosso compromisso com a preservação do meio ambiente e o cuidado com a água, que é a matéria-prima essencial para a geração de energia da Itaipu. Esse é um passo fundamental rumo à universalização do saneamento, garantindo mais qualidade de vida para todos,” ressalta o diretor-geral da Itaipu Binacional, Enio Verri.

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USO COMPARTILHADO – A gerente regional da Sanepar, Polyana Polyana Varlett, explica que a implantação do esgoto em Missal tem um diferencial: a intermunicipalidade com Itaipulândia. O mesmo convênio firmado entre Sanepar, Itaipu Binacional e Fundação Parque Tecnológico Itaipu (PTI), também amplia a estação de tratamento de esgoto à cidade vizinha de Itaipulândia, que receberá o efluente de Missal para o processo de tratamento. A distância entre as duas cidades é de aproximadamente 9 quilômetros.

A nova unidade que está sendo construída na cidade vizinha tem um dos modelos de tratamento mais modernos do Paraná, utilizando um sistema de lodo ativado, que é mais eficiente. “Na estação de tratamento ainda será beneficiado o lodo do esgoto para ser transformado em biossólido, um excelente fertilizante para a agricultura. E os produtores da região terão acesso gratuitamente ao produto”, completa.

MAIS QUALIDADE DE VIDA – Atualmente, a coleta do esgoto é feita com uso de fossas, o que tem causado transtorno aos moradores da cidade.  Hary Valter Bierck tem 81 anos e mora há 12 anos na região central de Missal. Ele acredita que o serviço público vai trazer mais tranquilidade e qualidade para a moradia e para a vida dele e da família. “Agora tem que melhorar, por que a cada dois ou três meses tinha que mandar limpar a fossa”, disse.

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CONVÊNIO ITAIPU BINACIONAL – Além de Itaipulândia e Missal, o convênio entre Itaipu e Sanepar, no valor de R$ 184 milhões, vai permitir a ampliação do serviço de coleta e tratamento de esgoto nas cidades de Ramilândia, Medianeira, Santa Helena e Serranópolis do Iguaçu, localizadas na Região Oeste. Em Santa Helena e Medianeira, as obras já estão em andamento, e em Ramilândia e Serranópolis do Iguaçu, o início está previsto para o segundo semestre deste ano. Até o fim do convênio, previsto para dezembro de 2025, a estimativa é a de que sejam gerados mais de 8.800 empregos, entre diretos, indiretos e induzidos.

Fonte: Governo PR

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Estado incentiva inscrições para 2ª Olimpíada Brasileira de Inovação, Ciência e Tecnologia

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Estão abertas as inscrições para a 2ª edição da Olimpíada Brasileira de Inovação, Ciência e Tecnologia (Obict), competição de conhecimentos específicos na área voltada para alunos desde o primeiro ano do Ensino Fundamental até o Ensino Médio ou Ensino Médio Técnico das redes públicas e privadas de todo o País.

As inscrições são gratuitas e podem ser feitas de forma online pelo site www.obict.com.br/ ou pelo aplicativo Olímpico, disponível para os sistemas iOS e Android, até o dia 14 de abril, às 22h. As inscrições podem ser feitas pelos professores responsáveis das instituições de ensino, quanto de forma avulsa pelos alunos interessados.

Na primeira edição da Obict, o Paraná já demonstrou ser uma potência na competição. Além de ser o Estado com mais inscritos em todo o País (3.118 de 36.500 alunos), três estudantes do município de Borrazópolis, no Vale do Ivaí, conquistaram medalhas de ouro.

Para o secretário estadual da Inovação e Inteligência Artificial, Alex Canziani, o Paraná tem todos os recursos para se destacar novamente na segunda edição da Olimpíada. “Vamos fazer um trabalho muito forte em conjunto com outras secretarias, principalmente a de Educação, para que nossos alunos participem ativamente da competição e que neste ano possam ter ainda mais alunos sendo premiados”.

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Os medalhistas de ouro, Gabriel Telles, João Paulo Machado Filho e Kauê dos Santos, cursam o 1º ano do Ensino Médio no Colégio Estadual José de Anchieta, mas foram premiados na categoria Ensino Fundamental, pelo desempenho nas provas aplicadas em 2024, quando então estavam matriculados na Escola Estadual Humberto de Alencar Castelo Branco, também em Borrazópolis.

“Os estudantes paranaenses têm se destacado em competições como a Olimpíada Brasileira de Inovação, Ciência e Tecnologia, e isso é fruto de um trabalho contínuo direcionado à inovação e à inclusão de componentes curriculares como programação e robótica nas escolas paranaenses. Você que é estudante da rede estadual, inscreva-se na olimpíada, e você, professor, incentive seus estudantes a participarem. Vamos, juntos, mostrar a qualidade da educação paranaense para todo o Brasil”, afirmou o secretário de Estado da Educação, Roni Miranda.

COMO FUNCIONA – A Olimpíada Brasileira de Inovação, Ciência e Tecnologia será dividida em quatro fases, sendo as duas primeiras de forma online e as duas últimas, presenciais. A primeira fase é a online e acontece entre os dias 2 e 14 de abril, com uma prova que utiliza recursos multimídia e com possibilidade de consulta. A segunda está prevista para entre os dias 21 e 27 de abril, também no formato online, mas sem possibilidade de consulta.

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A terceira etapa, marcada para 30 de maio, será presencial e aplicada em diversos polos ao redor do Brasil. A quarta e última fase também acontece de forma presencial, com data e local a serem divulgados pela organização da competição.

São quatro categorias: Júnior, para alunos do 6º ao 9º ano do Ensino Fundamental; Sênior, para alunos do Ensino Médio e Técnico; a categoria livre, aberta para adultos e familiares acompanharem e incentivarem os jovens, e por fim a categoria para estudantes de 1º ao 5º ano do Ensino Fundamental, novidade da segunda edição da Obict.

A inclusão da nova categoria visa estimular desde cedo o interesse de crianças pelos estudos em ciência, tecnologia e inovação, além do espírito competitivo. Todos os alunos inscritos recebem certificados de participação, e os melhores colocados recebem uma medalha exclusiva ao final da competição.

Fonte: Governo PR

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