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Com dez novos leitos, centro cirúrgico do Hospital Regional de Guarapuava inicia atendimentos

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O Hospital Regional de Guarapuava, na 5ª Regional de Saúde do Estado, começou neste fim de semana os primeiros atendimentos de seu centro cirúrgico. A unidade, que recentemente passou por processos de adequação, disponibilizou dez novos leitos de urgência e emergência, o que permitiu a admissão de pacientes que necessitem de serviços de baixa e média complexidade.

“É um hospital importante e temos realizado diversas ações para garantir a ampliação da sua capacidade de atendimento. Os novos atendimentos não beneficiam apenas Guarapuava, mas todos os municípios da 5ª Regional de Saúde, que passam a contar com mais aporte para suas demandas”, destacou o secretário de Estado da Saúde, Beto Preto.

Em maio deste ano, equipes técnicas da Sesa vistoriaram a unidade para identificar inconformidades na execução da obra por parte da empresa contratada que inviabilizavam a utilização integral do hospital. Com isso, um processo de reestruturação foi assumido pelo Estado, o que permitiu a realização dos primeiros serviços do centro cirúrgico, até então desativado. A primeira cirurgia foi no sábado (1.º), sendo um procedimento de apendicectomia. Outras três cirurgias aconteceram durante o fim de semana.

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“Temos feito um grande trabalho para efetivar a capacidade máxima do hospital, e a iniciação de novos serviços demonstra que estamos no caminho certo. Em breve, devemos ter ainda mais avanços para essa unidade que é fundamental para a região”, disse o diretor-presidente da Fundação Estatal de Atenção em Saúde do Paraná (Funeas), Marcello Machado.

Atualmente, o hospital conta com 60 leitos, o que garante um volume de pelo menos 120 procedimentos ao mês, entre cirurgias eletivas, cirurgias gerais, atendimentos de psiquiatria, endoscopia, colonoscopia e ultrassom.

HISTÓRICO – A construção do hospital que possui 16 mil metros quadrados começou em 2015. Durante a pandemia, teve suas obras aceleradas para servir de maneira emergencial para atendimento da Covid-19, assumindo uma posição de referência para o tratamento, juntamente com outros dois hospitais regionais do Estado: Ivaiporã e Telêmaco Borba. Registrou mais de 3,6 mil atendimentos até junho de 2022, quando passou a ter gestão da Funeas.

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Quando assumiu o hospital, a Funeas disponibilizou mais 20 leitos de enfermaria para atendimento de Síndromes Respiratórias Agudas Graves (SRAGs), somando mais de dois mil atendimentos até o momento.

Fonte: Governo PR

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Ceasa doará alimentos sem padrão de comercialização para o Zoológico de Curitiba

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A Ceasa Paraná firmou com a Prefeitura de Curitiba uma iniciativa para contribuir com a alimentação de animais silvestres atendidos pelo Departamento de Pesquisa e Conservação da Fauna. A partir de agora, semanalmente serão doadas frutas, legumes e verduras que já não atendem mais aos padrões de comercialização e nem de consumo humano, mas que ainda são adequadas para a alimentação animal.

A estimativa é que cerca de 5 toneladas de alimentos por mês sejam destinadas à causa, totalizando um investimento de R$ 19.950,00.

“Para nós da Ceasa é uma honra poder ajudar nessa iniciativa. É muito importante contribuir para melhorar a alimentação dos animais que já é muito boa. E melhor ainda fazendo isso com eficiência administrativa, diminuindo gastos para a prefeitura”, afirmou o diretor-presidente do Ceasa, Éder Bublitz.

A Ceasa Paraná já envia doações para outros locais, como o Criadouro da Onça Pintada. Essa nova parceria reafirma o compromisso da Ceasa Paraná com a sustentabilidade e o bem-estar animal, garantindo que alimentos que seriam descartados cumpram uma função essencial na preservação da fauna.

“É mais uma importante parceria, dentre tantas que temos com o governo do Estado. O zoológico é um patrimônio de Curitiba e esse trabalho em conjunto garante alimentação de qualidade para diversas espécies”, complementa o prefeito de Curitiba, Eduardo Pimentel.

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ZOOLÓGICO – O primeiro Zoológico de Curitiba funcionou no Passeio Público, até 1985, quando aconteceu a inauguração do zoológico atual no Parque Iguaçu, cerca de 20 km de distância do Centro de Curitiba. Ele recebe aproximadamente 650 mil visitantes por ano e é em um importante centro de lazer e conexão com a natureza por meio da contemplação.

Além de local de manutenção de animais impossibilitados de viverem livres na natureza, o espaço contribui para a conservação da fauna por oferecer condições de reprodução para animais nativos, e por servir de porto seguro para espécies de aves migratórias. Desenvolve ainda importantes trabalhos de educação ambiental e possibilita a realização de pesquisas visando a conservação da biodiversidade.

A maioria dos animais recebe alimentação duas vezes ao dia. Outros animais recebem uma vez ao dia. Os herbívoros, entre eles as lhamas, recebem alimentos como cenoura, abóbora e batata doce cortados, com ração própria, pela manhã e à tarde uma complementação de alfafa ou capim fresco.

BANCO DE ALIMENTOS – O Ceasa também lidera outra iniciativa que é referência nacional: o Banco de Alimentos Comida Boa, ideia que surgiu em abril de 2020, logo após a chegada da pandemia da Covid-19. Antes do programa, cerca de 50 toneladas eram desperdiçadas por dia por não serem comercializadas. Agora, são encaminhados para entidades sociais depois de passarem por um processo de industrialização.

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Ao todo, mais de 440 toneladas são doadas por mês, o que representa um volume anual de 5,3 mil toneladas de alimentos. Atualmente, mais de 330 entidades, como casas de longa permanência de idosos, hospitais públicos, casas de recuperação, projetos de contraturno escolar, abrigos, associações de moradores e famílias em situação de vulnerabilidade social, recebem os alimentos.

A iniciativa também conta com a participação do Departamento de Polícia Penal do Paraná (Deppen) para a ressocialização de pessoas privadas de liberdade. Elas trabalham no processamento dos alimentos e participam de atividades de capacitação em educação alimentar para, posteriormente, repassarem o conhecimento à comunidade.

A segunda destinação atinge os criadouros de animais. A alta capilaridade do programa, somada aos múltiplos benefícios propiciados, fez com que o programa Banco de Alimentos Comida Boa fosse apresentado na Organização das Nações Unidas (ONU) pelo governador Carlos Massa Ratinho Junior como um exemplo de iniciativa governamental.

Fonte: Governo PR

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