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Com a chegada de dias mais frios, Copel orienta consumidores sobre o uso eficiente de energia

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A frente fria que chegou ao Paraná nesta semana intensificou o uso de aparelhos de climatização para aquecimento de ambientes e do chuveiro elétrico, que precisa ser acionado com uma potência maior de energia para esquentar a água do banho. Com a aproximação do inverno, é hora de relembrar alguns hábitos que podem ajudar a controlar o consumo de energia nas residências. Para isso, o engenheiro coordenador do Programa de Eficiência Energética da Copel, Marcelo Gonçalves Santos, selecionou dicas que podem ser úteis para evitar o desperdício.

De acordo com ele, a tendência de aumento no consumo residencial nos dias de frio é mais acentuada nas porções central e ao Sul do Estado, em consequência das baixas temperaturas. Santos destaca que, além da atenção na hora de comprar equipamentos elétricos, os hábitos de uso também fazem uma grande diferença no resultado que aparece na conta de luz, ao final do mês.

As orientações começam pelo chuveiro, equipamento mais presente nas casas e que responde por uma parcela significativa do consumo de energia elétrica ou outros insumos energéticos. “Nos dias frios a nossa tendência natural é demorar mais no banho para se aquecer, então é preciso muita atenção a isso. O cálculo de consumo da energia é feito pela potência do chuveiro, multiplicada pelo tempo em cada banho”, lembra o engenheiro.

É importante, ainda, fazer o ajuste de temperatura do equipamento diariamente, para economizar nos períodos em que o frio dá uma trégua. “Até quando passa o inverno, muita gente esquece o chuveiro ajustado no máximo, e aí ocorre um desperdício de energia”, diz.

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Com relação ao aquecimento de ambientes, vale o controle de hora em hora, com o cuidado de não exagerar na temperatura. “É comum que, nos dias mais frios, o aquecedor seja utilizado por longos períodos em altas temperaturas. O ideal é que chegue até a temperatura de vinte graus, que já garante um conforto térmico, e quando o ambiente já estiver mais quente, o aparelho seja desligado”, explica Santos.

No caso dos aquecedores que ficam guardados ao longo do ano, a limpeza do equipamento é recomendada para aumentar sua eficiência, sem obstrução da radiação do calor. Pelo mesmo motivo, secar roupas no aquecedor, ou na parte de trás da geladeira, é algo que deve ser descartado por quem quer economizar energia.

Por fim, Marcelo Gonçalves Santos lembra que a geladeira também merece atenção nos dias mais frios, já que o ajuste correto da temperatura pode ser uma boa oportunidade de economizar.

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Confira as principais dicas elencadas pelo especialista para os dias de frio:

– Verifique diariamente o ajuste de temperatura do chuveiro e tome banhos curtos.

– Para aquecer ambientes com menos perda de energia, mantenha portas e janelas fechadas sempre que possível.

– Quando for cozinhar, aproveite o calor gerado pelo forno e fogão para aquecer o ambiente.

– Neste período do ano a iluminação do sol dura menos horas. Prefira usar lâmpadas LED e apague as luzes que não estiverem em uso.

– Confira a regulagem da geladeira, que agora pode gastar menos energia. Aproveite para checar a borracha da porta, se está vedando bem.

– Se for lavar roupas na máquina, acumule uma quantidade que aproveite bem a capacidade do equipamento. E prefira estendê-las ao sol, já que as secadoras consomem bastante energia.

– Na hora de passar, a dica é acumular o máximo de roupas para evitar desperdiçar a energia consumida para aquecer o aparelho. Aproveite esse momento inicial para ir passando os tecidos mais leves, que não exigem uma temperatura tão elevada.

– Ao comprar novos eletrodomésticos, atente-se para a classificação do Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro), em relação à sua eficiência. Também verifique o selo do Programa Nacional de Conservação de Energia Elétrica (Procel).

Fonte: Governo PR

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Escolas do Paraná que ofertam tempo integral recebem mais 3 mil kits de robótica

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Mais 100 escolas estaduais de todas as regiões do Paraná que ofertam educação em tempo integral estão recebendo do Governo do Estado, ao longo deste mês, 3 mil kits de robótica. Com essa entrega, chega a 23 mil o número de kits distribuídos às unidades paranaenses desde 2021.

“Com essa nova remessa, reforçamos mais uma vez que na rede estadual a inovação. A programação e a robótica estão lado a lado com o conteúdo pedagógico”, diz o secretário estadual da Educação, Roni Miranda. “É exatamente isso que temos buscado nas mais de 2 mil escolas da rede do Estado. É muito bom saber que os alunos que passam mais tempo na escola podem desenvolver mais e mais habilidades”.

O investimento nessa nova leva de kits foi de R$ 1,8 milhão, com recursos do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), destinados ao programa Escola em Tempo Integral, uma parceria do Ministério da Educação com a Secretaria da Educação do Paraná.

Entre os componentes eletrônicos estão  adaptadores de Wi-Fi, pilhas, baterias, displays, fitas de led, minisensores e resistores. Uma série de circuitos eletrônicos de comandos e peças que são utilizadas durante as aulas de Programação, Pensamento Computacional e Robótica, todas inseridas na grade curricular das escolas estaduais.

INVESTIMENTOS – Atualmente, mais de 160 mil alunos da rede têm acesso a práticas de robótica. O componente de programação chega a cerca de 500 mil estudantes de escolas estaduais. Os números foram alcançados após os investimentos de mais de R$ 30 milhões na compra dos kits – 2.577 unidades em 2021 e 18.380 no ano seguinte.

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Foi por meio do aprendizado nas aulas de Robótica que um grupo de alunos do Ensino Fundamental do Colégio Estadual Vereador José Balan, de Umuarama, construiu um protótipo de robô autônomo para auxílio no combate ao Aedes aegypti em sala de aula. A iniciativa dos estudantes é um exemplo de como a introdução da tecnologia no processo de ensino e aprendizagem na rede estadual de ensino faz a diferença na formação dos jovens, estimulando a inovação e o empreendedorismo.  

Outro robô, desenvolvido por alunos do município de Toledo, na região Oeste do Paraná, auxilia na locomoção de pessoas com deficiência visual. Participaram deste projeto alunos do Ensino Médio do Colégio Estadual Cívico Militar Frentino Sackser, sob o olhar atento do professor de Robótica Willian Joel Monteiro.

A ideia foi justamente construir um protótipo inicial de robô-guia utilizando sensores ultrassônicos, que fazem parte do kit de robótica para a detecção de barreiras, e um módulo player mini fornecendo feedback auditivo para informar o usuário sobre a presença e localização de obstáculos de forma precisa e intuitiva.

“Esse protótipo visa proporcionar uma solução acessível e complementar às ferramentas tradicionais, como bengalas e cães-guia, com potencial para aprimorar a autonomia e segurança dos deficientes visuais”, aponta o docente.

OUTROS EXEMPLOS – O forte investimento da Secretaria da Educação do Paraná na área da robótica tem angariado bons resultados  para os alunos da rede estadual, que ganham destaque ao se classificarem em competições nacionais, como as de luta de robôs construídos por estudantes. Caso da equipe de robótica do Colégio Estadual Pedro Boaretto Neto, de Cascavel, que participou, em julho do ano passado, da Campus Party, um dos maiores eventos de tecnologia e inovação do mundo, realizado em São Paulo.

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Um grupo de Maringá, no Noroeste, utilizou os conhecimentos da matéria de Pensamento Computacional para transportar a escola para dentro de um jogo de computador, em que a instituição se tornou um cenário distópico para uma luta contra zumbis, que supostamente, pretendiam atacar o ambiente escolar. 

REVOLUÇÃO TECNOLÓGICA – Com a conexão de internet por fibra ótica na maior parte das escolas paranaenses, ampliou-se não apenas o ensino da Robótica e Programação, mas também o uso dos recursos digitais educacionais, como o Redação Paraná, que desenvolve a escrita nos  gêneros textuais e temas atuais; o Leia Paraná, de leitura digital com mais de 300 mil títulos lidos em 2024.

Outros recursos são o Matemática Paraná, com 30 milhões de atividades realizadas; o Inglês Paraná, com mais de 6 milhões de atividades concluídas; o Desafio Paraná e a Prova Paraná Digital, que neste ano chegou a  230 mil estudantes dos 8º e 9º anos com quase sete milhões de questões respondidas.

Fonte: Governo PR

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