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Com 213 novas confirmações, Paraná soma 1.495 casos de dengue

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O novo boletim epidemiológico da dengue, divulgado nesta terça-feira (10) pela Secretaria de Estado da Saúde (Sesa), aponta que o Paraná soma 1.495 casos confirmados da doença – são 213 confirmações a mais que na semana anterior. O Estado permanece sem o registro de óbitos neste período epidemiológico, que teve início em agosto e segue até julho de 2024.

Já foram descartados 6.287 casos e outros 4.966 permanecem em investigação. As 22 Regionais de Saúde (RS) possuem casos confirmados, e dos 399 municípios, 159 têm diagnósticos positivos, sendo 130 autóctones, quando a doença é contraída localmente.

As cidades com maior número de casos são Londrina (288), Maringá (213), Paranaguá (131), Foz do Iguaçu (91) e Paranavaí (58).

Com duas novas confirmações, os casos de chikungunya somam agora 167. Já com relação ao zika vírus, foram notificados 16 casos, sendo oito já descartados e outros oito ainda em investigação.

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CLIMA – O monitoramento das condições de risco climático feito pelo Laboratório de Climatologia da UFPR (Laboclima/UFPR), que identifica a formação de situações meteorológicas favoráveis à reprodução do Aedes aegypti, aponta condições de risco médio principalmente nas regiões Norte, Noroeste e Oeste do Estado. Com o aumento das chuvas é muito importante que a população esteja em alerta para os possíveis criadouros do mosquito.

Confira o boletim AQUI e todas as informações sobre o novo período sazonal neste link.

Fonte: Governo PR

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Casa Fácil Paraná: 99 famílias de Maringá recebem as chaves em novo residencial

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A Cohapar entregou nesta sexta-feira (03) os imóveis para mais 99 famílias do Residencial Parque do Japão, em Maringá. Dentre os beneficiários, 64 deles receberam subsídio do Programa Casa Fácil para custeio do valor de entrada dos apartamentos. A obra de mais de R$ 19,6 milhões de investimentos é resultado da união entre Governo do Estado, Caixa Econômica Federal e Tecnológica Construções Civis Ltda.

O aporte de R$ 960 mil em recursos estaduais foi concedido para o atendimento do público com renda de até quatro salários mínimos e enquadrado aos critérios estabelecidos pelo programa. Os compradores também conseguem acessar outras vantagens, como descontos variáveis através do Minha Casa, Minha Vida, do governo federal, e têm a possibilidade de usar o FGTS para redução do montante devido.

O Residencial Parque do Japão fica no Jardim Industrial, próximo a escolas, creche, mercado e demais conveniências, além ter fácil acesso ao centro de Maringá. Os apartamentos são divididos em duas torres, com um elevador em cada, de pavimento térreo e mais sete andares.

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Com quatro modelos diferentes de plantas arquitetônicas, de metragens entre 44,35 m² a 53,37 m², eles possuem dois dormitórios, sala, banheiro, cozinha com área de serviço integrada, sacada com churrasqueira e uma vaga de garagem. O empreendimento também dispõe de unidades com uma suíte.

Os imóveis são entregues com piso laminado na sala e quartos, revestimento cerâmico nas áreas molhadas, louças e bancada de granito no banheiro e tanque de mármore sintético. O condomínio oferece sistema de segurança com guarita e diversos espaços comuns de lazer, que incluem duas áreas gourmet com churrasqueira, piscinas adulto e infantil, academia, miniquadra de esportes e playground.

Com os incentivos governamentais, os financiamentos junto à Caixa Econômica Federal apresentam taxas de juros menores e valores de prestações mais acessíveis. Os novos proprietários pagarão parcelas a partir de R$ 800 mensais e os contratos podem ser liquidados no prazo de até 30 anos.

SONHO POSSÍVEL – Há vários anos na busca para ter um imóvel, a comerciante Érica Eliane da Silva, 47, viu o sonho se tornar concreto graças ao incentivo do Governo do Estado. Ela e a filha Isabela viviam em imóvel alugado, pagando R$ 1.800 mensais. Com a ajuda do Casa Fácil, o apartamento próprio custará bem menos e vai aliviar consideravelmente o orçamento no fim do mês.

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“Fazia bastante tempo que almejava por isso. Graças a Deus e com a ajuda da Cohapar eu consegui realizar esse sonho. Se não fosse esse subsídio, seria mais difícil. Com o apartamento vou pagar muito menos, uma prestação de R$ 1.000, e será meu”, frisou.

O recurso estadual também foi crucial para viabilizar a mudança de vida da agente de viagens Jéssica Sanches Nascimento, 30 anos, e do marido, Jorge Neto. Hoje eles deixam a residência cedida pelos familiares para morarem no próprio cantinho.

“O subsídio foi bastante importante, pois abaixou o valor do imóvel para gente conseguir o financiamento de acordo com a nossa renda mensal”, ponderou. “Foi muito tempo querendo esse apartamento, sonhando com ele. Agora são muitos planos”.

Fonte: Governo PR

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