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Cohapar entrega residencial com 184 apartamentos e casas em Curitiba

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Um dia muito esperado para 184 famílias da capital paranaense. Elas receberam nesta quarta-feira (13) as chaves de seus imóveis no Condomínio Residencial Colinas do Norte, em entrega técnica realizada pela Cohapar. Dentre os beneficiários, 28 deles contaram com subsídios de R$ 20 mil do programa Casa Fácil Paraná para ajudar no custeio do valor de entrada dos financiamentos. Com investimento superior a R$ 55,2 milhões, a obra é resultado do esforço conjunto entre Governo do Estado, Caixa Econômica Federal e Treéle Construtora.

O aporte estadual de R$ 560 mil através do Casa Fácil é coordenado pela Cohapar e destinado ao atendimento do público com renda familiar de até quatro salários mínimos nacional. As vantagens do projeto incluem ainda descontos variáveis pelo programa federal Minha Casa, Minha Vida, e os compradores têm a possibilidade de utilizar o FGTS para abatimento do saldo devedor.

O Colinas do Norte fica no bairro Santa Cândida, em Curitiba, próximo a terminal de transporte público, posto de saúde, mercados, escola e demais estabelecimentos comerciais. Ele é composto por 184 unidades habitacionais no total, sendo 160 apartamentos e 24 casas sobrepostas, com diferentes plantas arquitetônicas e áreas de convivência planejadas. Os imóveis já são entregues pela construtora com as louças e metais, acabamento em piso cerâmico em todos os ambientes e as churrasqueiras são a carvão.

Os apartamentos possuem metragens variadas, entre 39,35 m² a 48,61 m² de área privativa, todos com vaga de garagem, podendo ser coberta ou não, e são divididos em um ou dois dormitórios, sala de estar integrada com a cozinha, lavanderia e banheiro. Para a opção com dois quartos, o diferencial é a sacada com churrasqueira. E para quem busca ainda mais conforto, o residencial também dispõe de unidades de 66m² com jardim privativo.

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Já as casas sobrepostas apresentam modelo padrão de 47m², compostas por dois dormitórios, sala de estar, banheiro e cozinha integrada com lavanderia. As residências térreas possuem garden com churrasqueira, enquanto as superiores contam com sacada com churrasqueira. Além disso, todas as moradias têm entradas e garagens individuais, garantindo mais privacidade aos moradores.

Ademais, o residencial também possui outras comodidades que proporcionam mais segurança e qualidade de vida aos novos proprietários, como portaria com guarita e estrutura de lazer completa, equipado com salão de festas, espaço gourmet, piscina, playground, campo de futebol, área para animais, mesa de jogos e academia ao ar livre, praça de convivência arborizada e ambiente para piquenique.

Os valores de venda das moradias são variados, a partir de R$ 321 mil, a depender da opção escolhida pelo comprador e condições de financiamento. O saldo devedor pode ser quitado junto à Caixa Econômica Federal em até 30 anos e as prestações mensais têm custo médio de R$ 1.200, preço bem mais acessível que o aluguel na Capital.

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VIDA NOVA – Casados desde os 17 anos e pais da pequena Laura, o analista de qualidade José Lucas Coutinho de Barros, hoje com 32, e a confeiteira Anicoli Freitas da Silva de Barros, 31, tinham como meta adquirir a moradia própria antes dos 30. E foi graças ao apoio do Casa Fácil que esse objetivo se concretizou. “Assinamos o contrato, no ano passado, no dia do meu aniversário. Foi um presentão, a maior realização pós casamento foi a compra do nosso imóvel”, disse ela.

Segundo o analista, a compra de uma residência sempre pareceu algo muito distante da realidade. Quando decidiram por isso e souberam da possibilidade do subsídio da Cohapar, o anseio da família finalmente ganhou forma concreta. “Para a gente que precisa desse subsídio ele é um abraço, é um ‘vem cá, a gente quer te ajudar a realizar esse sonho’. Foi um parceiro que caminhou junto com a gente e nos aproximou desse sonho”, acrescentou José Lucas.

Pais e filha já estão organizando a mudança e fazem planos para passar as festas de fim de ano no novo lar. “Queremos dar um passinho de cada vez. Fazer do nosso jeito, da cor que a gente sempre sonhou, os móveis do jeito que a gente sempre quis”, disse ele. “Mas a ideia é passar o Natal na casa nova”, completou ela, enquanto ele quer apreciar os fogos na sacada.

Fonte: Governo PR

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Estado licenciou 102 projetos de hidrelétricas desde 2021; Paraná tem 2ª maior potência do Brasil

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Com a entrada em funcionamento da Pequena Central Hidrelétrica (PCH) Lúcia Cherobim, na quinta-feira (03), no Rio Iguaçu, região entre Porto Amazonas e Lapa, nas proximidades de Curitiba, o Paraná avança como um dos principais polos do País na produção deste tipo de energia limpa. De acordo com dados da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), o Estado abriga atualmente 126 complexos deste tipo em operação, com potência outorgada total de 15.668 Megawatts (MW), atrás apenas para o Pará, com 22.393 MW.

Cerca de 80% dessas usinas foram viabilizadas a partir de 2021, com o lançamento do projeto Paraná Energia Sustentável, ação determinada pelo governador Carlos Massa Ratinho Junior que estabeleceu uma nova dinâmica para a emissão de licenciamento ambiental, reduzindo o tempo de espera pela permissão.

Desde então, o Instituto Água e Terra (IAT), órgão licenciador, emitiu 102 licenças ambientais, entre Prévias, de Instalação, de Operação e modalidades de licenciamento simplificadas, para o estabelecimento hidroelétricas. O IAT é vinculado à Secretaria de Estado do Desenvolvimento Sustentável (Sedest).

Esses empreendimentos estão em diferentes fases de implantação, sendo que os 42 já entraram em funcionamento e produzem, juntos, 312 MW de energia para o sistema elétrico brasileiro, o suficiente para abastecer cerca de 124 mil residências. Além disso, durante o período foram emitidas 18 renovações para hidrelétricas já existentes. São complexos importantes, responsáveis por grande parte da energia elétrica gerada no Estado.

“A PCH Lúcia Cherobim é um ótimo modelo da política sustentável em vigor no Paraná. Não interfere no fluxo do rio e não faz mal ao Salto do Caiacanga, que é uma beleza da Lapa e de Porto Amazonas. Ela canaliza a água, sem alterar a vazão e sem grande reservação, para gerar energia elétrica. É um exemplo de inteligência ambiental, de avanço energético e de sustentabilidade”, afirmou o secretário de Estado do Desenvolvimento Sustentável, Rafael Greca.

“Criamos todos os caminhos para que o empreendedor pudesse ter segurança para receber a licença num prazo mais rápido, desde que cumprisse os requisitos técnicos-ambientais necessários, com segurança ambiental e jurídica”, acrescentou o diretor-presidente do IAT, Everton Souza.

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Diretor de Licenciamento e Outorga do Instituto, José Volnei Bisognin ressaltou que essa energia produzida não beneficia apenas o Paraná, mas que também é fornecida e disponibilizada para outras regiões do País por meio do Sistema Interligado Nacional (SIN).

“Por causa da geografia do Estado e da grande quantidade de bacias e sub-bacias hidrográficas, o Paraná possui um grande potencial hidrelétrico. O processo de licenciamento para a construção de hidrelétricas é bastante complexo, por envolver florestas, água, fauna e a população. Buscamos, no IAT, mitigar ao máximo qualquer tipo de complicação ou prejuízo ao meio ambiente”, disse.

HIDRELÉTRICAS – Em relação à classificação das novas usinas, 51 licenças são para Centrais Geradoras Hidrelétricas (CGHs), que possuem uma potência entre 0,5 e 5 MW; 28 licenças são para Pequenas Centrais Geradoras Hidrelétricas (PCHs), com potência entre 5 e 30 MW; e três licenças são de Usinas Hidrelétricas (UHE), com potências acima de 30 MW.

Fecham a lista de licenças 11 para Microcentrais Hidrelétricas (MCHs), com produção de até 0,075 MW e 9 licenças para Minigeradoras Hidrelétricas (MGHs), com potência entre 0,075 e 0,5 MW, ambos tipos de complexos de menor porte que produzem energia para venda no mercado privado.

Pinhão, no Centro-Sul do Estado, foi o município paranaense que mais recebeu licenças no período, com nove emissões. Em seguida, com oito documentos, figura Guarapuava, na região Central, além de quatro municípios com seis emissões cada: Clevelândia e Mangueirinha, no Sudoeste; Pitanga e Turvo, ambos na área central do Paraná.

Já em relação aos corpos hídricos, o destaque vai para o Rio Chopim, com 11 licenças, seguido pelos Rios Cavernoso e Marrecas, com cinco cada um, e o Jordão, com quatro documentos. “A construção dessas usinas traz um impacto extremamente positivo para a cobertura vegetal da região, já que uma das obrigações do procedimento licenciatório é a reposição em média de quatro vezes da área de vegetação nativa suprimida durante a construção. Além disso, há a geração de empregos para mão de obra local, aumento na arrecadação de impostos dos municípios afetados e benefícios para a ictiofauna, estabilizando o habitat dos rios”, destacou José Bisognin.

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LEILÕES – A geração de energia hidrelétrica em todo o País é delimitada por regras do governo federal, seguindo critérios específicos para atender às necessidades da população. Por meio de leilões de compra de energia elétrica realizados de forma periódica, a União estabelece demandas energéticas que devem ser cumpridas em cada trecho de rio em um determinado período, que depois são atendidas pelas empresas concessionárias vencedoras dos certames por meio da construção de novos empreendimentos ou pela ampliação de estruturas existentes.

“Nesse sistema, os governos estaduais são responsáveis por acompanhar a execução desses empreendimentos por meio do processo de licenciamento, garantindo que tudo seja feito de forma legal. E nesse quesito o Estado do Paraná se destaca, cumprindo sempre as metas estabelecidas de geração e transmissão de energia por parte do governo federal”, afirmou o chefe da Divisão de Licenciamento Estratégico do órgão ambiental, Jean Carlos Helferich.

PRÓXIMO – O próximo leilão já tem data marcada: o Energia Nova A-5 ocorre no dia 22 de agosto de 2025 e prevê a construção de novas PCHs, CGHs e UHEs até o dia 1º de janeiro de 2030, para o fornecimento de energia para os próximos 20 anos.

Nesta edição, o número de empreendimentos cadastrados foi o maior da história dessa modalidade de leilão, com 241 projetos, atendendo a uma potência total de 2.999 MW. No Paraná, estão cadastrados 27 projetos de PCHs, com potência outorgada total de 268 MW, e 3 CGHs, com potência outorgada total de 4 MW. Para a participação, as empresas têm até o dia 3 de junho para apresentar as licenças ambientais requisitadas.

Fonte: Governo PR

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