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Circo na Praia e Circo na Praça movimentam programação do Verão Maior Paraná

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O circo, como outras frentes da arte cênica, faz parte da formação do cidadão como ser humano. Uma novidade do Verão Maior Paraná é a inclusão do Circo na Praça na programação cultural, junto com o Circo na Praia, que já ocorria em verões passados. Até o dia 31 de janeiro, a população paranaense e os turistas podem acompanhar as programações de ambos os projetos com atrações diárias e performances no trapézio, malabares, dança ou oficinas recreativas.

O Circo na Praia se instalou no Litoral e durante todo o verão conduzirá atividades artísticas e culturais destinadas a toda família. Astro Circus é a Trupe de Circo e Teatro que se consolidou por meio do projeto Caravana Cultural e realiza as apresentações no Circo da Praia com números circenses tradicionais. As apresentações acontecem nos postos fixos em Matinhos, Praia de Leste, Caiobá, Ipanema e Shangrilá. Os veranistas podem se inscrever para participar do espetáculo junto com os artistas aos domingos.

Esses postos fixos estão estruturados com palcos para as aulas, muro de escalada com tirolesa, futmesa e quadras de vôlei de praia, futebol e beach tennis.

Para a coordenadora de produção do Circo na Praia, Carol Scabora, é incrível a ideia da junção do esporte e do verão com a arte. “Quando o esporte agrega no mesmo posto de atendimento o turismo, a cultura e outras atividades para a população, está mostrando a necessidade de cada área em um só lugar. Acho que essa iniciativa vinda do Governo de atender a população com várias frentes sociais é muito importante”, afirma.

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Já o Circo na Praça, do Projeto Tenda Circo, tem na programação diversas apresentações e conta com shows de mágica, malabares, equilibrismo, apresentação com tecido, além de uma oficina gratuita para as crianças.A iniciativa é uma parceria entre a Secretaria da Cultura e a Secretaria de Esporte e conta com as apresentações da companhia circense Trip Circo em praças das cidades litorâneas.

O projeto é viabilizado pelo Programa de Incentivo Paraná Cultural (Profice) com apoio da Copel e segue as diretrizes do Plano Estadual de Cultura, que tem como objetivos a descentralização e a democratização da cultura.

“A ideia do circo na verdade é levar a cultura do circo de novo para a praça, tirar um pouco do teatro e levar para um público mais amplo, tanto para os moradores dos balneários que a gente está visitando, quanto para os veranistas. A nossa ideia é passar cada dia em um balneário, nossa estrutura é totalmente desmontável. É uma maratona. E o bom é que a plateia fica do lado, em cima, embaixo, em todos os lugares, a interação do público é muito grande”, complementa Vinicius Braguetto , produtor do Circo na Praça.

O engenheiro agrônomo Gustavo Facioli Becker, de Rolândia, já acompanhou uma apresentação. “A gente ficou sabendo pelo site do Verão Maior Paraná e desde dezembro estamos acompanhando a programação. Não é todo dia que a gente tem um circo para assistir, um evento gratuito e a céu aberto né, então eu e minha família aproveitamos muito”, afirma. 

PROGRAMAÇÃO DO CIRCO NA PRAIA

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CAIOBÁ

Datas: 11, 12 e 15/01; 18, 19 e 22/01; 25, 26 e 29/01

Horário: 18h45

MATINHOS – POCKET SHOW

Datas: 13, 20 e 27/01

Horário: 18h

PRAIA DE LESTE

Datas: 13, 14 e 15/01

Horários: 18h

SHANGRILÁ

Datas: 20, 21 e 22/01

Horários: 17h

IPANEMA

Datas: 27, 28 e 29/01

Horários: 18h

PROGRAMAÇÃO DO CIRCO NA PRAÇA

PRAIA DE LESTE

Data: 12/01

Horário da Oficina: 18h30

Horário da Apresentação: 19h

Local: Praça da Praia de Leste

PONTAL

Data: 13/01

Horário da Oficina: 18h30

Horário da Apresentação: 19h

Local: Praça da Câmara dos Vereadores

GUARATUBA

Data: 14/01

Horário da Oficina: 18h30

Horário da Apresentação: 19h

Local: Centro de Eventos

COROADOS

Data: 15/01

Horário da Oficina: 18h30

Horário da Apresentação: 19h

Local: Quadra de Eventos

GAIVOTAS

Data: 27/01

Horário da Oficina: 18h30

Horário da Apresentação: 19h

Local: Praça do Balneário

CAIOBÁ

Data: 28/01

Horário da Oficina: 18h30

Horário da Apresentação: 19h

Local: Parquinho da Pracinha

MATINHOS

Data: 29/01

Horário da Oficina: 18h30

Horário da Apresentação: 19h

Local: Praça de Matinhos

VERÃO MAIOR PARANÁ – O Verão Maior Paraná tem ações voltadas aos veranistas e comunidade local, com atividades esportivas e de lazer, aulas de ginástica, dança, caminhadas, recreação infantil, torneios e eventos esportivos, além de uma série de outras práticas relacionadas ao entretenimento. Acesse o site www.verao.pr.gov.br e confira a programação completa das atrações promovidas pelo Governo do Estado. As ações acontecem nos municípios do Litoral, além de Porto Rico e São Pedro do Paraná, no Noroeste do Paraná.

Fonte: Governo do Paraná

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Sanepar resgata animais e faz replantio de vegetação na Barragem Miringuava

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A Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) realiza desde janeiro o resgate da flora e fauna na Barragem Miringuava, em São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba. Mais de 300 animais foram resgatados, realocados ou afugentados. São cerca de 30 profissionais atuando no resgate, entre veterinários, biólogos, engenheiros florestais e técnicos.

Com capacidade para 38,2 bilhões de litros, o reservatório teve a desocupação da área verde autorizada em setembro de 2024 pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e licença emitida pelo IAT (Instituto Água e Terra). Estudos prévios à obra identificaram as principais espécies de vegetação e animais da região para preservar a fauna e a flora. 

Até agora, cerca de 30 hectares da área a ser inundada já tiveram a vegetação suprimida. Além disso, também está em andamento a execução dos novos acessos no entorno do futuro reservatório.

PROTEÇÃO E COMPENSAÇÃO AMBIENTAL – No entorno da futura represa são realizadas ações de recuperação e enriquecimento ambiental. As áreas antes usadas para pastagens e agricultura são restauradas com mudas de árvores nativas da região. No interior do reservatório são resgatados outros animais e plantas e realocados para áreas mais vegetadas. 

Com o trabalho, além de recuperar a área, a Sanepar possibilita uma compensação ambiental superior ao que será suprimido pela barragem. Com a medida, a Companhia compensará em torno de 700 hectares. Isso corresponde a uma área 62,6% maior à que será utilizada para a reserva de água. Ao todo, o reservatório ocupará 430,6 hectares.

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O engenheiro florestal da Sanepar Aurélio Lourenço Rodrigues explica que a região é rica em vegetação e abriga desde espécies comuns, como variações de orquídeas, até raras, como os xaxins. Essas espécies são fixadas em outras árvores ou no próprio solo, o que garante a manutenção da biodiversidade destes grupos.

Rodrigues destaca que a prioridade é a preservação das espécies em risco de extinção. “O trabalho precisa ser minucioso. Embora o abastecimento de água seja de grande interesse público, ele causa impacto. Nosso papel é minimizá-lo, garantindo proteção e sobrevida às espécies mais raras após a implantação do reservatório.”

CUIDADO DE ANIMAIS SILVESTRES –  Além dos animais realocados para as áreas de soltura, foram 75 animais afugentados, quando é feito o acompanhamento daqueles que se deslocam naturalmente, e 62 atendimentos veterinários no Centro de Triagem de Animais Silvestres (CETAS) e na base de atendimento móvel. Outros 12 animais foram destinados ao Museu de História Natural para fins científicos. Os principais animais resgatados são anfíbios e répteis, como cobras e sapos.

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A bióloga e gestora socioambiental da Sanepar, Ana Cristina Rego Barros, explica que a equipe avalia a condição dos animais resgatados. “Se ele está em condição física e a comportamental íntegra, retorna para as áreas de soltura. Quando se observa algum ferimento, ele é atendido pela equipe de veterinários, avaliado, tratado e depois realocado.” 

Ana Cristina explica que as cobras peçonhentas, sobretudo as jararacas, abundantes na região, são encaminhadas ao Centro de Produção de Imunobiológicos (CPPI), instituição ligada à secretaria estadual da Saúde, para a produção de soro antiofídico. Isso porque a sua soltura na região pode oferecer risco aos moradores.

Antes do corte das árvores, as equipes também fazem a coleta de colmeias de abelhas nativas sem ferrão e as realocam para o Núcleo de Conservação de Abelhas Nativas. Atualmente, são monitoradas nove colmeias.

“Todo o trabalho é feito em conjunto e simultaneamente com o trabalho de supressão da flora. A área que será suprimida em um determinado momento, passa por vistoria prévia pelas equipes de resgate, que atuam buscando as plantas de interesse para a realocação, como as ameaçadas de extinção e vestígios da fauna para afugentamento e resgate”, destaca a especialista.

Relembre o início das obras da última etapa da Barragem do Miringuava AQUI.

Fonte: Governo PR

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