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Captação flutuante da Sanepar reforça abastecimento em Saudade do Iguaçu

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Às margens alagadas do Rio Iguaçu, no município de Saudade do Iguaçu, a Sanepar iniciou a operação de uma estação de captação de água flutuante. Inovadora e sustentável, a estrutura foi planejada e desenvolvida pelos próprios empregados e atenderá com tranquilidade a demanda de consumo da cidade até 2028, quando deve ficar pronta a nova captação de água que está em fase de projeto.

Instalada no Lago Salto Santiago, na margem alagada do Rio, a plataforma e seus componentes foram feitos com reaproveitamento de materiais que estavam ociosos, como madeira plástica ecológica proveniente de uma estação de tratamento de água de Cascavel, bombonas de produtos usados no tratamento da água e sobras de tubulações metálicas e em polietileno de alta densidade (PEAD).

A nova captação soma 608 mil litros de água ao dia para o sistema de abastecimento da cidade. Outra vantagem é que, em períodos de seca, quando baixarem os níveis da água do Lago Salto Santiago, a estrutura pode ser deslocada para locais com nível de água mais elevado.

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A captação flutua a 90 metros da margem, e o cabeamento elétrico e o bombeamento ficam submersos. A base flutuante tem 6 metros por 3,4 metros, suporta carga total de 2,6 toneladas e é ancorada em seus quatro cantos para evitar movimentação imprevista.

O ponto de operação fica a 2,4 quilômetros do canal de navegação do Rio Iguaçu. Mesmo a essa distância, a captação tem sinalização com boias flutuantes em um raio de 15 metros. Também foram instaladas placas de advertência e luzes de navegação na cor vermelha, que tornam visível a estrutura no período noturno.

Fonte: Governo PR

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Casa Fácil Paraná: 99 famílias de Maringá recebem as chaves em novo residencial

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A Cohapar entregou nesta sexta-feira (03) os imóveis para mais 99 famílias do Residencial Parque do Japão, em Maringá. Dentre os beneficiários, 64 deles receberam subsídio do Programa Casa Fácil para custeio do valor de entrada dos apartamentos. A obra de mais de R$ 19,6 milhões de investimentos é resultado da união entre Governo do Estado, Caixa Econômica Federal e Tecnológica Construções Civis Ltda.

O aporte de R$ 960 mil em recursos estaduais foi concedido para o atendimento do público com renda de até quatro salários mínimos e enquadrado aos critérios estabelecidos pelo programa. Os compradores também conseguem acessar outras vantagens, como descontos variáveis através do Minha Casa, Minha Vida, do governo federal, e têm a possibilidade de usar o FGTS para redução do montante devido.

O Residencial Parque do Japão fica no Jardim Industrial, próximo a escolas, creche, mercado e demais conveniências, além ter fácil acesso ao centro de Maringá. Os apartamentos são divididos em duas torres, com um elevador em cada, de pavimento térreo e mais sete andares.

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Com quatro modelos diferentes de plantas arquitetônicas, de metragens entre 44,35 m² a 53,37 m², eles possuem dois dormitórios, sala, banheiro, cozinha com área de serviço integrada, sacada com churrasqueira e uma vaga de garagem. O empreendimento também dispõe de unidades com uma suíte.

Os imóveis são entregues com piso laminado na sala e quartos, revestimento cerâmico nas áreas molhadas, louças e bancada de granito no banheiro e tanque de mármore sintético. O condomínio oferece sistema de segurança com guarita e diversos espaços comuns de lazer, que incluem duas áreas gourmet com churrasqueira, piscinas adulto e infantil, academia, miniquadra de esportes e playground.

Com os incentivos governamentais, os financiamentos junto à Caixa Econômica Federal apresentam taxas de juros menores e valores de prestações mais acessíveis. Os novos proprietários pagarão parcelas a partir de R$ 800 mensais e os contratos podem ser liquidados no prazo de até 30 anos.

SONHO POSSÍVEL – Há vários anos na busca para ter um imóvel, a comerciante Érica Eliane da Silva, 47, viu o sonho se tornar concreto graças ao incentivo do Governo do Estado. Ela e a filha Isabela viviam em imóvel alugado, pagando R$ 1.800 mensais. Com a ajuda do Casa Fácil, o apartamento próprio custará bem menos e vai aliviar consideravelmente o orçamento no fim do mês.

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“Fazia bastante tempo que almejava por isso. Graças a Deus e com a ajuda da Cohapar eu consegui realizar esse sonho. Se não fosse esse subsídio, seria mais difícil. Com o apartamento vou pagar muito menos, uma prestação de R$ 1.000, e será meu”, frisou.

O recurso estadual também foi crucial para viabilizar a mudança de vida da agente de viagens Jéssica Sanches Nascimento, 30 anos, e do marido, Jorge Neto. Hoje eles deixam a residência cedida pelos familiares para morarem no próprio cantinho.

“O subsídio foi bastante importante, pois abaixou o valor do imóvel para gente conseguir o financiamento de acordo com a nossa renda mensal”, ponderou. “Foi muito tempo querendo esse apartamento, sonhando com ele. Agora são muitos planos”.

Fonte: Governo PR

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