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BRDE Labs promove workshop sobre inovação e geração de negócios na área tecnológica

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Programa de inovação aberta do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul, o BRDE Labs começou uma série de eventos presenciais sobre inovação com parceiros do Estado, a fim de expandir as discussões e ampliar a participação de empresas, startups e entidades empreendedoras. Nesta semana foi realizado o workshop com o tema “Como Inovação Verde e de Equidade transforma seu negócio”, iniciativa voltada à inovação e geração de negócios na área tecnológica, no auditório do Sebrae e do Parque Tecnológico em Pato Branco.

Organizado pelo BRDE em parceria com a aceleradora da PUC Hotmilk, Câmara Americana de Comércio (AMCHAM) e prefeitura, o encontro teve a participação de 60 pessoas envolvidas no ecossistema de inovação local e da prefeitura.

“Esses encontros visam fomentar o ecossistema da região de onde as empresas âncoras estão localizadas, juntamente com nossos parceiros dos parques tecnológicos. Nesse ciclo do BRDE Labs PR, o edital para captação de startups interessadas em solucionar os 31 desafios das empresas do Paraná está aberto nos próximos 60 dias”, explicou a gerente de Planejamento e Novos Negócios do BRDE, Lisiane Astarita. “Basta acessar o edital e link para inscrição no endereço do programa”.

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Este ano o tema proposto do BRDE Labs PR é Inovação Verde e de Equidade, com cinco cidades paranaenses no circuito dos eventos presenciais. Pato Branco foi a primeira delas a realizar o encontro nesta edição. “Esse é um momento importante para criar conexões entre esses novos empreendedores e as empresas já consolidadas, beneficiando todo o setor e proporcionando inovação para o mercado”, disse o prefeito Robson Cantu.

A partir da temática de sustentabilidade proporcionada pela inovação, foi ministrada uma palestra por Roberto Elias da Silva, vice-presidente de Inovação da empresa pato-branquense Viasoft. Em seguida, houve apresentação sobre Negócios e Biodiversidade pelo Instituto de Tecnologia do Paraná (Tecpar) e outra referente ao Panorama BRDE Labs.

“Reunindo empresas que buscam soluções para demandas específicas a startups que têm a possibilidade de propor essas soluções, o intuito é aproximar e promover as conexões entre esses públicos”, destacou o secretário municipal de Ciência, Tecnologia e Inovação, Marcos Colla.

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O Labs é um instrumento criado pelo BRDE para acelerar o desenvolvimento do ambiente de inovação na região Sul do Brasil, realizado em ciclos anuais, sempre apresentando um tema diferente, com o objetivo de criar conexões entre startups e empresas e gerar negócios. O próximo encontro está previsto para junho no Biopark de Toledo.

Fonte: Governo PR

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PARANÁ

Sanepar resgata animais e faz replantio de vegetação na Barragem Miringuava

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A Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) realiza desde janeiro o resgate da flora e fauna na Barragem Miringuava, em São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba. Mais de 300 animais foram resgatados, realocados ou afugentados. São cerca de 30 profissionais atuando no resgate, entre veterinários, biólogos, engenheiros florestais e técnicos.

Com capacidade para 38,2 bilhões de litros, o reservatório teve a desocupação da área verde autorizada em setembro de 2024 pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e licença emitida pelo IAT (Instituto Água e Terra). Estudos prévios à obra identificaram as principais espécies de vegetação e animais da região para preservar a fauna e a flora. 

Até agora, cerca de 30 hectares da área a ser inundada já tiveram a vegetação suprimida. Além disso, também está em andamento a execução dos novos acessos no entorno do futuro reservatório.

PROTEÇÃO E COMPENSAÇÃO AMBIENTAL – No entorno da futura represa são realizadas ações de recuperação e enriquecimento ambiental. As áreas antes usadas para pastagens e agricultura são restauradas com mudas de árvores nativas da região. No interior do reservatório são resgatados outros animais e plantas e realocados para áreas mais vegetadas. 

Com o trabalho, além de recuperar a área, a Sanepar possibilita uma compensação ambiental superior ao que será suprimido pela barragem. Com a medida, a Companhia compensará em torno de 700 hectares. Isso corresponde a uma área 62,6% maior à que será utilizada para a reserva de água. Ao todo, o reservatório ocupará 430,6 hectares.

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O engenheiro florestal da Sanepar Aurélio Lourenço Rodrigues explica que a região é rica em vegetação e abriga desde espécies comuns, como variações de orquídeas, até raras, como os xaxins. Essas espécies são fixadas em outras árvores ou no próprio solo, o que garante a manutenção da biodiversidade destes grupos.

Rodrigues destaca que a prioridade é a preservação das espécies em risco de extinção. “O trabalho precisa ser minucioso. Embora o abastecimento de água seja de grande interesse público, ele causa impacto. Nosso papel é minimizá-lo, garantindo proteção e sobrevida às espécies mais raras após a implantação do reservatório.”

CUIDADO DE ANIMAIS SILVESTRES –  Além dos animais realocados para as áreas de soltura, foram 75 animais afugentados, quando é feito o acompanhamento daqueles que se deslocam naturalmente, e 62 atendimentos veterinários no Centro de Triagem de Animais Silvestres (CETAS) e na base de atendimento móvel. Outros 12 animais foram destinados ao Museu de História Natural para fins científicos. Os principais animais resgatados são anfíbios e répteis, como cobras e sapos.

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A bióloga e gestora socioambiental da Sanepar, Ana Cristina Rego Barros, explica que a equipe avalia a condição dos animais resgatados. “Se ele está em condição física e a comportamental íntegra, retorna para as áreas de soltura. Quando se observa algum ferimento, ele é atendido pela equipe de veterinários, avaliado, tratado e depois realocado.” 

Ana Cristina explica que as cobras peçonhentas, sobretudo as jararacas, abundantes na região, são encaminhadas ao Centro de Produção de Imunobiológicos (CPPI), instituição ligada à secretaria estadual da Saúde, para a produção de soro antiofídico. Isso porque a sua soltura na região pode oferecer risco aos moradores.

Antes do corte das árvores, as equipes também fazem a coleta de colmeias de abelhas nativas sem ferrão e as realocam para o Núcleo de Conservação de Abelhas Nativas. Atualmente, são monitoradas nove colmeias.

“Todo o trabalho é feito em conjunto e simultaneamente com o trabalho de supressão da flora. A área que será suprimida em um determinado momento, passa por vistoria prévia pelas equipes de resgate, que atuam buscando as plantas de interesse para a realocação, como as ameaçadas de extinção e vestígios da fauna para afugentamento e resgate”, destaca a especialista.

Relembre o início das obras da última etapa da Barragem do Miringuava AQUI.

Fonte: Governo PR

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