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Biblioteca Pública tem programação especial durante o Mês da Mulher

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A Biblioteca Pública do Paraná preparou uma programação especial para comemorar o Mês da Mulher. As atividades incluem bate-papos, exposições, leituras públicas, escambo de livros, sessões de contação de histórias para crianças e ações de inclusão para pessoas com deficiência visual. A participação é gratuita em todos os eventos. Veja a seguir a agenda completa:

Exposições de acervo – A partir de quarta-feira (8), Dia Internacional da Mulher, todo o prédio histórico da BPP se converte em uma grande exposição temática sobre a presença feminina na literatura, nas ciências, na cultura, no jornalismo e nas artes em geral. São livros, fotos, documentos, obras raras, materiais multimídia e outros itens pertencentes ao acervo da instituição, dispostos em todas as salas de leitura e seções específicas.

Mulher por Mulheres – No dia 9, a partir das 17h, autoras de diferentes gerações participam de uma roda de leitura no hall térreo para interpretar textos de representantes femininas da literatura paranaense — sob a curadoria da equipe da Oficina Permanente de Poesia. Em paralelo, a Biblioteca estimula a troca de livros espontânea entre as escritoras, que também podem doar exemplares de suas obras para o público em geral.

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Live do Sistema Estadual de Bibliotecas Públicas – Transmissão direcionada às unidades do sistema, mas também aberta ao público em geral, com a participação da professora e pesquisadora da UEPG Luísa Cristina dos Santos Fontes — autora do livro Roteiro Literário: Helena Kolody, publicado pelo selo editorial da BPP. A partir das 16h, no canal youtube.com/bibliotecapr, ela discute a presença das mulheres na literatura do Estado com a mediação da bibliotecária Marta Sienna.

Galeria de Bibliotecárias – Durante todo o mês, as redes sociais da BPP trazem posts com fotos das profissionais e estudantes de Biblioteconomia que trabalham na instituição. Além das postagens, as publicações trazem perfis curtos das homenageadas e descrições sobre seus setores de atuação.

Ciclo de Contação de Histórias – Entre os dias 6 e 11, o grupo de contadores da BPP, Era Uma Vez, apresenta duas sessões diárias em que interpretam obras da literatura infantil produzidas por mulheres. As apresentações acontecem de segunda a sexta, às 11h e 15h, e no sábado, às 11h.

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Rogai Por Nós – Fruto de uma parceria entre o Museu de Arqueologia e Etnologia da UFPR e o Grupo Folclórico Boi Barroso, a exposição conta com estandartes que resgatam a história e a memória das capelas e igrejas do município de Antonina. Ao todo são 21 peças produzidas por artesãs do Litoral paranaense espalhadas pelo hall térreo da Biblioteca.

Mulheres Eficientes – Primeiro encontro do grupo de convivência voltado para mulheres com deficiência visual e familiares de pessoas com essa condição. A atividade acontece no dia 24, às 16h, e tem mediação da professora de Orientação e Mobilidade Lilian Merege Biglia.

Fonte: Governo do Paraná

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Estado licenciou 102 projetos de hidrelétricas desde 2021; Paraná tem 2ª maior potência do Brasil

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Com a entrada em funcionamento da Pequena Central Hidrelétrica (PCH) Lúcia Cherobim, na quinta-feira (03), no Rio Iguaçu, região entre Porto Amazonas e Lapa, nas proximidades de Curitiba, o Paraná avança como um dos principais polos do País na produção deste tipo de energia limpa. De acordo com dados da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), o Estado abriga atualmente 126 complexos deste tipo em operação, com potência outorgada total de 15.668 Megawatts (MW), atrás apenas para o Pará, com 22.393 MW.

Cerca de 80% dessas usinas foram viabilizadas a partir de 2021, com o lançamento do projeto Paraná Energia Sustentável, ação determinada pelo governador Carlos Massa Ratinho Junior que estabeleceu uma nova dinâmica para a emissão de licenciamento ambiental, reduzindo o tempo de espera pela permissão.

Desde então, o Instituto Água e Terra (IAT), órgão licenciador, emitiu 102 licenças ambientais, entre Prévias, de Instalação, de Operação e modalidades de licenciamento simplificadas, para o estabelecimento hidroelétricas. O IAT é vinculado à Secretaria de Estado do Desenvolvimento Sustentável (Sedest).

Esses empreendimentos estão em diferentes fases de implantação, sendo que os 42 já entraram em funcionamento e produzem, juntos, 312 MW de energia para o sistema elétrico brasileiro, o suficiente para abastecer cerca de 124 mil residências. Além disso, durante o período foram emitidas 18 renovações para hidrelétricas já existentes. São complexos importantes, responsáveis por grande parte da energia elétrica gerada no Estado.

“A PCH Lúcia Cherobim é um ótimo modelo da política sustentável em vigor no Paraná. Não interfere no fluxo do rio e não faz mal ao Salto do Caiacanga, que é uma beleza da Lapa e de Porto Amazonas. Ela canaliza a água, sem alterar a vazão e sem grande reservação, para gerar energia elétrica. É um exemplo de inteligência ambiental, de avanço energético e de sustentabilidade”, afirmou o secretário de Estado do Desenvolvimento Sustentável, Rafael Greca.

“Criamos todos os caminhos para que o empreendedor pudesse ter segurança para receber a licença num prazo mais rápido, desde que cumprisse os requisitos técnicos-ambientais necessários, com segurança ambiental e jurídica”, acrescentou o diretor-presidente do IAT, Everton Souza.

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Diretor de Licenciamento e Outorga do Instituto, José Volnei Bisognin ressaltou que essa energia produzida não beneficia apenas o Paraná, mas que também é fornecida e disponibilizada para outras regiões do País por meio do Sistema Interligado Nacional (SIN).

“Por causa da geografia do Estado e da grande quantidade de bacias e sub-bacias hidrográficas, o Paraná possui um grande potencial hidrelétrico. O processo de licenciamento para a construção de hidrelétricas é bastante complexo, por envolver florestas, água, fauna e a população. Buscamos, no IAT, mitigar ao máximo qualquer tipo de complicação ou prejuízo ao meio ambiente”, disse.

HIDRELÉTRICAS – Em relação à classificação das novas usinas, 51 licenças são para Centrais Geradoras Hidrelétricas (CGHs), que possuem uma potência entre 0,5 e 5 MW; 28 licenças são para Pequenas Centrais Geradoras Hidrelétricas (PCHs), com potência entre 5 e 30 MW; e três licenças são de Usinas Hidrelétricas (UHE), com potências acima de 30 MW.

Fecham a lista de licenças 11 para Microcentrais Hidrelétricas (MCHs), com produção de até 0,075 MW e 9 licenças para Minigeradoras Hidrelétricas (MGHs), com potência entre 0,075 e 0,5 MW, ambos tipos de complexos de menor porte que produzem energia para venda no mercado privado.

Pinhão, no Centro-Sul do Estado, foi o município paranaense que mais recebeu licenças no período, com nove emissões. Em seguida, com oito documentos, figura Guarapuava, na região Central, além de quatro municípios com seis emissões cada: Clevelândia e Mangueirinha, no Sudoeste; Pitanga e Turvo, ambos na área central do Paraná.

Já em relação aos corpos hídricos, o destaque vai para o Rio Chopim, com 11 licenças, seguido pelos Rios Cavernoso e Marrecas, com cinco cada um, e o Jordão, com quatro documentos. “A construção dessas usinas traz um impacto extremamente positivo para a cobertura vegetal da região, já que uma das obrigações do procedimento licenciatório é a reposição em média de quatro vezes da área de vegetação nativa suprimida durante a construção. Além disso, há a geração de empregos para mão de obra local, aumento na arrecadação de impostos dos municípios afetados e benefícios para a ictiofauna, estabilizando o habitat dos rios”, destacou José Bisognin.

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LEILÕES – A geração de energia hidrelétrica em todo o País é delimitada por regras do governo federal, seguindo critérios específicos para atender às necessidades da população. Por meio de leilões de compra de energia elétrica realizados de forma periódica, a União estabelece demandas energéticas que devem ser cumpridas em cada trecho de rio em um determinado período, que depois são atendidas pelas empresas concessionárias vencedoras dos certames por meio da construção de novos empreendimentos ou pela ampliação de estruturas existentes.

“Nesse sistema, os governos estaduais são responsáveis por acompanhar a execução desses empreendimentos por meio do processo de licenciamento, garantindo que tudo seja feito de forma legal. E nesse quesito o Estado do Paraná se destaca, cumprindo sempre as metas estabelecidas de geração e transmissão de energia por parte do governo federal”, afirmou o chefe da Divisão de Licenciamento Estratégico do órgão ambiental, Jean Carlos Helferich.

PRÓXIMO – O próximo leilão já tem data marcada: o Energia Nova A-5 ocorre no dia 22 de agosto de 2025 e prevê a construção de novas PCHs, CGHs e UHEs até o dia 1º de janeiro de 2030, para o fornecimento de energia para os próximos 20 anos.

Nesta edição, o número de empreendimentos cadastrados foi o maior da história dessa modalidade de leilão, com 241 projetos, atendendo a uma potência total de 2.999 MW. No Paraná, estão cadastrados 27 projetos de PCHs, com potência outorgada total de 268 MW, e 3 CGHs, com potência outorgada total de 4 MW. Para a participação, as empresas têm até o dia 3 de junho para apresentar as licenças ambientais requisitadas.

Fonte: Governo PR

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