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Biblioteca Pública do Paraná inicia projeto de modernização de sistemas

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Com o objetivo de melhorar os processos de empréstimo, devolução, sistemas de segurança e controle do acervo, teve início neste segundo semestre de 2024 a primeira fase do processo de modernização da Biblioteca Pública do Paraná (BPP). Essa atualização busca acelerar e otimizar tanto os processos internos feitos pelos funcionários quanto os de atendimento ao público, facilitando o acesso dos frequentadores da BPP aos materiais catalogados na unidade.

“A modernização da Biblioteca Pública do Paraná é um passo fundamental para que o acesso ao conhecimento e à cultura seja ainda mais ágil, inclusivo e conectado com as demandas do nosso tempo”, destaca Luciana Casagrande Pereira, Secretária de Estado da Cultura do Paraná. “Queremos que a BPP se consolide como uma referência de inovação e excelência no atendimento ao público, valorizando a experiência dos usuários e potencializando o impacto social da biblioteca para todos os paranaenses”, afirma.

Todo o processo de modernização está sendo feito pela empresa Bibliotheca, que opera com essa proposta de atualização tecnológica e incremento nos processos de várias bibliotecas ao redor do mundo. Na primeira fase de gravação dos materiais, 118.030 mil exemplares foram identificados com as etiquetas RFID (“Radio Frequency Identification” ou “identificação por radiofrequência”), que ficam registradas com as mesmas informações que já constam no software Pergamum.

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O diretor da BPP, Luiz Felipe Leprevost, fala sobre a importância deste projeto. “Estamos felizes com essa série de implementações da primeira etapa para que os livros tenham uma nova forma de catalogação e, assim, os usuários usufruam desse bem público por mais tempo, com mais agilidade e qualidade.”

“É tudo de acordo com a estrutura da biblioteca e a necessidade”, explicou Elizabeth Braga Moreira, representante comercial da Bibliotheca no Brasil, ao falar sobre como funcionou o processo de etiquetação. “Alguns acervos têm mais prioridade, como o Setor de Literatura, por ser o acervo com mais uso, por isso começamos por ele”. O trabalho foi realizado entre os dias 7 e 25 de outubro nas seções de Literatura (51.243 mil exemplares), Filosofia e Religião (25.704 mil exemplares), Ciências Sociais e Jurídicas (31.058 mil exemplares) e Belas Artes (10.025 mil exemplares).

Também está prevista a instalação de antenas de segurança, estações de trabalho e de autoatendimento, que deverá ser concluída até dezembro de 2024. “Esse primeiro passo foi a etiquetagem, depois serão instalados os equipamentos e os livros já estarão prontos”, conta Elizabeth. 

O projeto foi proposto e aprovado através da Lei Federal de Incentivo à Cultura e está aberto para captação por meio de renúncia fiscal, oportunizando que empresas associem suas imagens a este relevante equipamento cultural, com essa primeira fase sendo resultado dos recursos captados em 2023.

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Hoje o projeto conta com o Grupo JMalucelli, Grupo Boticário, Grupo Fertipar, Condor, Copel, Sanepar, WAP, Grupo Solvay/Peróxidos, Dexian e Cimento Itambé. O projeto ainda busca recursos para a realização das próximas etapas em 2025, para dar continuidade à modernização, mas para isso são necessários mais apoiadores.

BPP – A Biblioteca Pública do Paraná (BPP) é uma das maiores instituições culturais do Brasil, com 167 anos de história completados em 2024. O acervo reúne cerca de 750 mil livros, periódicos, fotografias, mapas, cartazes e materiais de multimeios e multimídias. É uma das bibliotecas públicas mais frequentadas do país, atendendo em média 16 mil usuários por mês e realizando aproximadamente 500 empréstimos de livros por dia — são mais de 230 mil leitores cadastrados.

Biblioteca Pública do Paraná

Cândido Lopes, 133 – Centro – Curitiba

41 3221-4900

bpp.pr.gov.br

@bibliotecapr

Horário de Atendimento

Segunda a sexta-feira, das 8h30 às 20h

Sábados, das 8h30 às 13h.

Fonte: Governo PR

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Casa Fácil Paraná: 99 famílias de Maringá recebem as chaves em novo residencial

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A Cohapar entregou nesta sexta-feira (03) os imóveis para mais 99 famílias do Residencial Parque do Japão, em Maringá. Dentre os beneficiários, 64 deles receberam subsídio do Programa Casa Fácil para custeio do valor de entrada dos apartamentos. A obra de mais de R$ 19,6 milhões de investimentos é resultado da união entre Governo do Estado, Caixa Econômica Federal e Tecnológica Construções Civis Ltda.

O aporte de R$ 960 mil em recursos estaduais foi concedido para o atendimento do público com renda de até quatro salários mínimos e enquadrado aos critérios estabelecidos pelo programa. Os compradores também conseguem acessar outras vantagens, como descontos variáveis através do Minha Casa, Minha Vida, do governo federal, e têm a possibilidade de usar o FGTS para redução do montante devido.

O Residencial Parque do Japão fica no Jardim Industrial, próximo a escolas, creche, mercado e demais conveniências, além ter fácil acesso ao centro de Maringá. Os apartamentos são divididos em duas torres, com um elevador em cada, de pavimento térreo e mais sete andares.

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Com quatro modelos diferentes de plantas arquitetônicas, de metragens entre 44,35 m² a 53,37 m², eles possuem dois dormitórios, sala, banheiro, cozinha com área de serviço integrada, sacada com churrasqueira e uma vaga de garagem. O empreendimento também dispõe de unidades com uma suíte.

Os imóveis são entregues com piso laminado na sala e quartos, revestimento cerâmico nas áreas molhadas, louças e bancada de granito no banheiro e tanque de mármore sintético. O condomínio oferece sistema de segurança com guarita e diversos espaços comuns de lazer, que incluem duas áreas gourmet com churrasqueira, piscinas adulto e infantil, academia, miniquadra de esportes e playground.

Com os incentivos governamentais, os financiamentos junto à Caixa Econômica Federal apresentam taxas de juros menores e valores de prestações mais acessíveis. Os novos proprietários pagarão parcelas a partir de R$ 800 mensais e os contratos podem ser liquidados no prazo de até 30 anos.

SONHO POSSÍVEL – Há vários anos na busca para ter um imóvel, a comerciante Érica Eliane da Silva, 47, viu o sonho se tornar concreto graças ao incentivo do Governo do Estado. Ela e a filha Isabela viviam em imóvel alugado, pagando R$ 1.800 mensais. Com a ajuda do Casa Fácil, o apartamento próprio custará bem menos e vai aliviar consideravelmente o orçamento no fim do mês.

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“Fazia bastante tempo que almejava por isso. Graças a Deus e com a ajuda da Cohapar eu consegui realizar esse sonho. Se não fosse esse subsídio, seria mais difícil. Com o apartamento vou pagar muito menos, uma prestação de R$ 1.000, e será meu”, frisou.

O recurso estadual também foi crucial para viabilizar a mudança de vida da agente de viagens Jéssica Sanches Nascimento, 30 anos, e do marido, Jorge Neto. Hoje eles deixam a residência cedida pelos familiares para morarem no próprio cantinho.

“O subsídio foi bastante importante, pois abaixou o valor do imóvel para gente conseguir o financiamento de acordo com a nossa renda mensal”, ponderou. “Foi muito tempo querendo esse apartamento, sonhando com ele. Agora são muitos planos”.

Fonte: Governo PR

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