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Biblioteca completa 166 anos e lança projeto de leituras guiadas de contos brasileiros e mundiais

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Para comemorar seu aniversário de 166 anos de fundação, a Biblioteca Pública do Paraná lança na próxima terça-feira (7) o projeto de leituras guiadas “Ler Junto”. Ao longo de 10 encontros, o professor de Literatura Guilherme Shibata lê e discute com o público contos da literatura brasileira mundial — começando por “Felicidade Clandestina” e “Restos de Carnaval”, de Clarice Lispector. A atividade acontece no auditório, a partir das 18h, com entrada gratuita. Não há a necessidade de inscrição e a BPP emite certificado de participação.

Coordenador da área de Literatura da rede de colégios Bom Jesus e criador do canal do YouTube Palavrão, Shibata explica que o projeto é voltado para pessoas maiores de 16 anos que sentem a necessidade de ler mais e obter novos conhecimentos literários. “Não é preciso nenhum pré-requisito, além da vontade de ler e conversar. Também não é exigida nenhuma leitura anterior, já que nós vamos ler no momento do encontro e discutir”, diz o professor.

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A partir do dia 13, as atividades acontecem sempre às segundas-feiras, às 18h, na sala de cursos da BPP — com a leitura de “Angústia”, do russo Anton Tchekhov. A programação das semanas seguintes inclui contos de escritores como Machado de Assis, Chimamanda Ngozi Adichie, Júlio Cortázar, Dalton Trevisan e Nelson Rodrigues, entre outros.

“A seleção prioriza a multiplicidade de vozes. São autores de épocas, gêneros, continentes e realidades diferentes”, afirma Shibata, que há 20 anos leciona para alunos do ensino médio e de cursos pré-vestibulares.

Com duração de uma hora, os encontros são independentes entre si. Ou seja, é possível participar do “Ler Junto” a partir de qualquer uma das datas programadas. “Um dos objetivos é que as pessoas percam o medo de ler textos clássicos. É um projeto de retomada e formação de leitores, em que eu atuo menos como um professor e mais como um guia, um agente de ideias”, conclui.

Serviço:

Projeto Ler Junto, com Guilherme Shibata

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Dia 7 de março, às 18h, no auditório da Biblioteca Pública do Paraná – Rua Cândido Lopes, 133 – Centro – Curitiba

A partir de 13 de março, sempre às segundas-feiras, às 18h, sala de cursos da BPP

Entrada gratuita, sem a necessidade de inscrição

Fonte: Governo do Paraná

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Ceasa doará alimentos sem padrão de comercialização para o Zoológico de Curitiba

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A Ceasa Paraná firmou com a Prefeitura de Curitiba uma iniciativa para contribuir com a alimentação de animais silvestres atendidos pelo Departamento de Pesquisa e Conservação da Fauna. A partir de agora, semanalmente serão doadas frutas, legumes e verduras que já não atendem mais aos padrões de comercialização e nem de consumo humano, mas que ainda são adequadas para a alimentação animal.

A estimativa é que cerca de 5 toneladas de alimentos por mês sejam destinadas à causa, totalizando um investimento de R$ 19.950,00.

“Para nós da Ceasa é uma honra poder ajudar nessa iniciativa. É muito importante contribuir para melhorar a alimentação dos animais que já é muito boa. E melhor ainda fazendo isso com eficiência administrativa, diminuindo gastos para a prefeitura”, afirmou o diretor-presidente do Ceasa, Éder Bublitz.

A Ceasa Paraná já envia doações para outros locais, como o Criadouro da Onça Pintada. Essa nova parceria reafirma o compromisso da Ceasa Paraná com a sustentabilidade e o bem-estar animal, garantindo que alimentos que seriam descartados cumpram uma função essencial na preservação da fauna.

“É mais uma importante parceria, dentre tantas que temos com o governo do Estado. O zoológico é um patrimônio de Curitiba e esse trabalho em conjunto garante alimentação de qualidade para diversas espécies”, complementa o prefeito de Curitiba, Eduardo Pimentel.

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ZOOLÓGICO – O primeiro Zoológico de Curitiba funcionou no Passeio Público, até 1985, quando aconteceu a inauguração do zoológico atual no Parque Iguaçu, cerca de 20 km de distância do Centro de Curitiba. Ele recebe aproximadamente 650 mil visitantes por ano e é em um importante centro de lazer e conexão com a natureza por meio da contemplação.

Além de local de manutenção de animais impossibilitados de viverem livres na natureza, o espaço contribui para a conservação da fauna por oferecer condições de reprodução para animais nativos, e por servir de porto seguro para espécies de aves migratórias. Desenvolve ainda importantes trabalhos de educação ambiental e possibilita a realização de pesquisas visando a conservação da biodiversidade.

A maioria dos animais recebe alimentação duas vezes ao dia. Outros animais recebem uma vez ao dia. Os herbívoros, entre eles as lhamas, recebem alimentos como cenoura, abóbora e batata doce cortados, com ração própria, pela manhã e à tarde uma complementação de alfafa ou capim fresco.

BANCO DE ALIMENTOS – O Ceasa também lidera outra iniciativa que é referência nacional: o Banco de Alimentos Comida Boa, ideia que surgiu em abril de 2020, logo após a chegada da pandemia da Covid-19. Antes do programa, cerca de 50 toneladas eram desperdiçadas por dia por não serem comercializadas. Agora, são encaminhados para entidades sociais depois de passarem por um processo de industrialização.

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Ao todo, mais de 440 toneladas são doadas por mês, o que representa um volume anual de 5,3 mil toneladas de alimentos. Atualmente, mais de 330 entidades, como casas de longa permanência de idosos, hospitais públicos, casas de recuperação, projetos de contraturno escolar, abrigos, associações de moradores e famílias em situação de vulnerabilidade social, recebem os alimentos.

A iniciativa também conta com a participação do Departamento de Polícia Penal do Paraná (Deppen) para a ressocialização de pessoas privadas de liberdade. Elas trabalham no processamento dos alimentos e participam de atividades de capacitação em educação alimentar para, posteriormente, repassarem o conhecimento à comunidade.

A segunda destinação atinge os criadouros de animais. A alta capilaridade do programa, somada aos múltiplos benefícios propiciados, fez com que o programa Banco de Alimentos Comida Boa fosse apresentado na Organização das Nações Unidas (ONU) pelo governador Carlos Massa Ratinho Junior como um exemplo de iniciativa governamental.

Fonte: Governo PR

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