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Atendimento médico e social: Saúde nos Portos presta atendimento aos trabalhadores

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A Portos do Paraná promoveu nesta terça-feira (25) mais uma edição do Saúde nos Portos, evento voltado aos trabalhadores portuários, com foco no bem-estar, segurança no trabalho e cuidado com o meio ambiente. O evento encerra a programação do Abril Verde, e foi promovido pela Gerência de Saúde e Segurança no Trabalho, em parceria com o Sest/Senat, OGMO, e Paraná Medicina Empresarial.

Logo no acesso ao cais, os trabalhadores receberam orientações sobre saúde bucal, mental e corporal; medidas preventivas sobre acidentes, teste glicêmico, aferição de pressão arterial, além de vacinas contra Covid-19 e gripe.

“É fundamental reforçarmos a importância do cuidado ativo, uns cuidando dos outros, para ter um ambiente saudável de trabalho”, destaca o diretor de Meio Ambiente da Portos do Paraná, João Paulo Santana.

De acordo com ele, exames básicos podem ser o incentivo que falta para um cuidado maior do trabalhador com a própria saúde e segurança. “Estes cuidados que muitas vezes deixamos para depois, por não termos tempo, fazem muita diferença na nossa qualidade de vida”, completa.

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Segundo o gerente de Saúde e Segurança do Trabalho, José Sbravatti, a campanha entra definitivamente no calendário do Abril Verde. “Esse ano ressaltamos o cuidado ativo. Incentivamos os trabalhadores para que, ao perceber uma situação de risco, intercedam pelo próximo, não esperem acontecer um acidente. A visão é a segurança pelo bem da coletividade”, diz.

PARCEIROS – Tamires de Lima Gonçalves, técnica de promoção social do Sest/Senat em Paranaguá, explica que o órgão participa de ações nos portos de todo o Brasil para mapear a saúde dos portuários. “Através das fichas preenchidas pelos trabalhadores, que têm perguntas sobre nutrição, psicologia, odontologia, fisioterapia, conseguimos traçar um panorama da qualidade de vida dos trabalhadores”, afirma.

Para a coordenadora de Saúde e Segurança do Trabalho do OGMO, Karla Alves, a reunião de todos esses parceiros mostra a importância que a segurança e a saúde têm no Porto de Paranaguá. “A intenção é conscientizar os funcionários e também os operadores portuários”, destaca.

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Além dos cuidados, os portuários participaram de blitz educativas ao longo do mês e receberam uma identificação pelo uso adequado dos equipamentos de proteção individual.

APROVAÇÃO – O técnico elétrico mecânico Valtair Paulo Correa aprovou a iniciativa. “É muito importante essa ação para nós que somos operadores portuários. Hoje eu aproveitei, participei da pesquisa, aferi a pressão, medi a glicose, e tomei a vacina”, afirma.

“Nos sentimos prestigiados quando cuidam de nós, isso aqui é nota 10”, complementa o guarda portuário Nivaldo di Senti, que tomou a vacina da gripe.

Fonte: Governo PR

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Sanepar resgata animais e faz replantio de vegetação na Barragem Miringuava

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A Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) realiza desde janeiro o resgate da flora e fauna na Barragem Miringuava, em São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba. Mais de 300 animais foram resgatados, realocados ou afugentados. São cerca de 30 profissionais atuando no resgate, entre veterinários, biólogos, engenheiros florestais e técnicos.

Com capacidade para 38,2 bilhões de litros, o reservatório teve a desocupação da área verde autorizada em setembro de 2024 pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e licença emitida pelo IAT (Instituto Água e Terra). Estudos prévios à obra identificaram as principais espécies de vegetação e animais da região para preservar a fauna e a flora. 

Até agora, cerca de 30 hectares da área a ser inundada já tiveram a vegetação suprimida. Além disso, também está em andamento a execução dos novos acessos no entorno do futuro reservatório.

PROTEÇÃO E COMPENSAÇÃO AMBIENTAL – No entorno da futura represa são realizadas ações de recuperação e enriquecimento ambiental. As áreas antes usadas para pastagens e agricultura são restauradas com mudas de árvores nativas da região. No interior do reservatório são resgatados outros animais e plantas e realocados para áreas mais vegetadas. 

Com o trabalho, além de recuperar a área, a Sanepar possibilita uma compensação ambiental superior ao que será suprimido pela barragem. Com a medida, a Companhia compensará em torno de 700 hectares. Isso corresponde a uma área 62,6% maior à que será utilizada para a reserva de água. Ao todo, o reservatório ocupará 430,6 hectares.

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O engenheiro florestal da Sanepar Aurélio Lourenço Rodrigues explica que a região é rica em vegetação e abriga desde espécies comuns, como variações de orquídeas, até raras, como os xaxins. Essas espécies são fixadas em outras árvores ou no próprio solo, o que garante a manutenção da biodiversidade destes grupos.

Rodrigues destaca que a prioridade é a preservação das espécies em risco de extinção. “O trabalho precisa ser minucioso. Embora o abastecimento de água seja de grande interesse público, ele causa impacto. Nosso papel é minimizá-lo, garantindo proteção e sobrevida às espécies mais raras após a implantação do reservatório.”

CUIDADO DE ANIMAIS SILVESTRES –  Além dos animais realocados para as áreas de soltura, foram 75 animais afugentados, quando é feito o acompanhamento daqueles que se deslocam naturalmente, e 62 atendimentos veterinários no Centro de Triagem de Animais Silvestres (CETAS) e na base de atendimento móvel. Outros 12 animais foram destinados ao Museu de História Natural para fins científicos. Os principais animais resgatados são anfíbios e répteis, como cobras e sapos.

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A bióloga e gestora socioambiental da Sanepar, Ana Cristina Rego Barros, explica que a equipe avalia a condição dos animais resgatados. “Se ele está em condição física e a comportamental íntegra, retorna para as áreas de soltura. Quando se observa algum ferimento, ele é atendido pela equipe de veterinários, avaliado, tratado e depois realocado.” 

Ana Cristina explica que as cobras peçonhentas, sobretudo as jararacas, abundantes na região, são encaminhadas ao Centro de Produção de Imunobiológicos (CPPI), instituição ligada à secretaria estadual da Saúde, para a produção de soro antiofídico. Isso porque a sua soltura na região pode oferecer risco aos moradores.

Antes do corte das árvores, as equipes também fazem a coleta de colmeias de abelhas nativas sem ferrão e as realocam para o Núcleo de Conservação de Abelhas Nativas. Atualmente, são monitoradas nove colmeias.

“Todo o trabalho é feito em conjunto e simultaneamente com o trabalho de supressão da flora. A área que será suprimida em um determinado momento, passa por vistoria prévia pelas equipes de resgate, que atuam buscando as plantas de interesse para a realocação, como as ameaçadas de extinção e vestígios da fauna para afugentamento e resgate”, destaca a especialista.

Relembre o início das obras da última etapa da Barragem do Miringuava AQUI.

Fonte: Governo PR

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