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Após vistoria, Hospital Regional de Guarapuava receberá obras para alcançar pleno funcionamento

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Equipes da Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) e da Diretoria de Edificações da Secretaria das Cidades (Secid) realizaram nesta sexta-feira (26) uma vistoria na obra do Hospital Regional de Guarapuava Deputado Bernardo Ribas Carli. A visita teve por objetivo analisar e identificar inconformidades na execução da obra por parte da empresa contratada que inviabilizam a utilização integral do hospital, que hoje atende somente com parte da estrutura.

Essa análise só foi possível agora, após o vencimento de um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) e a emissão de uma liminar na última semana favorável ao Estado exigindo que a empresa entregasse as áreas que ainda não haviam sido liberadas.

“O hospital precisa estar em pleno funcionamento, por isso entramos com essa medida e agora estamos avaliando o que já foi executado e o que ainda precisa ser feito para que os serviços do hospital sejam ampliados”, afirmou o secretário de Estado da Saúde, Beto Preto.

As equipes responsáveis das secretarias identificaram, até o momento, pelo menos 46 inconformidades que envolvem desde a área de esterilização de materiais (essencial para o funcionamento do centro cirúrgico) até ambientes de lavanderia – que hoje precisam ser terceirizados.

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“Essa obra é muito importante não só para Guarapuava, mas para todos os municípios da Macrorregião Leste, e agora com o acesso a esses espaços que estavam de posse da empresa contratada, poderemos viabilizar os ajustes necessários”, disse o diretor-geral da Sesa, César Neves, que liderou a vistoria.

PRÓXIMOS PASSOS – As equipes da Sesa e Secid deverão finalizar um levantamento nos próximos dias com as inconformidades e necessidades de reparos. Após isso, a Funeas irá contratar de forma emergencial os serviços para finalização da obra, para que com todos os ambientes prontos, seja possível finalizar a parte de mobília e instalação de equipamentos.

Além disso, a Funeas possui dois editais abertos para contratação de profissionais para a área assistencial e empresas médicas para prestação de serviços. Ao todo, mais de 50 novos profissionais deverão ser contratados para o hospital, viabilizando nos próximos meses a implantação de pequenas cirurgias e posteriormente, a abertura de atendimento cirúrgico, ortopédico e de trauma, podendo chegar a 150 leitos.

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HISTÓRICO – A obra iniciada em 2015 possui 16 mil metros quadrados e foi aberta parcialmente de maneira emergencial para atendimento a Covid-19 em 2020, registrando mais de 3,6 mil atendimentos até junho de 2022, quando passou a ter gestão da Fundação Estatal de Atenção em Saúde do Paraná (Funeas).

Quando assumiu o hospital, a Funeas disponibilizou 20 leitos de enfermaria para atendimento de Síndromes Respiratórias Agudas Graves (SRAGs) e conta atualmente com 50 leitos, sendo 40 enfermarias e 10 Unidades de Terapia Intensiva (UTI), somando mais de dois mil atendimentos até agora.

PRESENÇAS – Participaram da visita o presidente da Funeas, Marcello Machado; o diretor de Obras da Sesa, Adilson Silva Lino; o diretor de Unidades Próprias da Sesa, Guilherme Graziani; a diretora da 5ª Regional de Saúde de Guarapuava, Rosângela Padilha Pereira Viante; a diretora de Edificações da Secid, Tatiana Nasser; a diretora do hospital, Zilma Correa Daun Camargo.

Fonte: Governo PR

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Ceasa doará alimentos sem padrão de comercialização para o Zoológico de Curitiba

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A Ceasa Paraná firmou com a Prefeitura de Curitiba uma iniciativa para contribuir com a alimentação de animais silvestres atendidos pelo Departamento de Pesquisa e Conservação da Fauna. A partir de agora, semanalmente serão doadas frutas, legumes e verduras que já não atendem mais aos padrões de comercialização e nem de consumo humano, mas que ainda são adequadas para a alimentação animal.

A estimativa é que cerca de 5 toneladas de alimentos por mês sejam destinadas à causa, totalizando um investimento de R$ 19.950,00.

“Para nós da Ceasa é uma honra poder ajudar nessa iniciativa. É muito importante contribuir para melhorar a alimentação dos animais que já é muito boa. E melhor ainda fazendo isso com eficiência administrativa, diminuindo gastos para a prefeitura”, afirmou o diretor-presidente do Ceasa, Éder Bublitz.

A Ceasa Paraná já envia doações para outros locais, como o Criadouro da Onça Pintada. Essa nova parceria reafirma o compromisso da Ceasa Paraná com a sustentabilidade e o bem-estar animal, garantindo que alimentos que seriam descartados cumpram uma função essencial na preservação da fauna.

“É mais uma importante parceria, dentre tantas que temos com o governo do Estado. O zoológico é um patrimônio de Curitiba e esse trabalho em conjunto garante alimentação de qualidade para diversas espécies”, complementa o prefeito de Curitiba, Eduardo Pimentel.

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ZOOLÓGICO – O primeiro Zoológico de Curitiba funcionou no Passeio Público, até 1985, quando aconteceu a inauguração do zoológico atual no Parque Iguaçu, cerca de 20 km de distância do Centro de Curitiba. Ele recebe aproximadamente 650 mil visitantes por ano e é em um importante centro de lazer e conexão com a natureza por meio da contemplação.

Além de local de manutenção de animais impossibilitados de viverem livres na natureza, o espaço contribui para a conservação da fauna por oferecer condições de reprodução para animais nativos, e por servir de porto seguro para espécies de aves migratórias. Desenvolve ainda importantes trabalhos de educação ambiental e possibilita a realização de pesquisas visando a conservação da biodiversidade.

A maioria dos animais recebe alimentação duas vezes ao dia. Outros animais recebem uma vez ao dia. Os herbívoros, entre eles as lhamas, recebem alimentos como cenoura, abóbora e batata doce cortados, com ração própria, pela manhã e à tarde uma complementação de alfafa ou capim fresco.

BANCO DE ALIMENTOS – O Ceasa também lidera outra iniciativa que é referência nacional: o Banco de Alimentos Comida Boa, ideia que surgiu em abril de 2020, logo após a chegada da pandemia da Covid-19. Antes do programa, cerca de 50 toneladas eram desperdiçadas por dia por não serem comercializadas. Agora, são encaminhados para entidades sociais depois de passarem por um processo de industrialização.

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Ao todo, mais de 440 toneladas são doadas por mês, o que representa um volume anual de 5,3 mil toneladas de alimentos. Atualmente, mais de 330 entidades, como casas de longa permanência de idosos, hospitais públicos, casas de recuperação, projetos de contraturno escolar, abrigos, associações de moradores e famílias em situação de vulnerabilidade social, recebem os alimentos.

A iniciativa também conta com a participação do Departamento de Polícia Penal do Paraná (Deppen) para a ressocialização de pessoas privadas de liberdade. Elas trabalham no processamento dos alimentos e participam de atividades de capacitação em educação alimentar para, posteriormente, repassarem o conhecimento à comunidade.

A segunda destinação atinge os criadouros de animais. A alta capilaridade do programa, somada aos múltiplos benefícios propiciados, fez com que o programa Banco de Alimentos Comida Boa fosse apresentado na Organização das Nações Unidas (ONU) pelo governador Carlos Massa Ratinho Junior como um exemplo de iniciativa governamental.

Fonte: Governo PR

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