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Ano-Novo tem 19 Parques Estaduais abertos para visitação no Paraná

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O Governo do Paraná mantém 19 Unidades de Conservação (UCs)  abertas para visitação pública neste final de semana, durante as festividades de Ano-Novo. Os Parques Estaduais devem abrir dentro dos seus horários normais de funcionamento, exceto dois que têm horário diferenciado.

O Monumento Natural Salto São João, na região Central do Estado, abre das 12h às 16h no dia 1º de janeiro de 2023. E o Parque Estadual Vitório Piassa, no Sudoeste do Estado, abre das 8h às 21h nos dias 1º e 2 de janeiro. As UCs abertas para visitação pública no Estado são definidas pela Portaria IAT nº 124/2022.

A normativa também prevê atitudes dos visitantes, a fim de garantir o turismo sustentável, com a preservação do patrimônio natural. O conceito utilizado nos Parques Estaduais do Paraná integra o projeto Parques Paraná, desenvolvido pelo Instituto Água e Terra (IAT) e reconhecido neste ano pelo Prêmio Braztoa de Sustentabilidade.

REGRAS – Nas Unidades de Conservação, é necessário sempre acessar os atrativos pelas portarias oficiais. Não é permitido utilizar atalhos ou áreas interditadas, nem levar animais domésticos. Também é proibido descartar lixo fora das lixeiras apropriadas; portar armas de fogo; caçar, capturar ou perseguir animais silvestres; e também não é indicado alimentá-los.

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É proibido, ainda, coletar rochas, plantas, flores e sementes; gravar nomes, datas ou sinais nas pedras, árvores, imóveis, placas e outros bens da Unidade de Conservação.

Confira os locais abertos à visitação:

1.       Parque Estadual Pico do Marumbi        

2.       Parque Estadual Rio da Onça    

3.       Parque Estadual Serra da Baitaca

4.       Parque Estadual do Monge

5.       Parque Estadual de Vila Velha

6.       Parque Estadual do Cerrado

7.       Parque Estadual do Guartelá

8.       Parque Estadual do Lago Azul

9.       Parque Estadual Vila Rica do Espírito Santo

10.     Parque Estadual de São Camilo

11.     Parque Estadual Cabeça do Cachorro

12.     Parque Estadual Rio Guarani

13.     Parque Estadual Pico do Paraná

14.     Parque Estadual Salto São Francisco da Esperança

15.     Parque Estadual da Ilha do Mel

16.     Parque Estadual João Paulo II

17.   Parque Estadual Mata São Francisco

Parques Estaduais abertos com horários diferenciados:

18.     Monumento Natural Salto São João – das 12h às 16hrs no dia 01.01.2023

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19.     Parque Estadual Vitório Piassa – das 08h às 21hrs nos dias 1º e 02,01,2023.

Fonte: Governo do Paraná

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Sanepar resgata animais e faz replantio de vegetação na Barragem Miringuava

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A Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) realiza desde janeiro o resgate da flora e fauna na Barragem Miringuava, em São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba. Mais de 300 animais foram resgatados, realocados ou afugentados. São cerca de 30 profissionais atuando no resgate, entre veterinários, biólogos, engenheiros florestais e técnicos.

Com capacidade para 38,2 bilhões de litros, o reservatório teve a desocupação da área verde autorizada em setembro de 2024 pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e licença emitida pelo IAT (Instituto Água e Terra). Estudos prévios à obra identificaram as principais espécies de vegetação e animais da região para preservar a fauna e a flora. 

Até agora, cerca de 30 hectares da área a ser inundada já tiveram a vegetação suprimida. Além disso, também está em andamento a execução dos novos acessos no entorno do futuro reservatório.

PROTEÇÃO E COMPENSAÇÃO AMBIENTAL – No entorno da futura represa são realizadas ações de recuperação e enriquecimento ambiental. As áreas antes usadas para pastagens e agricultura são restauradas com mudas de árvores nativas da região. No interior do reservatório são resgatados outros animais e plantas e realocados para áreas mais vegetadas. 

Com o trabalho, além de recuperar a área, a Sanepar possibilita uma compensação ambiental superior ao que será suprimido pela barragem. Com a medida, a Companhia compensará em torno de 700 hectares. Isso corresponde a uma área 62,6% maior à que será utilizada para a reserva de água. Ao todo, o reservatório ocupará 430,6 hectares.

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O engenheiro florestal da Sanepar Aurélio Lourenço Rodrigues explica que a região é rica em vegetação e abriga desde espécies comuns, como variações de orquídeas, até raras, como os xaxins. Essas espécies são fixadas em outras árvores ou no próprio solo, o que garante a manutenção da biodiversidade destes grupos.

Rodrigues destaca que a prioridade é a preservação das espécies em risco de extinção. “O trabalho precisa ser minucioso. Embora o abastecimento de água seja de grande interesse público, ele causa impacto. Nosso papel é minimizá-lo, garantindo proteção e sobrevida às espécies mais raras após a implantação do reservatório.”

CUIDADO DE ANIMAIS SILVESTRES –  Além dos animais realocados para as áreas de soltura, foram 75 animais afugentados, quando é feito o acompanhamento daqueles que se deslocam naturalmente, e 62 atendimentos veterinários no Centro de Triagem de Animais Silvestres (CETAS) e na base de atendimento móvel. Outros 12 animais foram destinados ao Museu de História Natural para fins científicos. Os principais animais resgatados são anfíbios e répteis, como cobras e sapos.

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A bióloga e gestora socioambiental da Sanepar, Ana Cristina Rego Barros, explica que a equipe avalia a condição dos animais resgatados. “Se ele está em condição física e a comportamental íntegra, retorna para as áreas de soltura. Quando se observa algum ferimento, ele é atendido pela equipe de veterinários, avaliado, tratado e depois realocado.” 

Ana Cristina explica que as cobras peçonhentas, sobretudo as jararacas, abundantes na região, são encaminhadas ao Centro de Produção de Imunobiológicos (CPPI), instituição ligada à secretaria estadual da Saúde, para a produção de soro antiofídico. Isso porque a sua soltura na região pode oferecer risco aos moradores.

Antes do corte das árvores, as equipes também fazem a coleta de colmeias de abelhas nativas sem ferrão e as realocam para o Núcleo de Conservação de Abelhas Nativas. Atualmente, são monitoradas nove colmeias.

“Todo o trabalho é feito em conjunto e simultaneamente com o trabalho de supressão da flora. A área que será suprimida em um determinado momento, passa por vistoria prévia pelas equipes de resgate, que atuam buscando as plantas de interesse para a realocação, como as ameaçadas de extinção e vestígios da fauna para afugentamento e resgate”, destaca a especialista.

Relembre o início das obras da última etapa da Barragem do Miringuava AQUI.

Fonte: Governo PR

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