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Agências do Trabalhador iniciam a semana com 21,5 mil vagas, maior número do ano

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As Agências do Trabalhador e postos avançados do Paraná começam a semana com a oferta de 21.557 vagas de empregos com carteira assinada, o maior número de oportunidades do ano, superando os 21.035 postos de trabalho com carteira assinada oportunizados na última semana de maio. 

A maior parte das vagas ofertadas nesta semana é para alimentador de linha de produção, com 5.540 oportunidades. Na sequência, aparecem as funções de abatedor, com 942 vagas, magarefe, com 810, e operador de caixa, com 698.

A Região Metropolitana de Curitiba concentra o maior volume de postos de trabalho disponíveis, com 5.216   oportunidades. São ofertadas 578 vagas para alimentador de linha de produção, 405 para operador de telemarketing ativo e receptivo, 282 para operador de caixa e 267 para repositor de mercadorias.

Na Capital, a Agência do Trabalhador Central oferta 170 vagas para profissionais com ensino superior e técnico em diversas áreas, com destaque para as funções de atendente de lojas (curso técnico em vendas, administração, farmácias ou áreas afins), com 38 vagas, operador bilíngue (proficiência técnica C1 e C2 em inglês), com 30  vagas, vendedor interno (curso técnico ou superior em vendas, gestão comercial e afins), com 17 vagas, e eletricista (curso técnico em eletricidade predial ou industrial), com 4  vagas.

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A região de Cascavel tem 5.114 oportunidades. São ofertadas 1.595 vagas para auxiliar de linha de produção, 563 para abatedor, 225 para magarefe e 152 para carregador (armazém).

Também são destaque as regiões de Londrina (2.450), Campo Mourão (2.293), Pato Branco (1.567) e Foz do Iguaçu (1.381). Em Londrina, as funções que lideram as ofertas de vagas são auxiliar de linha de produção, com 624 vagas, motorista de caminhão, com 160, operador de caixa, com 80, e costureiro na confecção em série, com 78 oportunidades. 

Em Campo Mourão, há oferta de emprego para alimentador de linha de produção, com 670 vagas, magarefe, com 273, trabalhador volante da agricultura, com 192, e trabalhador de manutenção de edificações, com 139.

Na região Pato Branco, os destaques são para alimentador de linha de produção (479), magarefe (112), abatedor (62) e servente de obras (54). 

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Em Foz do Iguaçu são ofertadas 551 vagas para alimentador de linha de produção, 80 para abatedor, 75 para repositor de mercadorias e 44 para auxiliar nos serviços de alimentação. 

ATENDIMENTO – Os interessados em ocupar as vagas devem buscar orientações entrando em contato com a unidade da Agência do Trabalhador de seu município. Para evitar aglomeração, a sugestão é que o atendimento seja feito com horário marcado. O agendamento deve ser feito AQUI. [https://www.trabalho.pr.gov.br/agendamento]

Fonte: Governo PR

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Sanepar resgata animais e faz replantio de vegetação na Barragem Miringuava

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A Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) realiza desde janeiro o resgate da flora e fauna na Barragem Miringuava, em São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba. Mais de 300 animais foram resgatados, realocados ou afugentados. São cerca de 30 profissionais atuando no resgate, entre veterinários, biólogos, engenheiros florestais e técnicos.

Com capacidade para 38,2 bilhões de litros, o reservatório teve a desocupação da área verde autorizada em setembro de 2024 pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e licença emitida pelo IAT (Instituto Água e Terra). Estudos prévios à obra identificaram as principais espécies de vegetação e animais da região para preservar a fauna e a flora. 

Até agora, cerca de 30 hectares da área a ser inundada já tiveram a vegetação suprimida. Além disso, também está em andamento a execução dos novos acessos no entorno do futuro reservatório.

PROTEÇÃO E COMPENSAÇÃO AMBIENTAL – No entorno da futura represa são realizadas ações de recuperação e enriquecimento ambiental. As áreas antes usadas para pastagens e agricultura são restauradas com mudas de árvores nativas da região. No interior do reservatório são resgatados outros animais e plantas e realocados para áreas mais vegetadas. 

Com o trabalho, além de recuperar a área, a Sanepar possibilita uma compensação ambiental superior ao que será suprimido pela barragem. Com a medida, a Companhia compensará em torno de 700 hectares. Isso corresponde a uma área 62,6% maior à que será utilizada para a reserva de água. Ao todo, o reservatório ocupará 430,6 hectares.

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O engenheiro florestal da Sanepar Aurélio Lourenço Rodrigues explica que a região é rica em vegetação e abriga desde espécies comuns, como variações de orquídeas, até raras, como os xaxins. Essas espécies são fixadas em outras árvores ou no próprio solo, o que garante a manutenção da biodiversidade destes grupos.

Rodrigues destaca que a prioridade é a preservação das espécies em risco de extinção. “O trabalho precisa ser minucioso. Embora o abastecimento de água seja de grande interesse público, ele causa impacto. Nosso papel é minimizá-lo, garantindo proteção e sobrevida às espécies mais raras após a implantação do reservatório.”

CUIDADO DE ANIMAIS SILVESTRES –  Além dos animais realocados para as áreas de soltura, foram 75 animais afugentados, quando é feito o acompanhamento daqueles que se deslocam naturalmente, e 62 atendimentos veterinários no Centro de Triagem de Animais Silvestres (CETAS) e na base de atendimento móvel. Outros 12 animais foram destinados ao Museu de História Natural para fins científicos. Os principais animais resgatados são anfíbios e répteis, como cobras e sapos.

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A bióloga e gestora socioambiental da Sanepar, Ana Cristina Rego Barros, explica que a equipe avalia a condição dos animais resgatados. “Se ele está em condição física e a comportamental íntegra, retorna para as áreas de soltura. Quando se observa algum ferimento, ele é atendido pela equipe de veterinários, avaliado, tratado e depois realocado.” 

Ana Cristina explica que as cobras peçonhentas, sobretudo as jararacas, abundantes na região, são encaminhadas ao Centro de Produção de Imunobiológicos (CPPI), instituição ligada à secretaria estadual da Saúde, para a produção de soro antiofídico. Isso porque a sua soltura na região pode oferecer risco aos moradores.

Antes do corte das árvores, as equipes também fazem a coleta de colmeias de abelhas nativas sem ferrão e as realocam para o Núcleo de Conservação de Abelhas Nativas. Atualmente, são monitoradas nove colmeias.

“Todo o trabalho é feito em conjunto e simultaneamente com o trabalho de supressão da flora. A área que será suprimida em um determinado momento, passa por vistoria prévia pelas equipes de resgate, que atuam buscando as plantas de interesse para a realocação, como as ameaçadas de extinção e vestígios da fauna para afugentamento e resgate”, destaca a especialista.

Relembre o início das obras da última etapa da Barragem do Miringuava AQUI.

Fonte: Governo PR

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