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Agências do Trabalhador iniciam a semana com 14,5 mil vagas em todo o Estado

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As Agências do Trabalhador do Paraná e postos avançados começam a semana com a oferta de 14.542 vagas de emprego com carteira assinada no Estado. A maior parte é para auxiliar de linha de produção, com 3.289 oportunidades. Na sequência, aparecem as funções de magarefe, com 493 vagas, abatedor de porcos, com 340, e abatedor de aves, com 328.

A Região de Cascavel concentra o maior volume de postos de trabalho disponíveis (3.718). São ofertadas 816 vagas para auxiliar de linha de produção, 335 para magarefe, 215 para abatedor de aves e 170 para abatedor de porcos.

A região Metropolitana de Curitiba aparece em seguida, com 3.095 oportunidades. Há 203 vagas para operador de telemarketing ativo e receptivo, 179 para operador de telemarketing apenas receptivo, 137 para técnico de enfermagem e 103 para auxiliar de linha de produção.

Na Capital, a Agência do Trabalhador Central oferta 27 vagas para preenchimento imediato, com procura por auxiliar de armazenamento (10), assistente de vendas (10), atendente de cafeteria (05), auxiliar de desenvolvimento infantil (01) e auxiliar de farmácia de manipulação (01).

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Nas demais regionais do Interior são destaques Londrina (1.535), Campo Mourão (1.311), Foz do Iguaçu (1.290) e Umuarama (1.227). Em Londrina, as funções que lideram as ofertas de vagas são auxiliar de linha de produção, com 316 vagas, alimentador de linha de produção, com 99, safrista, com 81, e ajudante de carga e descarga, com 71 oportunidades.

Em Campo Mourão, há oferta de emprego para auxiliar de linha de produção, com 312 vagas, safrista, com 105, abatedor de aves, com 63, e armazenista, com 43.

Em Foz do Iguaçu, os destaques são para auxiliar de linha de produção (598), abatedor de porcos (100), operador de caixa (76) e abatedor de aves (50).

Na região de Umuarama são 690 vagas para auxiliar de linha de produção, 70 para abatedor de porcos, 64 para costureiro em série e 23 para pedreiro.

Os interessados em ocupar as vagas devem buscar orientações entrando em contato com a unidade da Agência do Trabalhador de seu município. Para evitar aglomeração, a sugestão é que o atendimento seja feito com horário marcado. O agendamento deve ser feito AQUI.

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Confira as vagas disponíveis por regionais.

Fonte: Governo PR

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Sanepar resgata animais e faz replantio de vegetação na Barragem Miringuava

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A Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) realiza desde janeiro o resgate da flora e fauna na Barragem Miringuava, em São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba. Mais de 300 animais foram resgatados, realocados ou afugentados. São cerca de 30 profissionais atuando no resgate, entre veterinários, biólogos, engenheiros florestais e técnicos.

Com capacidade para 38,2 bilhões de litros, o reservatório teve a desocupação da área verde autorizada em setembro de 2024 pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e licença emitida pelo IAT (Instituto Água e Terra). Estudos prévios à obra identificaram as principais espécies de vegetação e animais da região para preservar a fauna e a flora. 

Até agora, cerca de 30 hectares da área a ser inundada já tiveram a vegetação suprimida. Além disso, também está em andamento a execução dos novos acessos no entorno do futuro reservatório.

PROTEÇÃO E COMPENSAÇÃO AMBIENTAL – No entorno da futura represa são realizadas ações de recuperação e enriquecimento ambiental. As áreas antes usadas para pastagens e agricultura são restauradas com mudas de árvores nativas da região. No interior do reservatório são resgatados outros animais e plantas e realocados para áreas mais vegetadas. 

Com o trabalho, além de recuperar a área, a Sanepar possibilita uma compensação ambiental superior ao que será suprimido pela barragem. Com a medida, a Companhia compensará em torno de 700 hectares. Isso corresponde a uma área 62,6% maior à que será utilizada para a reserva de água. Ao todo, o reservatório ocupará 430,6 hectares.

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O engenheiro florestal da Sanepar Aurélio Lourenço Rodrigues explica que a região é rica em vegetação e abriga desde espécies comuns, como variações de orquídeas, até raras, como os xaxins. Essas espécies são fixadas em outras árvores ou no próprio solo, o que garante a manutenção da biodiversidade destes grupos.

Rodrigues destaca que a prioridade é a preservação das espécies em risco de extinção. “O trabalho precisa ser minucioso. Embora o abastecimento de água seja de grande interesse público, ele causa impacto. Nosso papel é minimizá-lo, garantindo proteção e sobrevida às espécies mais raras após a implantação do reservatório.”

CUIDADO DE ANIMAIS SILVESTRES –  Além dos animais realocados para as áreas de soltura, foram 75 animais afugentados, quando é feito o acompanhamento daqueles que se deslocam naturalmente, e 62 atendimentos veterinários no Centro de Triagem de Animais Silvestres (CETAS) e na base de atendimento móvel. Outros 12 animais foram destinados ao Museu de História Natural para fins científicos. Os principais animais resgatados são anfíbios e répteis, como cobras e sapos.

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A bióloga e gestora socioambiental da Sanepar, Ana Cristina Rego Barros, explica que a equipe avalia a condição dos animais resgatados. “Se ele está em condição física e a comportamental íntegra, retorna para as áreas de soltura. Quando se observa algum ferimento, ele é atendido pela equipe de veterinários, avaliado, tratado e depois realocado.” 

Ana Cristina explica que as cobras peçonhentas, sobretudo as jararacas, abundantes na região, são encaminhadas ao Centro de Produção de Imunobiológicos (CPPI), instituição ligada à secretaria estadual da Saúde, para a produção de soro antiofídico. Isso porque a sua soltura na região pode oferecer risco aos moradores.

Antes do corte das árvores, as equipes também fazem a coleta de colmeias de abelhas nativas sem ferrão e as realocam para o Núcleo de Conservação de Abelhas Nativas. Atualmente, são monitoradas nove colmeias.

“Todo o trabalho é feito em conjunto e simultaneamente com o trabalho de supressão da flora. A área que será suprimida em um determinado momento, passa por vistoria prévia pelas equipes de resgate, que atuam buscando as plantas de interesse para a realocação, como as ameaçadas de extinção e vestígios da fauna para afugentamento e resgate”, destaca a especialista.

Relembre o início das obras da última etapa da Barragem do Miringuava AQUI.

Fonte: Governo PR

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