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Agências do Trabalhador encerram mês de julho com 21,9 mil vagas com carteira assinada

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As Agências do Trabalhador do Paraná e postos avançados começam a última semana de julho com a oferta de 21.949 vagas de emprego com carteira assinada no Estado. A maior parte delas é para alimentador de linha de produção, com 5.716 oportunidades. Na sequência, aparecem as de operador de caixa, com 975 vagas, repositor de mercadorias, com 897, e faxineiro, com 755.

A Grande Curitiba concentra o maior volume de postos de trabalho disponíveis: 6.433. São 847 vagas para alimentador de linha de produção, 524 para faxineiro, 478 para operador de telemarketing ativo e receptivo e 439 para operador de caixa.

Na Capital, a Agência do Trabalhador Central oferta 96 vagas para profissionais com ensino superior e técnico em diversas áreas, com destaque para as funções de eletricista (curso técnico de eletricista ou superior de elétrica), com 11 vagas, consultor de vendas (curso superior em gestão comercial, administração ou áreas correlatas) com 11 vagas, representante técnico de vendas (curso técnico ou superior em gestão comercial ou vendas) com 9 vagas, e técnico em segurança do trabalho (curso técnico na área) com 6 vagas.

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A região de Cascavel é a segunda com maior volume de empregos em aberto: 4.710. Destas, 1.472 oportunidades são para alimentador de linha de produção, 475 para abatedor, 280 para magarefe e 128 para servente de obras.

Nas demais regionais do Interior, Londrina, com 2.845 vagas, Campo Mourão (1.895), Pato Branco (1.691) e Foz do Iguaçu (1.155) também se destacam. Em Londrina, as funções que lideram as ofertas de vagas são alimentador de linha de produção, com 836, repositor de mercadorias, com 187, operador de caixa, com 158, e ajudante de motorista, com 117 oportunidades.

Em Campo Mourão, os destaques são para alimentador de linha de produção (657), magarefe (240),abatedor (97) e trabalhador volante da agricultura (60).

Na região de Pato Branco, há oferta de empregos para as funções de alimentador de linha de produção, com 604 oportunidades, operador de caixa, com 75, repositor de mercadorias, com 74, e magarefe, com 71.

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Em Foz do Iguaçu e região são ofertadas 478 vagas para alimentador de linha de produção, 104 para repositor de mercadorias, 67 para operador de caixa e 60 para abatedor.

ATENDIMENTO – Os interessados devem buscar orientações entrando em contato com a unidade da Agência do Trabalhador de seu município. Para evitar aglomeração, a sugestão é que o atendimento seja feito com horário marcado. O agendamento deve ser feito pelo site da Secretaria do Trabalho, Qualificação e Renda.

Fonte: Governo PR

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Sanepar resgata animais e faz replantio de vegetação na Barragem Miringuava

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A Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) realiza desde janeiro o resgate da flora e fauna na Barragem Miringuava, em São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba. Mais de 300 animais foram resgatados, realocados ou afugentados. São cerca de 30 profissionais atuando no resgate, entre veterinários, biólogos, engenheiros florestais e técnicos.

Com capacidade para 38,2 bilhões de litros, o reservatório teve a desocupação da área verde autorizada em setembro de 2024 pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e licença emitida pelo IAT (Instituto Água e Terra). Estudos prévios à obra identificaram as principais espécies de vegetação e animais da região para preservar a fauna e a flora. 

Até agora, cerca de 30 hectares da área a ser inundada já tiveram a vegetação suprimida. Além disso, também está em andamento a execução dos novos acessos no entorno do futuro reservatório.

PROTEÇÃO E COMPENSAÇÃO AMBIENTAL – No entorno da futura represa são realizadas ações de recuperação e enriquecimento ambiental. As áreas antes usadas para pastagens e agricultura são restauradas com mudas de árvores nativas da região. No interior do reservatório são resgatados outros animais e plantas e realocados para áreas mais vegetadas. 

Com o trabalho, além de recuperar a área, a Sanepar possibilita uma compensação ambiental superior ao que será suprimido pela barragem. Com a medida, a Companhia compensará em torno de 700 hectares. Isso corresponde a uma área 62,6% maior à que será utilizada para a reserva de água. Ao todo, o reservatório ocupará 430,6 hectares.

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O engenheiro florestal da Sanepar Aurélio Lourenço Rodrigues explica que a região é rica em vegetação e abriga desde espécies comuns, como variações de orquídeas, até raras, como os xaxins. Essas espécies são fixadas em outras árvores ou no próprio solo, o que garante a manutenção da biodiversidade destes grupos.

Rodrigues destaca que a prioridade é a preservação das espécies em risco de extinção. “O trabalho precisa ser minucioso. Embora o abastecimento de água seja de grande interesse público, ele causa impacto. Nosso papel é minimizá-lo, garantindo proteção e sobrevida às espécies mais raras após a implantação do reservatório.”

CUIDADO DE ANIMAIS SILVESTRES –  Além dos animais realocados para as áreas de soltura, foram 75 animais afugentados, quando é feito o acompanhamento daqueles que se deslocam naturalmente, e 62 atendimentos veterinários no Centro de Triagem de Animais Silvestres (CETAS) e na base de atendimento móvel. Outros 12 animais foram destinados ao Museu de História Natural para fins científicos. Os principais animais resgatados são anfíbios e répteis, como cobras e sapos.

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A bióloga e gestora socioambiental da Sanepar, Ana Cristina Rego Barros, explica que a equipe avalia a condição dos animais resgatados. “Se ele está em condição física e a comportamental íntegra, retorna para as áreas de soltura. Quando se observa algum ferimento, ele é atendido pela equipe de veterinários, avaliado, tratado e depois realocado.” 

Ana Cristina explica que as cobras peçonhentas, sobretudo as jararacas, abundantes na região, são encaminhadas ao Centro de Produção de Imunobiológicos (CPPI), instituição ligada à secretaria estadual da Saúde, para a produção de soro antiofídico. Isso porque a sua soltura na região pode oferecer risco aos moradores.

Antes do corte das árvores, as equipes também fazem a coleta de colmeias de abelhas nativas sem ferrão e as realocam para o Núcleo de Conservação de Abelhas Nativas. Atualmente, são monitoradas nove colmeias.

“Todo o trabalho é feito em conjunto e simultaneamente com o trabalho de supressão da flora. A área que será suprimida em um determinado momento, passa por vistoria prévia pelas equipes de resgate, que atuam buscando as plantas de interesse para a realocação, como as ameaçadas de extinção e vestígios da fauna para afugentamento e resgate”, destaca a especialista.

Relembre o início das obras da última etapa da Barragem do Miringuava AQUI.

Fonte: Governo PR

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