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Academia da Secretaria do Esporte recebe estagiários da Universidade Positivo

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O grupo de idosos e atletas de alto rendimento que treinam na academia da secretaria estadual do Esporte (SEES), localizada na sede da Pasta, no Capão da Imbuia, em Curitiba, serão atendidos por estudantes de fisioterapia da Universidade Positivo. A atividade valerá como estágio obrigatório para os futuros profissionais. O termo de cooperação técnica foi assinado nesta quinta-feira (27) pelo secretário do Esporte, Helio Wirbiski, e o reitor da UP, Roberto Di Benedetto.

O grupo de Idosos e atletas de alto rendimento que treinam na academia da secretaria estadual do Esporte (SEES), localizada na sede da Pasta, no Capão da Imbuia, em Curitiba, serão atendidos por estudantes de fisioterapia da Universidade Positivo.

O novo campo de estágio compreende um ambulatório cedido pela Secretaria do Esporte e o compartilhamento da academia existente na sede. O atendimento também abrange atletas de outras modalidades que utilizam o espaço (ginástica rítmica, ginástica artística, voleibol, futebol de campo e rugby), além servidores da SEES. O secretário Helio Wirbiski afirma que este tipo de parceria era um projeto antigo da SEES. “A equipe da UP já vem atuando na nossa estrutura. Agora a parceria está oficializada como estágio obrigatório dos alunos”, explicou.

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Para o reitor Roberto Di Benedetto, o estágio de fisioterapia é uma possibilidade inicial que pode abrir campos para outras áreas de conhecimento. “Temos um conjunto de atividades que conseguimos ofertar, como nutrição, psicologia, educação física, e futuramente, quem sabe, até a própria medicina”, disse ele.

Segundo Antonio Carlos Dourado, coordenador da Escola do Esporte da SEES, a aproximação entre as duas instituição busca criar um centro de estágio para os alunos que se encontram na fase final de formação nessa graduação. “O propósito é aproximar o futuro profissional de situações relacionadas ao esporte, como lesões e desequilíbrios musculares, de situações geradas pela prática esportiva”, explicou.

OPORTUNIDADE – O professor de fisioterapia da UP, João Eduardo Azevedo, acredita que o convênio possibilita uma grande oportunidade aos acadêmicos. “Desta forma, eles vivenciam uma experiência diferenciada no processo de formação, voltada à fisioterapia esportiva, enquanto que a comunidade local e os atletas aproveitam-se dos diversos serviços disponibilizados como, por exemplo, reabilitação de lesões esportivas, prevenção de lesões futuras e consequente melhora seu rendimento desportivo”.

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Segundo Azevedo, esta oportunidade se abre tanto para os acadêmicos quanto para a comunidade local, permitindo que o público que frequenta as instalações e projetos da SEES tenha à disposição todo o conhecimento de professores e acadêmicos do último ano do curso de fisioterapia da Universidade Positivo.

SERVIÇO – Os atendimentos estão disponíveis de segunda a sexta, em três horários: das 7h30 às 10h30, das 14h às 17h e das 19h às 22h, cada um com um grupo de oito a dez alunos, sempre acompanhados por um ou dois professores.

Fonte: Governo PR

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Presente especial: documentário celebra os 40 anos da Orquestra Sinfônica do Paraná

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Quatro décadas de história, centenas de concertos inesquecíveis e um repertório que atravessa gerações. Em 2025, a Orquestra Sinfônica do Paraná celebra seus 40 anos e ganha um presente especial: um documentário que resgata essa trajetória marcante. Dividido em quatro capítulos no formato de websérie, o material será disponibilizado no YouTube do Instituto de Apoio à Orquestra Sinfônica do Paraná (IAOSP) e do Teatro Guaíra, permitindo que o público mergulhe nos momentos mais emblemáticos da Orquestra.

O lançamento dos três primeiros episódios está previsto para os dias que antecedem o aniversário da OSP, 28 de maio, data que também marca o início de uma série de concertos comemorativos no auditório Bento Munhoz da Rocha Neto (Guairão). Nessas apresentações especiais, que serão realizadas nos dias 28, 29 de maio e 1º de junho, a OSP trará ao palco a grandiosa Sinfonia nº 2 de Gustav Mahler, conhecida como Sinfonia da Ressurreição. Com quase 200 músicos reunidos, a obra promete emocionar o público e tornar essa celebração inesquecível.

O quarto e último episódio da websérie será lançado após os concertos comemorativos, pois incluirá trechos dessas apresentações. Desta forma, o documentário vai contar a história da Orquestra desde o dia de sua estreia, em 1985, até o aniversário de 2025. O diretor Rogério Vieira explica que, diferente de uma narrativa linear, o documentário não seguirá uma ordem cronológica rígida.

A ideia do documentário nasceu de uma conversa entre Samuel Lago, presidente do IAOSP, e o produtor audiovisual Rogério Vieira. “Queremos que as pessoas conheçam a história da Orquestra por meio daqueles que a viveram de dentro: músicos, maestros, organizadores e trabalhadores da arte, todos que ajudaram a construir essa trajetória. A proposta é retratar essa jornada de forma autêntica e emocionante, com depoimentos que resgatam memórias e experiências únicas”, afirma Lago.

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Apaixonado por música clássica, Rogério Vieira acompanha os concertos da OSP há muitos anos. “Muitas pessoas que apreciam a Orquestra e acompanham seus concertos talvez não tenham noção da complexidade envolvida, desde a forma como uma orquestra funciona até os desafios de administrá-la. É por isso que o documentário será tão especial: ele permitirá ao público enxergar os bastidores da Orquestra Sinfônica do Paraná, revelando os detalhes que tornam cada apresentação única”, revela o diretor do documentário.

PRIMEIRO TRECHO DISPONÍVEL — Ao longo dos meses de abril e maio, trechos do documentário serão divulgados no Instagram do Teatro Guaíra, da Orquestra Sinfônica do Paraná e do IAOSP. O primeiro, lançado nesta sexta-feira (04/04), traz um depoimento do maestro João Carlos Martins, pianista reconhecido internacionalmente como o maior intérprete do compositor clássico Johann Sebastian Bach.

Em maio de 2024, Martins teve uma participação memorável em um concerto da OSP: ele atuou como solista e dividiu a regência da Sinfônica com o diretor musical e regente titular da Sinfônica do Paraná, maestro Roberto Tibiriçá. “O maestro Eleazar de Carvalho, que foi meu professor, tinha uma admiração muito grande por João Carlos. Um dos grandes feitos dele como músico foi gravar toda a obra de Bach, é algo impressionante. E hoje é um exemplo de superação”, afirmou Tibiriçá, na ocasião.

Confira AQUI o primeiro trecho do documentário.

TRAJETÓRIA – Criada em 1985, a Orquestra Sinfônica do Paraná surgiu por iniciativa de uma equipe composta por profissionais como Eleni Bettes, Ivo Lessa e Tatiana Aben-Athar, com apoio do então governador José Richa e do secretário da Cultura, Fernando Ghignone. Seu primeiro maestro titular foi Alceo Bocchino, ex-aluno de Heitor Villa-Lobos e um dos grandes nomes da música erudita no Brasil. Falecido em 2013, Bocchino é maestro emérito da OSP. Na época da fundação, 61 músicos foram selecionados por meio de um concurso nacional, incluindo Osvaldo Colarusso como maestro adjunto.

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Desde então, a OSP tem contado com a direção de outros renomados maestros. Após Bocchino e Colarusso (1985-1998), regeram Roberto Duarte (1998-1999), Jamil Maluf (2000-2002), Alessandro Sangiorgi (2002-2010), Osvaldo Ferreira (2011-2014), Stefan Geiger (2016-2020), e atualmente tem como maestro titular e diretor musical Roberto Tibiriçá, que está à frente da orquestra desde 2022.

Ao longo de quatro décadas, a OSP construiu um vasto repertório com mais de 900 obras catalogadas de aproximadamente 250 compositores, incluindo importantes nomes da música brasileira, como Heitor Villa-Lobos e Camargo Guarnieri, e paranaenses, como Henrique Morozowicz e Augusto Stresser. A Orquestra também teve a honra de trabalhar com mais de 50 maestros convidados e cerca de 200 solistas nacionais e internacionais.

A atuação da Orquestra Sinfônica do Paraná transcende os palcos paranaenses, com mais de mil apresentações realizadas dentro e fora do Paraná. A Orquestra participou de montagens de importantes óperas e balés, incluindo O Quebra-Nozes e O Lago dos Cisnes, de Tchaikovsky, Romeu e Julieta, de Prokofiev, além das óperas Carmen, de Bizet, A Viúva Alegre, de Lehar, e La Bohème, de Puccini.

Com uma capacidade notável de transitar entre estilos clássicos, românticos e contemporâneos, a Orquestra Sinfônica do Paraná se coloca como um dos principais conjuntos sinfônicos do país. Acompanhe a programação dos concertos no site da OSP e siga a Orquestra no Instagram e no Facebook para não perder nenhuma novidade deste corpo artístico do Centro Cultural Teatro Guaíra.

Fonte: Governo PR

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