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Academia Alfredo Andersen abre inscrições para oficinas do primeiro semestre

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A Academia Alfredo Andersen abre na próxima quinta-feira, dia 23 de fevereiro, as inscrições para o primeiro semestre das oficinas de 2023 com cursos gratuitos de cerâmica, pintura e desenho, além das rodas de leitura temáticas. O período de matrículas vai até 10 de março. As aulas começam na semana de 6 de março. São 18 turmas com 15 vagas cada uma. O aluno pode se inscrever em uma oficina. A possibilidade de inscrição em um segundo curso ocorre caso haja a vaga após o período de matrícula.

A Academia, junto com o museu que leva também leva o nome do artista, faz parte do Complexo Alfredo Andersen. A unidade promove ações que incentivam a identidade e herança cultural do Paraná. “É um espaço que carrega o legado do pai da pintura paranaense, na intenção de cultivar a formação artística e cultural, criando uma relação de pertencimento da comunidade com a arte do Estado”, diz o diretor da Academia, Luiz Gustavo Vardanega Vidal Pinto.

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Destinados a maiores de 18 anos, os cursos são presenciais e acontecem uma vez por semana no dia e turno escolhido pelo aluno (manhã, tarde ou noite). As inscrições devem ser feitas presencialmente, no setor administrativo do Complexo Alfredo Andersen, localizado no prédio do Museu Casa Alfredo Andersen.

Para se inscrever, o interessado deve comparecer pessoalmente e portar cópia do RG e comprovante de endereço. A inscrição é feita por ordem de chegada, não sendo permitida a reserva de vagas por telefone ou e-mail.

Confira a grade de cursos:

Academia Alfredo Andersen divulga oficinas do primeiro semestre; inscrições serão abertas na próxima semana

Serviço:

Inscrições para oficinas da Academia Alfredo Andersen

De 23 de fevereiro a 10 março.

Segunda a sexta, das 9h às 11h30 e das 13h30 às 16h30.

Rua Mateus Leme, 336 – São Francisco – Curitiba

(41) 3222-8262

Fonte: Governo do Paraná

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PARANÁ

Sanepar resgata animais e faz replantio de vegetação na Barragem Miringuava

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A Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) realiza desde janeiro o resgate da flora e fauna na Barragem Miringuava, em São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba. Mais de 300 animais foram resgatados, realocados ou afugentados. São cerca de 30 profissionais atuando no resgate, entre veterinários, biólogos, engenheiros florestais e técnicos.

Com capacidade para 38,2 bilhões de litros, o reservatório teve a desocupação da área verde autorizada em setembro de 2024 pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e licença emitida pelo IAT (Instituto Água e Terra). Estudos prévios à obra identificaram as principais espécies de vegetação e animais da região para preservar a fauna e a flora. 

Até agora, cerca de 30 hectares da área a ser inundada já tiveram a vegetação suprimida. Além disso, também está em andamento a execução dos novos acessos no entorno do futuro reservatório.

PROTEÇÃO E COMPENSAÇÃO AMBIENTAL – No entorno da futura represa são realizadas ações de recuperação e enriquecimento ambiental. As áreas antes usadas para pastagens e agricultura são restauradas com mudas de árvores nativas da região. No interior do reservatório são resgatados outros animais e plantas e realocados para áreas mais vegetadas. 

Com o trabalho, além de recuperar a área, a Sanepar possibilita uma compensação ambiental superior ao que será suprimido pela barragem. Com a medida, a Companhia compensará em torno de 700 hectares. Isso corresponde a uma área 62,6% maior à que será utilizada para a reserva de água. Ao todo, o reservatório ocupará 430,6 hectares.

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O engenheiro florestal da Sanepar Aurélio Lourenço Rodrigues explica que a região é rica em vegetação e abriga desde espécies comuns, como variações de orquídeas, até raras, como os xaxins. Essas espécies são fixadas em outras árvores ou no próprio solo, o que garante a manutenção da biodiversidade destes grupos.

Rodrigues destaca que a prioridade é a preservação das espécies em risco de extinção. “O trabalho precisa ser minucioso. Embora o abastecimento de água seja de grande interesse público, ele causa impacto. Nosso papel é minimizá-lo, garantindo proteção e sobrevida às espécies mais raras após a implantação do reservatório.”

CUIDADO DE ANIMAIS SILVESTRES –  Além dos animais realocados para as áreas de soltura, foram 75 animais afugentados, quando é feito o acompanhamento daqueles que se deslocam naturalmente, e 62 atendimentos veterinários no Centro de Triagem de Animais Silvestres (CETAS) e na base de atendimento móvel. Outros 12 animais foram destinados ao Museu de História Natural para fins científicos. Os principais animais resgatados são anfíbios e répteis, como cobras e sapos.

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A bióloga e gestora socioambiental da Sanepar, Ana Cristina Rego Barros, explica que a equipe avalia a condição dos animais resgatados. “Se ele está em condição física e a comportamental íntegra, retorna para as áreas de soltura. Quando se observa algum ferimento, ele é atendido pela equipe de veterinários, avaliado, tratado e depois realocado.” 

Ana Cristina explica que as cobras peçonhentas, sobretudo as jararacas, abundantes na região, são encaminhadas ao Centro de Produção de Imunobiológicos (CPPI), instituição ligada à secretaria estadual da Saúde, para a produção de soro antiofídico. Isso porque a sua soltura na região pode oferecer risco aos moradores.

Antes do corte das árvores, as equipes também fazem a coleta de colmeias de abelhas nativas sem ferrão e as realocam para o Núcleo de Conservação de Abelhas Nativas. Atualmente, são monitoradas nove colmeias.

“Todo o trabalho é feito em conjunto e simultaneamente com o trabalho de supressão da flora. A área que será suprimida em um determinado momento, passa por vistoria prévia pelas equipes de resgate, que atuam buscando as plantas de interesse para a realocação, como as ameaçadas de extinção e vestígios da fauna para afugentamento e resgate”, destaca a especialista.

Relembre o início das obras da última etapa da Barragem do Miringuava AQUI.

Fonte: Governo PR

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