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23º Festival Espetacular de Teatro de Bonecos começa dia 9 com programação gratuita

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Em sua 23ª edição, o Festival Espetacular de Teatro de Bonecos começa neste domingo (09) com apresentações em Curitiba e Região Metropolitana. A programação vai até 16 de julho, de forma gratuita, e conta também com uma palestra da renomada artista bonequeira Tadica Veiga, em uma ação de contrapartida socioeducativa. Haverá, ainda, uma exposição no Novo Café do Teatro com acervo da coleção pessoal de artistas que participam do Festival.

O evento já faz parte do calendário cultural do Paraná e ficou suspenso durante a pandemia do coronavírus. Neste ano de retomada, 25 companhias paranaenses selecionadas vão se apresentar, além de duas convidadas, de Santa Catarina e da Paraíba.

Organizado desde 1991, o festival engloba todas as vertentes da arte milenar, com apresentações como o Teatro de Marionetes, Formas Animadas, Fantoches, Teatro de Sombras e muitas outras variações artísticas.

“Em outros tempos, o Festival tinha caráter internacional, com apresentações de grupos e companhias de diversas partes do mundo, além das brasileiras. Após a interrupção por conta da pandemia e nessa retomada, coube por bem e necessidade priorizar as companhias paranaenses. Serão 25 grupos que darão brilho e beleza a essa edição tão especial de recomeço”, explica Cleverson Cavalheiro, diretor-presidente do Centro Cultural Teatro Guaíra. “O 23º Festival Espetacular de Teatro de Bonecos será um sucesso como foram as edições anteriores”.

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MAIS DE 50 APRESENTAÇÕES – Ao longo da programação, as companhias selecionadas e as convidadas irão se apresentar duas vezes cada. Serão 54 atrações até o dia 16 de julho, algumas com acessibilidade de conteúdo (audiodescrição e Libras). Elas ocorrem em espaços do Teatro Guaíra, no Hospital Pequeno Príncipe e na Biblioteca Pública do Paraná, em Curitiba; e também em oito municípios da Região Metropolitana.

A abertura será no Museu Oscar Niemeyer, domingo, com a Cia Boca de Cena da Paraíba, de João Pessoa, que apresenta o espetáculo “Colcha de Retalhos,  às 10h e às 15h. Já o encerramento será com a catarinense Cia Mútua Teatro de Animação, de Itajaí, que estrela o espetáculo “Borboleta” no Teatro Guaíra (Auditório Salvador de Ferrante – Guairinha).

O projeto é realizado por meio da Lei de Incentivo à Cultura e tem como instituição beneficiada o Hospital Pequeno Príncipe, com apoio do Café do Teatro, da Associação Paranaense de Teatro de Bonecos e da Galvão Locações. O patrocínio é da Dual, do BRDE, da Coamo, do Grupo Bianchi, da Westaflex e da Linde Vidros; com realização da Associação Brasileira de Apoiadores Beneméritos do Teatro Guaíra, do Centro Cultural Teatro Guaíra, da Secretaria de Estado da Cultura, do Governo do Estado do Paraná, do Ministério da Cultura e do governo federal.

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Serviço:

23º Festival Espetacular de Teatro de Bonecos
Apresentações: 9 a 16 de Julho de 2023
Entrada gratuita
Classificação: Livre
Programação do Festival Espetacular de Bonecos

Fonte: Governo PR

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PARANÁ

Sanepar resgata animais e faz replantio de vegetação na Barragem Miringuava

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A Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) realiza desde janeiro o resgate da flora e fauna na Barragem Miringuava, em São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba. Mais de 300 animais foram resgatados, realocados ou afugentados. São cerca de 30 profissionais atuando no resgate, entre veterinários, biólogos, engenheiros florestais e técnicos.

Com capacidade para 38,2 bilhões de litros, o reservatório teve a desocupação da área verde autorizada em setembro de 2024 pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e licença emitida pelo IAT (Instituto Água e Terra). Estudos prévios à obra identificaram as principais espécies de vegetação e animais da região para preservar a fauna e a flora. 

Até agora, cerca de 30 hectares da área a ser inundada já tiveram a vegetação suprimida. Além disso, também está em andamento a execução dos novos acessos no entorno do futuro reservatório.

PROTEÇÃO E COMPENSAÇÃO AMBIENTAL – No entorno da futura represa são realizadas ações de recuperação e enriquecimento ambiental. As áreas antes usadas para pastagens e agricultura são restauradas com mudas de árvores nativas da região. No interior do reservatório são resgatados outros animais e plantas e realocados para áreas mais vegetadas. 

Com o trabalho, além de recuperar a área, a Sanepar possibilita uma compensação ambiental superior ao que será suprimido pela barragem. Com a medida, a Companhia compensará em torno de 700 hectares. Isso corresponde a uma área 62,6% maior à que será utilizada para a reserva de água. Ao todo, o reservatório ocupará 430,6 hectares.

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O engenheiro florestal da Sanepar Aurélio Lourenço Rodrigues explica que a região é rica em vegetação e abriga desde espécies comuns, como variações de orquídeas, até raras, como os xaxins. Essas espécies são fixadas em outras árvores ou no próprio solo, o que garante a manutenção da biodiversidade destes grupos.

Rodrigues destaca que a prioridade é a preservação das espécies em risco de extinção. “O trabalho precisa ser minucioso. Embora o abastecimento de água seja de grande interesse público, ele causa impacto. Nosso papel é minimizá-lo, garantindo proteção e sobrevida às espécies mais raras após a implantação do reservatório.”

CUIDADO DE ANIMAIS SILVESTRES –  Além dos animais realocados para as áreas de soltura, foram 75 animais afugentados, quando é feito o acompanhamento daqueles que se deslocam naturalmente, e 62 atendimentos veterinários no Centro de Triagem de Animais Silvestres (CETAS) e na base de atendimento móvel. Outros 12 animais foram destinados ao Museu de História Natural para fins científicos. Os principais animais resgatados são anfíbios e répteis, como cobras e sapos.

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A bióloga e gestora socioambiental da Sanepar, Ana Cristina Rego Barros, explica que a equipe avalia a condição dos animais resgatados. “Se ele está em condição física e a comportamental íntegra, retorna para as áreas de soltura. Quando se observa algum ferimento, ele é atendido pela equipe de veterinários, avaliado, tratado e depois realocado.” 

Ana Cristina explica que as cobras peçonhentas, sobretudo as jararacas, abundantes na região, são encaminhadas ao Centro de Produção de Imunobiológicos (CPPI), instituição ligada à secretaria estadual da Saúde, para a produção de soro antiofídico. Isso porque a sua soltura na região pode oferecer risco aos moradores.

Antes do corte das árvores, as equipes também fazem a coleta de colmeias de abelhas nativas sem ferrão e as realocam para o Núcleo de Conservação de Abelhas Nativas. Atualmente, são monitoradas nove colmeias.

“Todo o trabalho é feito em conjunto e simultaneamente com o trabalho de supressão da flora. A área que será suprimida em um determinado momento, passa por vistoria prévia pelas equipes de resgate, que atuam buscando as plantas de interesse para a realocação, como as ameaçadas de extinção e vestígios da fauna para afugentamento e resgate”, destaca a especialista.

Relembre o início das obras da última etapa da Barragem do Miringuava AQUI.

Fonte: Governo PR

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