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1 milhão de pessoas passaram a virada no Litoral do Paraná, estima Polícia Militar

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As praias do Litoral receberam cerca de 1 milhão de pessoas na virada de 2023 e 2024, segundo estimativas de público da Polícia Militar do Paraná divulgadas nesta segunda-feira (1).

Aproximadamente 550 mil de pessoas acompanharam a queima de fogos em Guaratuba, 250 mil em Matinhos e 200 mil em Pontal do Paraná. A prainha de água doce de Porto Rico, na Costa Noroeste, recebeu aproximadamente 30 mil turistas na virada do ano.

Com o apoio do Governo do Estado, as prefeituras prepararam uma programação cultural e show pirotécnico para o Réveillon, que teve fogos normais e fogos de menor ou nenhum barulho para evitar problemas com animais de estimação, crianças e pessoas com autismo. As queimas de fogos aconteceram em cinco pontos de Matinho, localizados nos espigões da nova orla da cidades, seis em Pontal do Paraná e dois em Guaratuba, além das cidades de Paranaguá, Guaraqueçaba e Antonina.

A programação faz parte do Verão Maior Paraná e traz uma série de serviços, shows e atividades de lazer para os veranistas que passam a temporada no Litoral e na Costa Noroeste. Com 27 shows nacionais programados, além de uma série de outras ações, a temporada 2023/2024 do Verão Maior promete ser a maior da história e espera receber 4 milhões de turistas no período de veraneio. A programação completa pode ser acessada no site www.verao.pr.gov.br

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Uma das atrações envolve as ações esportivas nos oito postos fixos em Guaratuba, Shangrilá, Ipanema, Praia de Leste, Matinhos e Caiobá (no Litoral) e em Porto Rico e São Pedro do Paraná, no Noroeste, além dos postos itinerantes que passarão por Guaraqueçaba, Ilha do Mel, Morretes, Antonina e Paranaguá. A abertura oficial foi no dia 28 de dezembro e as atividades vão até fevereiro.

REFORÇO – A Polícia Militar reforçou o policiamento em todas as cidades do Litoral durante o Verão Maior Paraná, com atenção especial na virada do ano. Foram destacadas equipes a pé, motorizadas, a cavalo e ainda com Plataforma de Observação Elevada que monitorou o fluxo de turistas na cidade de Guaratuba.

Segundo comunicado da PM, equipes da Rotam (Rondas Ostensivas Tático Móveis) contiveram uma briga na Praia de Leste na madrugada do dia 1, mas não houve presos ou feridos. Já um acidente de trânsito em frente ao posto da Polícia Rodoviária Estadual de Coroados, em Guaratuba, resultou na prisão de duas pessoas e na apreensão de um veículo, armas de fogo e munições.

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TRÂNSITO – A corporação estima picos de movimento nas rodovias no retorno das praias, com trânsito intenso principalmente entre as 14h e às 20h dos dias 1, 2 e 3 de janeiro. 

A recomendação para os motoristas é que tenham paciência, saiam preparados para uma viagem mais longa do que o comum, com água e alimentos no veículo. Também é importante não consumir bebida alcoólica, drogas ou algo que influencie na capacidade psicomotora. Em casos de emergência, é só ligar para os números 190 (PMPR), 198 (PRE) e 191 (PRF).

Fonte: Governo PR

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Sanepar resgata animais e faz replantio de vegetação na Barragem Miringuava

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A Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) realiza desde janeiro o resgate da flora e fauna na Barragem Miringuava, em São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba. Mais de 300 animais foram resgatados, realocados ou afugentados. São cerca de 30 profissionais atuando no resgate, entre veterinários, biólogos, engenheiros florestais e técnicos.

Com capacidade para 38,2 bilhões de litros, o reservatório teve a desocupação da área verde autorizada em setembro de 2024 pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e licença emitida pelo IAT (Instituto Água e Terra). Estudos prévios à obra identificaram as principais espécies de vegetação e animais da região para preservar a fauna e a flora. 

Até agora, cerca de 30 hectares da área a ser inundada já tiveram a vegetação suprimida. Além disso, também está em andamento a execução dos novos acessos no entorno do futuro reservatório.

PROTEÇÃO E COMPENSAÇÃO AMBIENTAL – No entorno da futura represa são realizadas ações de recuperação e enriquecimento ambiental. As áreas antes usadas para pastagens e agricultura são restauradas com mudas de árvores nativas da região. No interior do reservatório são resgatados outros animais e plantas e realocados para áreas mais vegetadas. 

Com o trabalho, além de recuperar a área, a Sanepar possibilita uma compensação ambiental superior ao que será suprimido pela barragem. Com a medida, a Companhia compensará em torno de 700 hectares. Isso corresponde a uma área 62,6% maior à que será utilizada para a reserva de água. Ao todo, o reservatório ocupará 430,6 hectares.

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O engenheiro florestal da Sanepar Aurélio Lourenço Rodrigues explica que a região é rica em vegetação e abriga desde espécies comuns, como variações de orquídeas, até raras, como os xaxins. Essas espécies são fixadas em outras árvores ou no próprio solo, o que garante a manutenção da biodiversidade destes grupos.

Rodrigues destaca que a prioridade é a preservação das espécies em risco de extinção. “O trabalho precisa ser minucioso. Embora o abastecimento de água seja de grande interesse público, ele causa impacto. Nosso papel é minimizá-lo, garantindo proteção e sobrevida às espécies mais raras após a implantação do reservatório.”

CUIDADO DE ANIMAIS SILVESTRES –  Além dos animais realocados para as áreas de soltura, foram 75 animais afugentados, quando é feito o acompanhamento daqueles que se deslocam naturalmente, e 62 atendimentos veterinários no Centro de Triagem de Animais Silvestres (CETAS) e na base de atendimento móvel. Outros 12 animais foram destinados ao Museu de História Natural para fins científicos. Os principais animais resgatados são anfíbios e répteis, como cobras e sapos.

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A bióloga e gestora socioambiental da Sanepar, Ana Cristina Rego Barros, explica que a equipe avalia a condição dos animais resgatados. “Se ele está em condição física e a comportamental íntegra, retorna para as áreas de soltura. Quando se observa algum ferimento, ele é atendido pela equipe de veterinários, avaliado, tratado e depois realocado.” 

Ana Cristina explica que as cobras peçonhentas, sobretudo as jararacas, abundantes na região, são encaminhadas ao Centro de Produção de Imunobiológicos (CPPI), instituição ligada à secretaria estadual da Saúde, para a produção de soro antiofídico. Isso porque a sua soltura na região pode oferecer risco aos moradores.

Antes do corte das árvores, as equipes também fazem a coleta de colmeias de abelhas nativas sem ferrão e as realocam para o Núcleo de Conservação de Abelhas Nativas. Atualmente, são monitoradas nove colmeias.

“Todo o trabalho é feito em conjunto e simultaneamente com o trabalho de supressão da flora. A área que será suprimida em um determinado momento, passa por vistoria prévia pelas equipes de resgate, que atuam buscando as plantas de interesse para a realocação, como as ameaçadas de extinção e vestígios da fauna para afugentamento e resgate”, destaca a especialista.

Relembre o início das obras da última etapa da Barragem do Miringuava AQUI.

Fonte: Governo PR

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