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Divisão de frutos: nova sistemática é apresentada a piscicultores

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Pioneira no sistema de integração na piscicultura, a Copacol se reuniu com os produtores integrados da atividade nesta quarta-feira, 07, para fazer uma atualização da atividade e também apresentar o novo sistema de pagamento que passará a acontecer a partir do próximo ano: a divisão de frutos.

O gerente da Integração de Peixes, Nestor Braun, falou sobre os números da piscicultura, além das novas obras que estão sendo feitas e os objetivos para o próximo ano. Na sequência, a supervisora de Assistência Técnica, Juliana Loch, e o engenheiro agrônomo da piscicultura, Warle Ribeiro, deram dicas aos produtores sobre oportunidades de manejo, focando principalmente no arraçoamento e níveis de oxigênio. Os piscicultores puderam relembrar da importância destes fatores para o bom desempenho de cada lote.

A reunião também foi um momento para a Copacol explicar aos produtores as novas diretrizes para pagamento das Integrações. Após uma ampla e rigorosa análise de um ano da atividade, a Cooperativa definiu um novo modelo, preservando os rendimentos aos cooperados, visando proteger a atividade e evidenciando a parceria das Integrações. Para a remuneração dos rendimentos zootécnicos o critério financeiro passa ao físico, denominado divisão de frutos. “Queremos fortalecer a parceria entre Cooperativa e cooperado, que já é consolidada. Por isso estamos implementando essa mudança no sistema financeiro. A partir de janeiro estaremos com esse novo modelo implantado”, afirma Irineu Dantes Peron, superintendente de Produção.

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O diretor-presidente da Copacol, Valter Pitol, também esteve presente no encontro para conversar com os produtores. “Pudermos ver o quanto essa atividade é importante para a Cooperativa e todas as oportunidades que o nosso cooperado tem para avançar, alcançar melhores resultados e conquistar uma melhor remuneração. Com o nosso trabalho conjunto, que já fazemos, vamos avançar ainda mais”.

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AGRONEGÓCIO

Agronegócio gerou 278 mil novos empregos em 2024, diz Cepea/CNA

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O agronegócio brasileiro fechou o ano de 2024 com um total de 28,2 milhões de trabalhadores, registrando um crescimento de 1% em relação ao ano anterior.

O levantamento, realizado pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) em parceria com a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), mostra que o setor continua sendo uma das principais forças da economia nacional, responsável por 26% dos empregos no país.

O crescimento foi impulsionado, principalmente, pelos setores de insumos, agroindústria e serviços ligados ao agronegócio. O setor de insumos teve alta de 3,6%, puxado pela indústria de rações, que aumentou seu quadro de funcionários em 14,6%. A agroindústria cresceu 5,2%, com destaque para os segmentos de abate de animais, fabricação de alimentos e móveis de madeira, que juntos criaram mais de 139 mil novas vagas. Já os serviços especializados para o agronegócio registraram um aumento de 3,4%, refletindo a maior necessidade de suporte técnico nas operações do setor.

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Por outro lado, a pesquisa apontou uma queda de 3,7% no número de trabalhadores do setor primário, o que representa 302 mil vagas a menos. A redução foi mais expressiva na agricultura e na pecuária, afetadas por fatores como oscilações de preços, clima e avanços tecnológicos que reduziram a demanda por mão de obra.

O estudo também analisou o perfil dos trabalhadores e os salários do setor. Houve um aumento na participação de profissionais com nível de escolaridade mais alto e de mulheres no mercado de trabalho do agronegócio.

Além disso, os rendimentos dos trabalhadores cresceram 4,5% em 2024, superando o aumento médio do mercado de trabalho geral. O levantamento indica que essa valorização da mão de obra reflete a busca por mais eficiência e inovação dentro das cadeias produtivas do campo.

Fonte: Pensar Agro

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