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Copacol: ISO 9001 confirma padrão de qualidade dos produtos

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Para chegar até a mesa dos consumidores, o padrão de qualidade dos produtos Copacol segue um processo rigoroso. Do manejo no campo até o processo industrial, existe o comprometimento para a elaboração de um alimento com padrão exemplar e seguro, que passa por constantes certificações, entre elas a ISO 9001, renovada mais uma vez, confirmando a padronização dos processos desde do campo, indústria e na distribuição dos alimentos. “É satisfatório ver que todos estão cumprindo com sua parte. O produtor segue todas as recomendações de manejo para que tenhamos um produto final perfeito e os colaboradores atuam de maneira capacitada. É assim que todos trabalhamos: desde a escolha da matéria-prima para as rações até a exposição nas gôndolas há uma dedicação grande com a atividade”, ressalta o diretor-presidente da Copacol, Valter Pitol.

Com a padronização, a empresa atende as necessidades de cada mercado. A confiança da qualidade faz com que a Cooperativa conquiste os clientes e agregue valor ao produtor final, gerando oportunidades de emprego e renda tanto no campo como na cidade. “Essa certificação garante a padronização de todos os processos – do campo até a indústria. É a certeza que o nosso consumidor terá o mesmo produto independentemente do local ou país. Por isso, atuamos na constante capacitação dos colaboradores. Todos estão envolvidos para que os processos sejam mantidos de maneira exemplar”, afirma Márcia Ferrari, gerente de Qualidade na Copacol.

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A certificação ISO 9001 verifica todo o sistema de produção, processamento, armazenamento, venda, revenda e distribuição da carne de frango e derivados. Também houve uma averiguação dos produtos de revenda: peixes, pratos prontos e vegetais. Em todos os quesitos, a Copacol foi aprovada. “A avaliação possibilita a continuidade da certificação. Verificamos que as práticas estão sendo aderidas pelos colaboradores, com comprometimento e conhecimento em todas as funções. Houve muita transparência nos dados apresentados o que nos dá tranquilidade pela certificação”, afirma o auditor Carlos Luz.

ORIGEM DE TUDO

No campo, a Cooperativa desenvolve capacitações com os cooperados com o propósito de aprimorar a produção. O manejo exemplar, com o bem-estar animal, é o diferencial. “Nossos cooperados têm um grande comprometimento em fazer sempre o melhor. Temos uma equipe técnica eficiente em realizar treinamentos que oportunizam conhecer as novidades existentes na produção. É esse aprimoramento constante que faz da Copacol uma empresa diferente, que possui a confiança dos seus consumidores. O nosso produto possui um padrão de excelência e proporciona um ciclo contínuo de oportunidades”, afirma o superintendente de Produção, Irineu Dantes Peron.

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LEGENDA: Produtos seguem um rigoroso padrão
FOTO: COMUNICAÇÃO COPACOL

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AGRONEGÓCIO

Agronegócio gerou 278 mil novos empregos em 2024, diz Cepea/CNA

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O agronegócio brasileiro fechou o ano de 2024 com um total de 28,2 milhões de trabalhadores, registrando um crescimento de 1% em relação ao ano anterior.

O levantamento, realizado pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) em parceria com a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), mostra que o setor continua sendo uma das principais forças da economia nacional, responsável por 26% dos empregos no país.

O crescimento foi impulsionado, principalmente, pelos setores de insumos, agroindústria e serviços ligados ao agronegócio. O setor de insumos teve alta de 3,6%, puxado pela indústria de rações, que aumentou seu quadro de funcionários em 14,6%. A agroindústria cresceu 5,2%, com destaque para os segmentos de abate de animais, fabricação de alimentos e móveis de madeira, que juntos criaram mais de 139 mil novas vagas. Já os serviços especializados para o agronegócio registraram um aumento de 3,4%, refletindo a maior necessidade de suporte técnico nas operações do setor.

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Por outro lado, a pesquisa apontou uma queda de 3,7% no número de trabalhadores do setor primário, o que representa 302 mil vagas a menos. A redução foi mais expressiva na agricultura e na pecuária, afetadas por fatores como oscilações de preços, clima e avanços tecnológicos que reduziram a demanda por mão de obra.

O estudo também analisou o perfil dos trabalhadores e os salários do setor. Houve um aumento na participação de profissionais com nível de escolaridade mais alto e de mulheres no mercado de trabalho do agronegócio.

Além disso, os rendimentos dos trabalhadores cresceram 4,5% em 2024, superando o aumento médio do mercado de trabalho geral. O levantamento indica que essa valorização da mão de obra reflete a busca por mais eficiência e inovação dentro das cadeias produtivas do campo.

Fonte: Pensar Agro

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