NOVA AURORA

AGRONEGÓCIO

Volume de pluma exportada de MT corresponde a 61,76% dos embarques nacionais em outubro

Publicado em

O estado de Mato Grosso exportou cerca de 160,67 mil toneladas de pluma da safra de 2021/22 em outubro. O volume corresponde a 61,76% dos embarques brasileiros. 

No acumulado, entre agosto e outubro, as exportações da safra 2021/2022 somaram 278,36 mil toneladas. Conforme a Secretaria de Comércio Exterior (Secex), o volume apresenta um incremento de 16,44% em relação ao embarcado no mesmo período do ano passado. 

Entre os destinos da pluma produzida em Mato Grosso, a China segue como principal, com participação de 41,44% nos embarques, entre agosto e outubro. 

Fonte: AgroPlus

COMENTE ABAIXO:
Leia Também:  Brasil produz cerca de 300 mil toneladas de milho-pipoca e se consolida no mercado mundial
Advertisement

AGRONEGÓCIO

Melhoramento genético revoluciona a cafeicultura e torna mais produtiva

Published

on

By

A cafeicultura mineira tem experimentado avanços significativos graças às pesquisas em melhoramento genético conduzidas pela Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (Epamig), em colaboração com a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) e universidades.

Esses estudos resultaram no desenvolvimento de cultivares adaptadas aos diversos sistemas de produção do estado, promovendo aumentos expressivos na produtividade e aprimorando a qualidade sensorial dos cafés. Na década de 1980 a média que era de sete sacas por hectare, agora atinge 25 até 30 sacas por hectare.

Desde a década de 1970, a Epamig coordena o Programa de Melhoramento Genético do Cafeeiro, que já registrou 21 cultivares com características superiores. Essas cultivares são, em sua maioria, resistentes à ferrugem, principal doença que afeta o cafeeiro, e apresentam atributos como alta produtividade, qualidade sensorial da bebida, resistência a nematoides, adequação à mecanização e adaptação a diferentes condições climáticas e de solo.

Um dos pilares desse programa é o Banco Ativo de Germoplasma de Café, localizado no Campo Experimental de Patrocínio. Este banco é fundamental para a conservação e caracterização dos recursos genéticos do cafeeiro, servindo como base para o desenvolvimento de novas cultivares que atendam às demandas do setor produtivo.

Leia Também:  Cepea vê boas perspectivas para o mercado da carne bovina em 2024

Entre as cultivares desenvolvidas, destaca-se a MGS Paraíso 2, lançada em 2012. Resultado do cruzamento entre Catuaí Amarelo IAC 30 e Híbrido de Timor UFV 445-46, essa variedade apresenta porte baixo, frutos amarelos, resistência à ferrugem, maturação intermediária e excelente adaptação tanto a sistemas de cultivo irrigado quanto de sequeiro. Além disso, facilita a colheita mecanizada e possui elevado potencial para a produção de cafés especiais.

A transferência dessas tecnologias para o campo é facilitada por projetos de avaliação de desempenho em propriedades comerciais. Essas iniciativas permitem que os cafeicultores conheçam as novas cultivares e observem seu desempenho em condições reais de cultivo, promovendo a adoção de tecnologias que resultam em sistemas produtivos mais eficientes e sustentáveis.

De acordo com o pesquisador em cafeicultura da Epamig, Gladyston Carvalho, as pesquisas buscam gerar conhecimento para o cafeicultor e oferecer, por meio da genética do café, aumento de produtividade e transformação no sistema produtivo. “São 587 municípios cultivando café, somos o estado maior produtor de café do Brasil, detemos média de 50% da área cafeeira e 40% da produção nacional. São muitos produtores que dependem da cultura e da pesquisa agropecuária”, explica.

Leia Também:  Preço do frango recua em janeiro, apesar de alta nos embarques

Fonte: Pensar Agro

COMENTE ABAIXO:
Continuar lendo

PARANÁ

POLÍCIA

ENTRETENIMENTO

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA