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Trigo e milho caem em Chicago; soja fecha em alta

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Nesta quarta-feira (19), os futuros de trigo e milho dos EUA caíram com a fraca demanda no mercado de exportação pesando os preços. Segundo o analista-chefe da Northstar Commodity, a demanda de exportação ainda é melhor que a registrada no ano passado, mas não tão boa quanto o esperado. 

Já a soja terminou em território positivo, mas os temores de que os compradores globais desloquem a demanda para os fornecedores sul-americanos o mais rápido possível mantiveram os ganhos sob controle.

Na Bolsa de Chicago, o contrato de soja para novembro subiu 0,50 centavo, a 13,7250 dólares por bushel. O milho dezembro caiu 2,75 centavos, a 6,7825 dólares por bushel, enquanto o trigo soft vermelho de inverno para dezembro perdeu 8,25 centavos, a 8,4125 dólares por bushel.

Preocupados com a oferta global, os traders de trigo ainda estão monitorando a seca presente nos cinturões da Argentina e dos Estados Unidos, as chuvas torrenciais em parte da Austrália e o ritmo lento de plantio na Ucrânia. 

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Fonte: AgroPlus

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Agronegócio gerou 278 mil novos empregos em 2024, diz Cepea/CNA

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O agronegócio brasileiro fechou o ano de 2024 com um total de 28,2 milhões de trabalhadores, registrando um crescimento de 1% em relação ao ano anterior.

O levantamento, realizado pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) em parceria com a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), mostra que o setor continua sendo uma das principais forças da economia nacional, responsável por 26% dos empregos no país.

O crescimento foi impulsionado, principalmente, pelos setores de insumos, agroindústria e serviços ligados ao agronegócio. O setor de insumos teve alta de 3,6%, puxado pela indústria de rações, que aumentou seu quadro de funcionários em 14,6%. A agroindústria cresceu 5,2%, com destaque para os segmentos de abate de animais, fabricação de alimentos e móveis de madeira, que juntos criaram mais de 139 mil novas vagas. Já os serviços especializados para o agronegócio registraram um aumento de 3,4%, refletindo a maior necessidade de suporte técnico nas operações do setor.

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Por outro lado, a pesquisa apontou uma queda de 3,7% no número de trabalhadores do setor primário, o que representa 302 mil vagas a menos. A redução foi mais expressiva na agricultura e na pecuária, afetadas por fatores como oscilações de preços, clima e avanços tecnológicos que reduziram a demanda por mão de obra.

O estudo também analisou o perfil dos trabalhadores e os salários do setor. Houve um aumento na participação de profissionais com nível de escolaridade mais alto e de mulheres no mercado de trabalho do agronegócio.

Além disso, os rendimentos dos trabalhadores cresceram 4,5% em 2024, superando o aumento médio do mercado de trabalho geral. O levantamento indica que essa valorização da mão de obra reflete a busca por mais eficiência e inovação dentro das cadeias produtivas do campo.

Fonte: Pensar Agro

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