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AGRONEGÓCIO

Soja se firma como o ativo agrícola mais importante já produzido no Brasil

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A soja é considerada o ativo agrícola mais importante produzido no Brasil atualmente. A posição desse grão frente ao mercado brasileiro foi conquistada em função do longo processo de expansão da cultura e investimento maciço em tecnologias e técnicas de cultivo realizado nas últimas décadas.

Em função desse processo, o país conseguiu expandir suas fronteiras agrícolas, aumentar a cadeia produtiva de soja, tornar o processo de produção mais eficiente e melhorar o volume e a qualidade da produção. Como consequência, a produção anual brasileira aumentou mais de 500% nos últimos 30 anos, ultrapassando a marca de 130 milhões de toneladas de soja.

Esse cenário transformou o Brasil no maior produtor mundial desse grão, aumentando sua importância no mercado internacional de commodities agrícolas e influenciando nos números da balança comercial brasileira.

Além de beneficiar o país, os produtores rurais que investem no cultivo de soja também obtêm várias vantagens, como o aumento da sua renda. A depender da safra e da região de cultivo, o produtor pode lucrar em torno de R$ 1.500,00 por hectare de soja plantada.

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Graças a essa lucratividade e ao investimento na estrutura do complexo de soja, até mesmo as regiões produtoras são beneficiadas, aumentando a renda e a qualidade de vida de seus moradores.

Fonte: Pensar Agro

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AGRONEGÓCIO

Agronegócio gerou 278 mil novos empregos em 2024, diz Cepea/CNA

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O agronegócio brasileiro fechou o ano de 2024 com um total de 28,2 milhões de trabalhadores, registrando um crescimento de 1% em relação ao ano anterior.

O levantamento, realizado pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) em parceria com a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), mostra que o setor continua sendo uma das principais forças da economia nacional, responsável por 26% dos empregos no país.

O crescimento foi impulsionado, principalmente, pelos setores de insumos, agroindústria e serviços ligados ao agronegócio. O setor de insumos teve alta de 3,6%, puxado pela indústria de rações, que aumentou seu quadro de funcionários em 14,6%. A agroindústria cresceu 5,2%, com destaque para os segmentos de abate de animais, fabricação de alimentos e móveis de madeira, que juntos criaram mais de 139 mil novas vagas. Já os serviços especializados para o agronegócio registraram um aumento de 3,4%, refletindo a maior necessidade de suporte técnico nas operações do setor.

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Por outro lado, a pesquisa apontou uma queda de 3,7% no número de trabalhadores do setor primário, o que representa 302 mil vagas a menos. A redução foi mais expressiva na agricultura e na pecuária, afetadas por fatores como oscilações de preços, clima e avanços tecnológicos que reduziram a demanda por mão de obra.

O estudo também analisou o perfil dos trabalhadores e os salários do setor. Houve um aumento na participação de profissionais com nível de escolaridade mais alto e de mulheres no mercado de trabalho do agronegócio.

Além disso, os rendimentos dos trabalhadores cresceram 4,5% em 2024, superando o aumento médio do mercado de trabalho geral. O levantamento indica que essa valorização da mão de obra reflete a busca por mais eficiência e inovação dentro das cadeias produtivas do campo.

Fonte: Pensar Agro

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