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Show Rural: PRF fala sobre movimento na BR 277 e orienta motoristas

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O inspetor Ricardo Salgueiro da PRF (Polícia Rodoviária Federal) comentou sobre a movimentação na BR 277 neste início de manhã de segunda-feira (6) e o comportamento dos motoristas sentido ao Show Rural Coopavel.

A visitação do parque iniciou no domingo (5), onde o local esteve aberto àquelas pessoas que não podem participar ao longo da semana, de 6 a 10 de fevereiro.

Conforme Salgueiro, houve neste período problema com os condutores que demoraram a entender a sinalização e ficaram ‘desconfiados’ de trafegar em duas faixas, que agora é possível.

O inspetor orienta os motoristas que sigam com atenção pelo trecho e evitem trocar inúmeras vezes de pista, para evitar acidentes.

Sobre o trecho duplicado, Salgueiro comenta que a situação melhorou, já que agora não é necessário utilizar o acostamento da rodovia. Os condutores terão apenas que utilizar no retorno a Cascavel, por aproximadamente 300 metros, na frente da UOP (Unidade Operacional.

Ainda conforme informado, foi necessário fazer uma alteração no trevo da PR 180, de Juvinópolis. Os condutores que saem da 180 e querem ir sentido Cascavel precisam fazer um retorno, que fica há aproximadamente 1,5km, para não obstruir o fluxo sentido ao Show Rural.

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Você pode acompanhar ao vivo pelas câmeras ao vivo da CATVE o trânsito na BR 277, desde o Trevo Cataratas, até a chegada na estrutura e também a movimentação no local.

Redação Catve

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MT realiza conferência sobre etanol de milho e discute desafios do setor

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Mato Grosso sediou nesta quinta-feira (03.04) a 2ª Conferência Internacional UNEM DATAGRO sobre Etanol de Milho, evento que reuniu em Cuiabá produtores, investidores, especialistas e autoridades para debater o crescimento e os desafios do setor. Organizada pela União Nacional do Etanol de Milho (Unem) e pela consultoria DATAGRO, a conferência abordou temas como avanços tecnológicos, regulação do mercado e sustentabilidade da produção.

Imagem: assessoria

Na abertura, o presidente da Unem, Guilherme Nolasco, destacou a rápida expansão do setor no Brasil. “Há dez anos, a produção de etanol de milho no Brasil era vista como um nicho sem viabilidade. Passamos de 80 milhões de litros na safra 2014/15 para mais de 8 bilhões na safra atual (2024/25), superando as projeções iniciais”, afirmou. Segundo ele, o etanol de milho já representa 23% do total de biocombustíveis produzidos no país, e a expectativa para a próxima safra (2025/26) é alcançar 10 bilhões de litros.

O setor de etanol de milho tem papel estratégico na segurança energética nacional e na economia circular, agregando valor ao milho excedente e gerando coprodutos como bioenergia e farelos proteicos. No entanto, enfrenta desafios regulatórios e estruturais. Entre as principais dificuldades apontadas por Nolasco estão a necessidade de avanços no marco legal do setor, incluindo questões como o programa Combustível do Futuro, o RenovaBio e incentivos para biomassa.

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Outro desafio destacado foi a oscilação dos custos de produção, com variações no preço do milho e margens de lucro apertadas. O mercado de coprodutos, como o DDG/DDGS (farelo resultante da destilação), também precisa de maior estruturação para garantir melhor rentabilidade aos produtores.

O ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro e o  governador de Mato Grosso, Mauro Mendes, participaram da 2ª Conferência Internacional Unem Datagro. A conferência também abordou temas como a desinformação sobre o impacto do etanol de milho no custo dos alimentos e os esforços para viabilizar o uso do SAF (Sustainable Aviation Fuel), combustível sustentável para a aviação. A transição energética na navegação e os impactos das taxas de juros elevadas no financiamento de novos investimentos também foram debatidos.

O Brasil conta atualmente com 25 biorrefinarias em operação, responsáveis por uma produção recorde de etanol de milho. A safra 2024/25 já atingiu 8,25 bilhões de litros, e a projeção para 2025/26 é de 10 bilhões de litros. Além disso, a produção de grãos secos de destilaria (DDG/DDGS), altamente valorizados na nutrição animal, deve saltar de 4,05 milhões de toneladas para 4,84 milhões na próxima safra.

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Segundo o Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (IMEA), a produção crescente de etanol de milho no Brasil tem reduzido a dependência de combustíveis fósseis e ampliado a competitividade do agronegócio. No entanto, especialistas alertam para a necessidade de políticas públicas que garantam a estabilidade do setor a longo prazo.

Com crescimento acelerado, o etanol de milho tem consolidado sua posição na matriz energética brasileira e deve desempenhar papel central na transição para uma economia de baixo carbono. No entanto, para manter a trajetória de expansão, será necessário enfrentar desafios como a regulação do mercado, a adaptação a novas tecnologias e a estruturação de cadeias produtivas que garantam maior competitividade ao setor.

Fonte: Pensar Agro

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