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Show Rural é vitrine que divulga Paraná como “supermercado do mundo”, diz Ratinho

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“O Show Rural é a vitrine que ajuda a divulgar o Paraná como o supermercado do mundo, esse Estado que tem a melhor agricultura do Brasil”, afirmou na manhã desta terça-feira, 6, no centro tecnológico da Coopavel, o governador Ratinho Júnior. Acompanhado do presidente Dilvo Grolli, deputados e secretários, Ratinho cumpre extensa programação no parque que, desde 1989, abriga uma das três maiores mostras tecnológicos do agro do mundo.

“Temos um grande orgulho do Show Rural, que mostra novidades e tecnologias de um Estado que produz a maior quantidade de alimentos por metro quadrado do planeta. Exportamos para mais de 150 países e a quantidade de grãos movimentada pelo Porto de Paranaguá, em 2023, de 65 milhões de toneladas, era projetada para ser alcançada apenas em 2030”, destacou Ratinho, ressaltando também a sustentabilidade do evento. Nessa linha, o governador citou os mais de seis mil projetos de usinas solares prontas e em fase de estruturação e de 380 usinas de biogás em atividade e em implantação no Paraná.

O presidente da Coopavel, Dilvo Grolli, agradeceu a parceria e a confiança do Governo do Paraná, da Itaipu e de inúmeras outras entidades e empresas na força e pujança do Show Rural. “Somos muito gratos à sociedade do Oeste, do Paraná e do Brasil que entendem a importância e a grandeza do agro brasileiro, que orgulha todo o nosso País”, destacou Dilvo.

O secretário de Estado da Agricultura, Norberto Ortigara, afirmou, por sua vez, que, no Show Rural Coopavel, o agricultor tem a oportunidade de ver o seu futuro, o futuro de sua propriedade rural. “Todos nós estamos empenhados em aprimorar e consolidar o Paraná como o melhor território agrícola do Brasil”.

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Parcerias

Durante todo o dia, Ratinho assina inúmeras parcerias com as mais diferentes entidades. Destaque para a confirmação de convênios com a Secretaria de Educação para a instalação de cooperativa nos colégios agrícolas e, no estande do Banco do Brasil, para assinatura dos programas Trator Solidário e Banco do Agricultor Paranaense. A 36ª edição foi iniciada na segunda-feira e seguirá até sexta, 10. A visitação ao público é das 8h às 18h. No Show Rural, o visitante não paga para entrar nem para estacionar o seu veículo.

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AGRONEGÓCIO

Agronegócio gerou 278 mil novos empregos em 2024, diz Cepea/CNA

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O agronegócio brasileiro fechou o ano de 2024 com um total de 28,2 milhões de trabalhadores, registrando um crescimento de 1% em relação ao ano anterior.

O levantamento, realizado pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) em parceria com a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), mostra que o setor continua sendo uma das principais forças da economia nacional, responsável por 26% dos empregos no país.

O crescimento foi impulsionado, principalmente, pelos setores de insumos, agroindústria e serviços ligados ao agronegócio. O setor de insumos teve alta de 3,6%, puxado pela indústria de rações, que aumentou seu quadro de funcionários em 14,6%. A agroindústria cresceu 5,2%, com destaque para os segmentos de abate de animais, fabricação de alimentos e móveis de madeira, que juntos criaram mais de 139 mil novas vagas. Já os serviços especializados para o agronegócio registraram um aumento de 3,4%, refletindo a maior necessidade de suporte técnico nas operações do setor.

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Por outro lado, a pesquisa apontou uma queda de 3,7% no número de trabalhadores do setor primário, o que representa 302 mil vagas a menos. A redução foi mais expressiva na agricultura e na pecuária, afetadas por fatores como oscilações de preços, clima e avanços tecnológicos que reduziram a demanda por mão de obra.

O estudo também analisou o perfil dos trabalhadores e os salários do setor. Houve um aumento na participação de profissionais com nível de escolaridade mais alto e de mulheres no mercado de trabalho do agronegócio.

Além disso, os rendimentos dos trabalhadores cresceram 4,5% em 2024, superando o aumento médio do mercado de trabalho geral. O levantamento indica que essa valorização da mão de obra reflete a busca por mais eficiência e inovação dentro das cadeias produtivas do campo.

Fonte: Pensar Agro

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