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Reino Unido suspende tarifas de suco de laranja do Brasil

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O Reino Unido anunciou, na semana passada, a suspensão das tarifas de importação para sucos de laranja concentrados e não concentrados do Brasil. A medida valerá de 01 de janeiro de 2023 a 31 de dezembro de 2024. 

De acordo com cálculos da CitrusBR, ao se considerar a média das três últimas safras a economia no período será de pelo menos US$ 5 milhões. 

“Nós sabíamos que haveria uma janela para a revisão de uma série de tarifas por causa da saída do Reino Unido da União Europeia e que existia uma chance real de conseguirmos essa isenção porque não há produção de suco de laranja local e não fazia sentido penalizar o consumidor com uma sobretaxa que apenas encarece o produto”, explica o diretor executivo da CitrusBR, Ibiapaba Netto.

Conforme a CitrusBR, a suspensão das tarifas deverá ajudar na competitividade do produto do Brasil, maior exportador global da commodity. 

O mercado britânico é o terceiro mais importante da Europa atrás de Alemanha e França e quarto mais importante quando comparado aos Estados Unidos. A União Europeia é o principal destino das exportações brasileiras, recebendo mais de 60% dos embarques.  

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Segundo o diretor-executivo da CitrusBR, o cenário só não é melhor devido à restrição de oferta. “Neste momento vivemos um período em que a oferta de suco está muito apertada e esperamos que essa medida, que pode ser renovada, colha bons frutos ao longo dos próximos anos, aumentando ainda mais a competitividade do suco de laranja brasileiro.”

Fonte: AgroPlus

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AGRONEGÓCIO

Agronegócio gerou 278 mil novos empregos em 2024, diz Cepea/CNA

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O agronegócio brasileiro fechou o ano de 2024 com um total de 28,2 milhões de trabalhadores, registrando um crescimento de 1% em relação ao ano anterior.

O levantamento, realizado pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) em parceria com a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), mostra que o setor continua sendo uma das principais forças da economia nacional, responsável por 26% dos empregos no país.

O crescimento foi impulsionado, principalmente, pelos setores de insumos, agroindústria e serviços ligados ao agronegócio. O setor de insumos teve alta de 3,6%, puxado pela indústria de rações, que aumentou seu quadro de funcionários em 14,6%. A agroindústria cresceu 5,2%, com destaque para os segmentos de abate de animais, fabricação de alimentos e móveis de madeira, que juntos criaram mais de 139 mil novas vagas. Já os serviços especializados para o agronegócio registraram um aumento de 3,4%, refletindo a maior necessidade de suporte técnico nas operações do setor.

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Por outro lado, a pesquisa apontou uma queda de 3,7% no número de trabalhadores do setor primário, o que representa 302 mil vagas a menos. A redução foi mais expressiva na agricultura e na pecuária, afetadas por fatores como oscilações de preços, clima e avanços tecnológicos que reduziram a demanda por mão de obra.

O estudo também analisou o perfil dos trabalhadores e os salários do setor. Houve um aumento na participação de profissionais com nível de escolaridade mais alto e de mulheres no mercado de trabalho do agronegócio.

Além disso, os rendimentos dos trabalhadores cresceram 4,5% em 2024, superando o aumento médio do mercado de trabalho geral. O levantamento indica que essa valorização da mão de obra reflete a busca por mais eficiência e inovação dentro das cadeias produtivas do campo.

Fonte: Pensar Agro

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