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Preços do milho seguem em queda com estimativas de safra volumosa em 2023

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Pressionados pelo baixo ritmo de negócios e por estimativas indicando uma safra volumosa em 2023, os valores do com seguem em baixa no Brasil. Conforme o Cepea, o Indicador ESALQ/BM&FBovespa (Campinas – SP), recou 1,42% na última sexta-feira (11) frente ao dia 4, custando R$ 83,74/saca de 60 kg.

Atentos às boas expectativas da safra de verão e aos estoques de passagem, os compradores nacionais estão afastados e receosos de negociações envolvendo grandes volumes. Muitos vendedores, por sua vez, estão flexíveis nos preços, diante da necessidade de liberar espaço nos armazéns.

Em seu relatório divulgado no dia 9, a Conab estimou que a produção da safra brasileira 2022/2023 deve somar 26,39 milhões de toneladas, com queda de 500 mil toneladas em relação ao relatório anterior, porém 12% superior ao observado no ciclo anterior.

Fonte: AgroPlus

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AGRONEGÓCIO

Agronegócio gerou 278 mil novos empregos em 2024, diz Cepea/CNA

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O agronegócio brasileiro fechou o ano de 2024 com um total de 28,2 milhões de trabalhadores, registrando um crescimento de 1% em relação ao ano anterior.

O levantamento, realizado pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) em parceria com a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), mostra que o setor continua sendo uma das principais forças da economia nacional, responsável por 26% dos empregos no país.

O crescimento foi impulsionado, principalmente, pelos setores de insumos, agroindústria e serviços ligados ao agronegócio. O setor de insumos teve alta de 3,6%, puxado pela indústria de rações, que aumentou seu quadro de funcionários em 14,6%. A agroindústria cresceu 5,2%, com destaque para os segmentos de abate de animais, fabricação de alimentos e móveis de madeira, que juntos criaram mais de 139 mil novas vagas. Já os serviços especializados para o agronegócio registraram um aumento de 3,4%, refletindo a maior necessidade de suporte técnico nas operações do setor.

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Por outro lado, a pesquisa apontou uma queda de 3,7% no número de trabalhadores do setor primário, o que representa 302 mil vagas a menos. A redução foi mais expressiva na agricultura e na pecuária, afetadas por fatores como oscilações de preços, clima e avanços tecnológicos que reduziram a demanda por mão de obra.

O estudo também analisou o perfil dos trabalhadores e os salários do setor. Houve um aumento na participação de profissionais com nível de escolaridade mais alto e de mulheres no mercado de trabalho do agronegócio.

Além disso, os rendimentos dos trabalhadores cresceram 4,5% em 2024, superando o aumento médio do mercado de trabalho geral. O levantamento indica que essa valorização da mão de obra reflete a busca por mais eficiência e inovação dentro das cadeias produtivas do campo.

Fonte: Pensar Agro

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