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AGRONEGÓCIO

“Precisamos de previsibilidade e segurança jurídica para o agro produzir”, destaca Lira

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A afirmação é do presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (Progressistas), e foi feita no início da tarde desta quinta-feira, 9, em coletiva à imprensa na 35ª edição do Show Rural Coopavel

Previsibilidade e segurança jurídica são condições mínimas indispensáveis para o agronegócio brasileiro fazer o que faz de melhor: produzir alimentos para atender parte considerável da população mundial. A afirmação é do presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (Progressistas), e foi feita no início da tarde desta quinta-feira, 9, em coletiva à imprensa na 35ª edição do Show Rural Coopavel, que acontece desde segunda-feira em Cascavel, no Oeste do Paraná. Lira, acompanhado de dez deputados federais, foi recepcionado pelo presidente da Coopavel, Dilvo Grolli, e pelo coordenador Rogério Rizzardi.

O Paraná, por meio do cooperativismo e de eventos grandiosos como esse, dá enorme parcela de contribuição ao Brasil que dá certo. “Sinto-me orgulhoso de, pela primeira vez, estar no Oeste paranaense e perceber a pujança dessa região”, afirmou Lira, parabenizando todos que fazem essa cadeia produtiva acontecer e ser sucesso. As experiências há décadas aprimoradas no Paraná, além de influenciar positivamente o agro brasileiro, são nortes para o Congresso Nacional.

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“Na Câmara Federal há forte participação da bancada do agro, que conta com a Frente Parlamentar da Agricultura e apoio de instituições como a Organização das Cooperativas do Brasil. Lá, fazemos a nossa parte em favor da agricultura e pecuária, procurando observar sempre as necessidades e demandas do setor primário”. Lira destacou também o cooperativismo como um sinônimo do Brasil competitivo, que dá certo e é modelo ao planeta”.

 

Grandiosidade

Sobre o Show Rural Coopavel, Lira se disse impressionado com a organização e a qualidade do evento. “Andei alguns minutos pelo parque e essa caminhada foi suficiente para que eu entendesse a grandiosidade dessa mostra de tecnologia tão conhecida e respeitada em todo o planeta”. O presidente Dilvo Grolli deu alguns números desta edição: “Em apenas três dias, chegamos a 231 mil visitantes e o volume comercializado já alcança aos R$ 3,5 bilhões”. Lira também respondeu a perguntas dos jornalistas.

 

Fonte: Assessoria

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AGRONEGÓCIO

Produção interna de fertilizantes aumentou 21,8% em janeiro

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Segundo dados divulgados pela Associação Nacional para Difusão de Adubos (Anda), o estado que mais recebeu fertilizantes foi Mato Grosso, com 1 milhão de toneladas, representando 27,8% do total nacional. Outros estados com grande demanda foram Paraná (532 mil toneladas), Goiás (441 mil toneladas), Minas Gerais (364 mil toneladas) e São Paulo (321 mil toneladas).

Apesar da estabilidade no consumo, a produção nacional de fertilizantes intermediários apresentou um crescimento expressivo. Foram fabricadas 647 mil toneladas em janeiro, um aumento de 21,8% em relação ao mesmo período do ano anterior, quando a produção foi de 531 mil toneladas. Esse avanço na produção interna pode indicar um movimento de redução da dependência externa, ainda que as importações continuem tendo um papel fundamental no abastecimento do setor.

As importações de fertilizantes intermediários também cresceram no início do ano. Em janeiro de 2025, o Brasil importou 3 milhões de toneladas, uma alta de 2,5% na comparação com janeiro de 2024, quando as compras externas totalizaram 2,93 milhões de toneladas. O aumento das importações reforça a importância do comércio internacional para garantir o suprimento de insumos essenciais para o agronegócio brasileiro.

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O desempenho do mercado de fertilizantes no início de 2025 reflete um cenário de demanda constante e produção interna crescente, mas ainda com forte dependência das importações. A evolução dos preços internacionais, a taxa de câmbio e a logística de distribuição serão fatores determinantes para o comportamento do setor ao longo do ano. Para os produtores rurais, acompanhar essas movimentações é essencial para planejar melhor suas compras e garantir a rentabilidade das lavouras.

Fonte: Pensar Agro

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