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Plantio da soja atinge 94% da área estimada no Brasil, mas clima continua prejudicando

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O plantio de soja da safra 2023/24 atingiu 94% da área estimada para o Brasil na última semana. A combinação de temperaturas elevadas e falta de umidade tem aumentado o estresse hídrico nas plantações, especialmente em regiões já afetadas pela escassez de chuvas.

Mato Grosso, por exemplo e Bahia têm vastas áreas necessitando replantio devido à seca. No Rio Grande do Sul muita chuva. Apenas uma estiagem na semana passada foi benéfico para reduzir a umidade do solo, o que permitiu avanços no plantio, marcando a reta final dessa etapa, após atrasos causados pelo excesso de chuvas durante boa parte de outubro e novembro.

Na região do Matopiba os produtores sofrem com a seca e aguardam a chegada das chuvas para plantar. Mais de 90 municípios na Bahia estão em situação de emergência devido à estiagem.

Nos últimos dias foram registradas precipitações isoladas, acompanhadas de altas temperaturas e excesso de calor, o que prejudica o desenvolvimento das lavouras.

A mesma situação se repete no Piauí onde os produtores têm enfrentado altas temperaturas e baixa umidade, mas o plantio ainda segue dentro da janela prevista, apesar de atrasado.

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Fonte: Pensar Agro

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AGRONEGÓCIO

Agronegócio gerou 278 mil novos empregos em 2024, diz Cepea/CNA

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O agronegócio brasileiro fechou o ano de 2024 com um total de 28,2 milhões de trabalhadores, registrando um crescimento de 1% em relação ao ano anterior.

O levantamento, realizado pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) em parceria com a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), mostra que o setor continua sendo uma das principais forças da economia nacional, responsável por 26% dos empregos no país.

O crescimento foi impulsionado, principalmente, pelos setores de insumos, agroindústria e serviços ligados ao agronegócio. O setor de insumos teve alta de 3,6%, puxado pela indústria de rações, que aumentou seu quadro de funcionários em 14,6%. A agroindústria cresceu 5,2%, com destaque para os segmentos de abate de animais, fabricação de alimentos e móveis de madeira, que juntos criaram mais de 139 mil novas vagas. Já os serviços especializados para o agronegócio registraram um aumento de 3,4%, refletindo a maior necessidade de suporte técnico nas operações do setor.

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Por outro lado, a pesquisa apontou uma queda de 3,7% no número de trabalhadores do setor primário, o que representa 302 mil vagas a menos. A redução foi mais expressiva na agricultura e na pecuária, afetadas por fatores como oscilações de preços, clima e avanços tecnológicos que reduziram a demanda por mão de obra.

O estudo também analisou o perfil dos trabalhadores e os salários do setor. Houve um aumento na participação de profissionais com nível de escolaridade mais alto e de mulheres no mercado de trabalho do agronegócio.

Além disso, os rendimentos dos trabalhadores cresceram 4,5% em 2024, superando o aumento médio do mercado de trabalho geral. O levantamento indica que essa valorização da mão de obra reflete a busca por mais eficiência e inovação dentro das cadeias produtivas do campo.

Fonte: Pensar Agro

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