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Piscicultores trocam informações sobre manejo no inverno

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Piscicultores integrados da Copacol estão participando de mais uma rodada de Dias de Campo. O intuito é proporcionar uma troca de experiências sobre manejos que garantem melhores resultados e rentabilidade na atividade. Os encontros são com pequenos grupos e acontecem nas propriedades dos próprios cooperados. A conversa está focada principalmente nos manejos de inverno, período de grandes desafios para a piscicultura.

De acordo com o engenheiro agrônomo de piscicultura da Copacol, Warle Ribeiro, este é um momento para os produtores trocarem experiências e tirar dúvidas. “A ideia com esses encontros é preparar o produtor para essas condições de frio na nossa região. Queremos prevenir os piscicultores para quais ações eles devem ter nessas condições extremas de temperatura, observando aspectos de nutrição e comportamento dos peixes. Além disso, como os encontros acontecem em pequenos grupos, todos se sentem mais à vontade para tirar dúvidas sobre manejos feitos por vizinhos que estão dando certo”.

Serão nove encontros que acontecem em Jesuítas, Formosa do Oeste, Nova Aurora, Cafelândia e Toledo. A Copacol é pioneira no sistema de integração na piscicultura. Atualmente, a Cooperativa possui 286 produtores integrados que, somente no ano passado, abateu 51,6 milhões de peixes.

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Agronegócio gerou 278 mil novos empregos em 2024, diz Cepea/CNA

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O agronegócio brasileiro fechou o ano de 2024 com um total de 28,2 milhões de trabalhadores, registrando um crescimento de 1% em relação ao ano anterior.

O levantamento, realizado pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) em parceria com a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), mostra que o setor continua sendo uma das principais forças da economia nacional, responsável por 26% dos empregos no país.

O crescimento foi impulsionado, principalmente, pelos setores de insumos, agroindústria e serviços ligados ao agronegócio. O setor de insumos teve alta de 3,6%, puxado pela indústria de rações, que aumentou seu quadro de funcionários em 14,6%. A agroindústria cresceu 5,2%, com destaque para os segmentos de abate de animais, fabricação de alimentos e móveis de madeira, que juntos criaram mais de 139 mil novas vagas. Já os serviços especializados para o agronegócio registraram um aumento de 3,4%, refletindo a maior necessidade de suporte técnico nas operações do setor.

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Por outro lado, a pesquisa apontou uma queda de 3,7% no número de trabalhadores do setor primário, o que representa 302 mil vagas a menos. A redução foi mais expressiva na agricultura e na pecuária, afetadas por fatores como oscilações de preços, clima e avanços tecnológicos que reduziram a demanda por mão de obra.

O estudo também analisou o perfil dos trabalhadores e os salários do setor. Houve um aumento na participação de profissionais com nível de escolaridade mais alto e de mulheres no mercado de trabalho do agronegócio.

Além disso, os rendimentos dos trabalhadores cresceram 4,5% em 2024, superando o aumento médio do mercado de trabalho geral. O levantamento indica que essa valorização da mão de obra reflete a busca por mais eficiência e inovação dentro das cadeias produtivas do campo.

Fonte: Pensar Agro

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