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Pensar Agro, na Band e no SBT, entrevista o presidente da Acrimat

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Pensar Agro desta semana, na Band e no SBT, apresentado pelo presidente do Instituto do Agronegócio, Isan Rezende, entrevista o médico e pecuarista Oswaldo Pereira Ribeiro Junior, presidente da Associação dos Criadores de Mato Grosso (Acrimat).

O presidente destaca que a Acrimat tem a missão de unir a cadeia produtiva da carne bovina para enfrentar os novos desafios do setor. Ele ressalta a importância dos trabalhos da entidade e a necessidade de fortalecer ainda mais o setor, considerando as transformações em curso no Brasil.

Além disso, lembra que é fundamental que a sociedade compreenda tanto o papel da Acrimat quanto dos produtores rurais para manter a força do país como potência agroambiental.

Em Mato Grosso, são aproximadamente 32 milhões de cabeças de gado, o que faz do segmento referência em produção e comercialização de carne bovina no Brasil e no mundo.

A Acrimat é uma entidade representativa, sem fins lucrativos, que atua em todo Mato Grosso há 52 anos em defesa da atividade da pecuária de corte.

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Veja a entrevista:

Fonte: Pensar Agro

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AGRONEGÓCIO

Agronegócio gerou 278 mil novos empregos em 2024, diz Cepea/CNA

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O agronegócio brasileiro fechou o ano de 2024 com um total de 28,2 milhões de trabalhadores, registrando um crescimento de 1% em relação ao ano anterior.

O levantamento, realizado pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) em parceria com a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), mostra que o setor continua sendo uma das principais forças da economia nacional, responsável por 26% dos empregos no país.

O crescimento foi impulsionado, principalmente, pelos setores de insumos, agroindústria e serviços ligados ao agronegócio. O setor de insumos teve alta de 3,6%, puxado pela indústria de rações, que aumentou seu quadro de funcionários em 14,6%. A agroindústria cresceu 5,2%, com destaque para os segmentos de abate de animais, fabricação de alimentos e móveis de madeira, que juntos criaram mais de 139 mil novas vagas. Já os serviços especializados para o agronegócio registraram um aumento de 3,4%, refletindo a maior necessidade de suporte técnico nas operações do setor.

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Por outro lado, a pesquisa apontou uma queda de 3,7% no número de trabalhadores do setor primário, o que representa 302 mil vagas a menos. A redução foi mais expressiva na agricultura e na pecuária, afetadas por fatores como oscilações de preços, clima e avanços tecnológicos que reduziram a demanda por mão de obra.

O estudo também analisou o perfil dos trabalhadores e os salários do setor. Houve um aumento na participação de profissionais com nível de escolaridade mais alto e de mulheres no mercado de trabalho do agronegócio.

Além disso, os rendimentos dos trabalhadores cresceram 4,5% em 2024, superando o aumento médio do mercado de trabalho geral. O levantamento indica que essa valorização da mão de obra reflete a busca por mais eficiência e inovação dentro das cadeias produtivas do campo.

Fonte: Pensar Agro

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