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Paraíso do Tocantins realiza a Feneva Tech 2024 a partir de amanhã

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Começa nesta terça-feira (20.08)  em Paraíso do Tocantins a Feneva Tech 2024. Promovida pela Associação Comercial, Industrial, Agronegócios e Serviços de Paraíso do Tocantins (ACIP), a feira terá uma programação diversificada e focada no fortalecimento dos negócios e da região.

A Feneva Tech 2024, que vai até o sábado (24) pretende reunir empresários de diversos setores, instituições de ensino, gestores públicos e a comunidade local, promovendo a troca de conhecimentos, networking e a criação de oportunidades de negócios.

O Sebrae participa do evento fazendo atendimentos personalizados e uma sala de treinamentos por meio do estande. “Vamos levar para população uma série de palestras e fóruns com conhecimento teórico, mas também prático e orientações técnicas. Estar presente na Feneva Tech é um modo do Sebrae reafirma seu papel institucional no desenvolvimento dos negócios no Vale do Araguaia e, consequentemente, gerar benefícios para a comunidade empreendedora local”, afirma a gerente do Sebrae Tocantins, Renata Moura.

Um dos destaques do evento é a palestra “O Catador de Sonhos”, conduzida por Geraldo Rufino, um ex-catador de lixo que se tornou um empreendedor de sucesso e autor de best-sellers. Outra palestra imperdível será ‘Liberdade Financeira para Empresários’, conduzida por Patrícia Cardoso, especialista em finanças comportamentais, que oferecerá insights valiosos para uma gestão financeira eficiente.”

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Além disso, durante a Feneva, o Sebrae, juntamente com a Prefeitura de Paraíso, IFTO, ACIP, FAPT e demais atores do Inova Paraíso, realizarão a Semana Integrada de Ciência, Tecnologia e Inovação do Vale do Araguaia (sictiva).

A inciativa realizará uma série de atividades voltadas para a inovação, como o Ideathon, que abordará o tema “Agro 5.0: Agronegócio Conectado para Pequenos e Grandes Produtores”, um campeonato de jogos eletrônicos focado na popularização da cultura gamer na região, e uma mostra de projetos, com ações inovadoras desenvolvidas no Vale do Araguaia.

Fonte: Pensar Agro

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AGRONEGÓCIO

MT realiza conferência sobre etanol de milho e discute desafios do setor

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Mato Grosso sediou nesta quinta-feira (03.04) a 2ª Conferência Internacional UNEM DATAGRO sobre Etanol de Milho, evento que reuniu em Cuiabá produtores, investidores, especialistas e autoridades para debater o crescimento e os desafios do setor. Organizada pela União Nacional do Etanol de Milho (Unem) e pela consultoria DATAGRO, a conferência abordou temas como avanços tecnológicos, regulação do mercado e sustentabilidade da produção.

Imagem: assessoria

Na abertura, o presidente da Unem, Guilherme Nolasco, destacou a rápida expansão do setor no Brasil. “Há dez anos, a produção de etanol de milho no Brasil era vista como um nicho sem viabilidade. Passamos de 80 milhões de litros na safra 2014/15 para mais de 8 bilhões na safra atual (2024/25), superando as projeções iniciais”, afirmou. Segundo ele, o etanol de milho já representa 23% do total de biocombustíveis produzidos no país, e a expectativa para a próxima safra (2025/26) é alcançar 10 bilhões de litros.

O setor de etanol de milho tem papel estratégico na segurança energética nacional e na economia circular, agregando valor ao milho excedente e gerando coprodutos como bioenergia e farelos proteicos. No entanto, enfrenta desafios regulatórios e estruturais. Entre as principais dificuldades apontadas por Nolasco estão a necessidade de avanços no marco legal do setor, incluindo questões como o programa Combustível do Futuro, o RenovaBio e incentivos para biomassa.

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Outro desafio destacado foi a oscilação dos custos de produção, com variações no preço do milho e margens de lucro apertadas. O mercado de coprodutos, como o DDG/DDGS (farelo resultante da destilação), também precisa de maior estruturação para garantir melhor rentabilidade aos produtores.

O ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro e o  governador de Mato Grosso, Mauro Mendes, participaram da 2ª Conferência Internacional Unem Datagro. A conferência também abordou temas como a desinformação sobre o impacto do etanol de milho no custo dos alimentos e os esforços para viabilizar o uso do SAF (Sustainable Aviation Fuel), combustível sustentável para a aviação. A transição energética na navegação e os impactos das taxas de juros elevadas no financiamento de novos investimentos também foram debatidos.

O Brasil conta atualmente com 25 biorrefinarias em operação, responsáveis por uma produção recorde de etanol de milho. A safra 2024/25 já atingiu 8,25 bilhões de litros, e a projeção para 2025/26 é de 10 bilhões de litros. Além disso, a produção de grãos secos de destilaria (DDG/DDGS), altamente valorizados na nutrição animal, deve saltar de 4,05 milhões de toneladas para 4,84 milhões na próxima safra.

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Segundo o Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (IMEA), a produção crescente de etanol de milho no Brasil tem reduzido a dependência de combustíveis fósseis e ampliado a competitividade do agronegócio. No entanto, especialistas alertam para a necessidade de políticas públicas que garantam a estabilidade do setor a longo prazo.

Com crescimento acelerado, o etanol de milho tem consolidado sua posição na matriz energética brasileira e deve desempenhar papel central na transição para uma economia de baixo carbono. No entanto, para manter a trajetória de expansão, será necessário enfrentar desafios como a regulação do mercado, a adaptação a novas tecnologias e a estruturação de cadeias produtivas que garantam maior competitividade ao setor.

Fonte: Pensar Agro

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