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Novidades Show Rural 2023: novas culturas de soja e feijão carioca se destacam na feira

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Todos os anos a Embrapa, traz muitas novidades para o Show Rural Coopavel.

Na edição deste ano, um dos lançamentos é a nova cultura de feijão carioca, que se destaca por ser tolerante aos principais fungos do solo, ter uma excelente qualidade comercial e, principalmente, ter alta produtividade.

O Paraná é o maior produtor de feijão do Brasil com mais de 20% de participação nacional, mas essa cultura se adapta a todas as regiões do país.

Além do feijão, duas culturas de soja também são novidade. A BRS 2560 indicada para o plantio nos estados do Paraná e do Rio Grande do Sul e a BRS 2562 indicadas para os estados do Paraná, Mato Grosso do Sul, Goiás e São Paulo. Ambas, são resistentes a pragas de solo, que podem provocar redução de produtividade.

O Paraná também é destaque no plantio de mandioca, é o segundo produtor nacional da raiz, atrás apenas do Pará.

Essa tecnologia trazida pela Embrapa com resistência genética ajuda a aumentar a produtividade. Com maior oferta do produto, o preço para o consumidor costuma ser mais em conta.

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Fonte: JC1

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AGRONEGÓCIO

Agronegócio gerou 278 mil novos empregos em 2024, diz Cepea/CNA

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O agronegócio brasileiro fechou o ano de 2024 com um total de 28,2 milhões de trabalhadores, registrando um crescimento de 1% em relação ao ano anterior.

O levantamento, realizado pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) em parceria com a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), mostra que o setor continua sendo uma das principais forças da economia nacional, responsável por 26% dos empregos no país.

O crescimento foi impulsionado, principalmente, pelos setores de insumos, agroindústria e serviços ligados ao agronegócio. O setor de insumos teve alta de 3,6%, puxado pela indústria de rações, que aumentou seu quadro de funcionários em 14,6%. A agroindústria cresceu 5,2%, com destaque para os segmentos de abate de animais, fabricação de alimentos e móveis de madeira, que juntos criaram mais de 139 mil novas vagas. Já os serviços especializados para o agronegócio registraram um aumento de 3,4%, refletindo a maior necessidade de suporte técnico nas operações do setor.

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Por outro lado, a pesquisa apontou uma queda de 3,7% no número de trabalhadores do setor primário, o que representa 302 mil vagas a menos. A redução foi mais expressiva na agricultura e na pecuária, afetadas por fatores como oscilações de preços, clima e avanços tecnológicos que reduziram a demanda por mão de obra.

O estudo também analisou o perfil dos trabalhadores e os salários do setor. Houve um aumento na participação de profissionais com nível de escolaridade mais alto e de mulheres no mercado de trabalho do agronegócio.

Além disso, os rendimentos dos trabalhadores cresceram 4,5% em 2024, superando o aumento médio do mercado de trabalho geral. O levantamento indica que essa valorização da mão de obra reflete a busca por mais eficiência e inovação dentro das cadeias produtivas do campo.

Fonte: Pensar Agro

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