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Mato Grosso é responsável por 52% do algodão exportado em setembro pelo Brasil

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De acordo com o Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), 51,86% das 184,51 mil toneladas de algodão exportadas pelo Brasil foram enviadas por Mato Grosso em setembro deste ano. O volume de 95,7 mil toneladas destinados às vendas externas é considerado recorde em comparação aos anos anteriores.

De acordo com a instituição, esse cenário reflete a antecipação da colheita no estado, que colaborou com o avanço do beneficiamento e, consequentemente, das exportações. 

Apesar do Estado ser responsável por mais da metade do algodão em pluma exportado pelo Brasil em setembro de 2022, se comparado com o período em 2021 verifica-se que o share do estado diminuiu 2,34 pontos percentuais. 

Em setembro de 2021, a pluma embarcada por Mato Grosso representava 54,21% das 140,23 mil toneladas enviadas pelo Brasil ao exterior

Fonte: AgroPlus

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AGRONEGÓCIO

Agronegócio gerou 278 mil novos empregos em 2024, diz Cepea/CNA

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O agronegócio brasileiro fechou o ano de 2024 com um total de 28,2 milhões de trabalhadores, registrando um crescimento de 1% em relação ao ano anterior.

O levantamento, realizado pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) em parceria com a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), mostra que o setor continua sendo uma das principais forças da economia nacional, responsável por 26% dos empregos no país.

O crescimento foi impulsionado, principalmente, pelos setores de insumos, agroindústria e serviços ligados ao agronegócio. O setor de insumos teve alta de 3,6%, puxado pela indústria de rações, que aumentou seu quadro de funcionários em 14,6%. A agroindústria cresceu 5,2%, com destaque para os segmentos de abate de animais, fabricação de alimentos e móveis de madeira, que juntos criaram mais de 139 mil novas vagas. Já os serviços especializados para o agronegócio registraram um aumento de 3,4%, refletindo a maior necessidade de suporte técnico nas operações do setor.

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Por outro lado, a pesquisa apontou uma queda de 3,7% no número de trabalhadores do setor primário, o que representa 302 mil vagas a menos. A redução foi mais expressiva na agricultura e na pecuária, afetadas por fatores como oscilações de preços, clima e avanços tecnológicos que reduziram a demanda por mão de obra.

O estudo também analisou o perfil dos trabalhadores e os salários do setor. Houve um aumento na participação de profissionais com nível de escolaridade mais alto e de mulheres no mercado de trabalho do agronegócio.

Além disso, os rendimentos dos trabalhadores cresceram 4,5% em 2024, superando o aumento médio do mercado de trabalho geral. O levantamento indica que essa valorização da mão de obra reflete a busca por mais eficiência e inovação dentro das cadeias produtivas do campo.

Fonte: Pensar Agro

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