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Maria da Fé sedia o Azeitech 2024, em Minas Gerais

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A cidade de Maria da Fé (430 km da capital Belo Horizonte), em Minas Gerais, sediará, na próxima sexta-feira (02.02), o evento Azeitech, focado em inovações no setor de olivicultura. O evento acontecerá no Campo Experimental da Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (Epamig) e integrará o 19º Dia de Campo de Olivicultura e a 9ª Mostra Tecnológica.

Durante o Azeitech, a Epamig apresentará novos equipamentos para a agroindústria de azeite, destacando-se uma máquina extratora com capacidade aprimorada. Este avanço representa um marco para a olivicultura na região, potencializando a produção e a qualidade do azeite mineiro.

A programação do evento é aberta ao público, sem necessidade de inscrições prévias, começando às 8h. Além da exibição dos equipamentos, haverá troca de experiências e conhecimentos sobre as técnicas e processos no cultivo de oliveiras e produção de azeite.

Os investimentos para modernização dos equipamentos, que totalizam cerca de R$ 2 milhões, foram disponibilizados pela Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sede) através da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (Fapemig).

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Fonte: Pensar Agro

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Agronegócio gerou 278 mil novos empregos em 2024, diz Cepea/CNA

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O agronegócio brasileiro fechou o ano de 2024 com um total de 28,2 milhões de trabalhadores, registrando um crescimento de 1% em relação ao ano anterior.

O levantamento, realizado pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) em parceria com a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), mostra que o setor continua sendo uma das principais forças da economia nacional, responsável por 26% dos empregos no país.

O crescimento foi impulsionado, principalmente, pelos setores de insumos, agroindústria e serviços ligados ao agronegócio. O setor de insumos teve alta de 3,6%, puxado pela indústria de rações, que aumentou seu quadro de funcionários em 14,6%. A agroindústria cresceu 5,2%, com destaque para os segmentos de abate de animais, fabricação de alimentos e móveis de madeira, que juntos criaram mais de 139 mil novas vagas. Já os serviços especializados para o agronegócio registraram um aumento de 3,4%, refletindo a maior necessidade de suporte técnico nas operações do setor.

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Por outro lado, a pesquisa apontou uma queda de 3,7% no número de trabalhadores do setor primário, o que representa 302 mil vagas a menos. A redução foi mais expressiva na agricultura e na pecuária, afetadas por fatores como oscilações de preços, clima e avanços tecnológicos que reduziram a demanda por mão de obra.

O estudo também analisou o perfil dos trabalhadores e os salários do setor. Houve um aumento na participação de profissionais com nível de escolaridade mais alto e de mulheres no mercado de trabalho do agronegócio.

Além disso, os rendimentos dos trabalhadores cresceram 4,5% em 2024, superando o aumento médio do mercado de trabalho geral. O levantamento indica que essa valorização da mão de obra reflete a busca por mais eficiência e inovação dentro das cadeias produtivas do campo.

Fonte: Pensar Agro

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